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Glossário de Termos
Utilizados na Logística
Este dicionário de termos técnicos logísticos
é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou
como fontes publicações técnicas
em logística como a Revista Tecnologística,
a Revista LOG & MAM, Revista Fluxo, Dicionário
da APICS, e pesquisas diversas em sites voltados para
a logística como o Guia de Logística e
sites de provedores de serviços logísticos.
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A
A-FRAME – É
um sistema de alta produtividade capaz de separar centenas
de pedidos em um curto espaço de tempo, com grande
precisão e com reduzido quadro de pessoal. É
um sistema modular, integrado por uma esteira transportadora,
sobre a qual existe uma estrutura composta de uma série
de canais que cobre ambos os lados da esteira. Cada
canal trabalha com um determinado SKU, tendo capacidade
de armazenar diversas unidades. No final da linha os
produtos são automaticamente transferidos para
caixas e transportados para as áreas de embarque.
Esses sistemas são chamados de A-frames porque
sua estrutura tem o formato da letra “A”.
ABASTECIMENTO DIRETO
– Canal de distribuição com a ausência
de intermediários entre o produtor e o consumidor
final. O produtor assume as responsabilidades que normalmente
são repassadas a um intermediário.
ABASTECIMENTO INDUSTRIAL
– Atividade dedica a prover à empresa todas
as suas necessidades de serviços, ativos fixos,
materiais, utilidades e cuidar da recuperação,
venda e descarte de seus resíduos de equipamentos,
materiais, efluentes e energia.
ABC – ACTIVITY BASED
COSTING – Este sistema considera que os
recursos de que a empresa dispõe servem para
realizar as atividades que são demandadas pelos
clientes, sendo que os custos e despesas indiretas constituem
recursos para se prestar serviços segundo atividades
identificadas nos serviços.
ABC ANALYSIS –
Exame e conclusões da classificação
ABC.
ABC CLASSIFICATIONS
– Classificação de dados por ordem
decrescente de montante acumulando-se os porcentuais
realizados em relação ao total. O grupo
de 10% ou 20% que representam 50% ou 70% do total é
denominado A. O grupo C representa 50% a 70% dos itens
que perfazem apenas 10% a 30% do montante.
ABC – INVENTORY CONTROL
– Trata-se de um sistema de controle das existências,
baseado nos conceitos da distribuição
ABC.
ABM - Activity Based
Management.
ABSENTEÍSMO –
Falta ao trabalho de um operário que foi escalado
para aquela ocasião.
AÇÃO
- Etapa que ocorre dentro de uma operação;
ato de transformação ou criação.
AÇÃO CONTENTORA
- Ação que faz cessar de maneira imediata,
os sintomas de anomalias sentidos pelos clientes.
AÇÃO CORRETIVA
(1) - Ação implementada para eliminar
as causas de uma não-conformidade, de um defeito
ou de outra situação indesejável
existente, a fim de prevenir a sua repetição.
AÇÃO CORRETIVA
(2) - Ação que elimina permanentemente
e pela raiz a causa de um determinado problema.
AÇÃO PREVENTIVA
– Ação implementada para eliminar
as causas de uma possível não-conformidade
ou outra situação indesejável,
a fim de prevenir a sua ocorrência.
ACCURACY – Grau
de conformidade em relação a um padrão.
ACEITE – Documento
assinado pelo Cliente que formaliza a aprovação
de uma cotação para que o fornecedor entregue
um produto ou serviço.
AÇÕES CORRETIVAS
(1) – Mudanças realizadas para ajustar
às performances futuras da implantação
do projeto às linhas planejadas anteriormente.
AÇÕES CORRETIVAS
(2) - Uma mudança no Projeto ou no Processo
de Fabricação/Montagem para prevenir ou
reduzir a ocorrência de uma causa, de um modo
de falha ou atenuar os efeitos de um modo de falha.
Uma ação implementada para eliminar uma
deficiência de projeto ou processo. As ações
recomendadas reduzem pelo menos um dos índices:
Severidade, Ocorrência, Detecção.
ACOLCHOAMENTO –
Resultado da aplicação de elementos protetores
contra choques e vibrações.
ACONDICIONAMENTO (1) –
Dados relativos à apresentação
coletiva de um item, constituídos do tipo de
recipiente de acondicionamento de conteúdo (quantidade
e unidade de embalagem). Exemplo: Caixa com 50 latas.
ACONDICIONAMENTO (2) -
Recipiente destinado a proteger, acomodar e preservar
materiais destinado a expedição, embarque,
transporte e armazenagem. São: sacos, barris,
barricas, tambores, tonéis, baldes, caixas, engradados,
pacotes, amarrados, cilindros, botijões, caixotes,
camburões, fardos e que tais.
ACONDICIONAMENTO (3)
- Recipiente ou invólucro destinado a proteger
e acomodar materiais e equipamentos embalados, ou para
os quais não se utiliza embalagem por ser desnecessário
ou inaplicável.
ACONDICIONAMENTO DE TRANSPORTE
- Meios de transporte, tais como cofres de carga, carrocerias
e tanques de caminhões, vagões e tanques
ferroviários e tanques portáteis.
ACTIVITY-BASED-COSTING -
ABC – Sistema de custeio que acumula custas
nas atividades desenvolvidas e utiliza Cost Drives para
absorver estes custos nos produtos, clientes, mercados
ou projetos.
AD VALOREM - Taxa
de seguro cobrada sobre certas tarifas de frete ou alfandegárias
proporcionais ao valor total dos produtos da operação
(Nota Fiscal).
ADMINISTRAÇÃO
LOGÍSTICA – Processo de planejamento,
implementação e controle do fluxo eficiente
e eficaz de matérias-primas, estoque de produtos
semi-acabados, acabados e do fluxo de informações
a eles relativos, desde a origem até o consumo,
com o propósito de atender aos requisitos dos
clientes.
ADUANA (CUSTOM) –
Impostos ou taxas, definidos pelo Governo, sobre produtos
importados ou exportados de um país.
AEROPORTO HUB –
Aeroporto que serve como ponto para início e
conclusão de vôos de longa distância;
vôos a áreas de custo maior são
levados ao aeroporto hub para vôos com conexão/redespacho.
AFRMM - Adicional
ao Frete para Renovação da Marinha Mercante.
AGENTE MARÍTIMO
– Empresa intermediária que, em nome e
por conta do armador ou da empresa de navegação
proprietária do navio, atua como depositária
das mercadorias enquanto estas se encontram no terminal
portuário, assumindo a sua recepção
e entrega e cobrando os respectivos fretes.
AGVS – AUTOMATED GUIDED
VEHICLE – Rede de movimentação
que automaticamente orienta um ou mais transrobots e
os posiciona em determinadas destinações
sem a intervenção de qualquer operador.
AGVS – Automated
guided vehicle system.
ALFANDEGADO –
Estocagem de produtos em custódia do governo
em armazéns alfandegados de onde os produtos
podem ser retirados apenas com o pagamento de taxas
ou impostos para as entidades governamentais apropriadas.
ALIANÇA ESTRATÉGICA
HORIZONTAL – Ligação com
outra empresa com o propósito de ampliação
de seu mercado e escopo geográfico. É
o que tem acontecido com empresas do setor de aviação,
no transporte de passageiros.
ALIANÇA ESTRATÉGICA
VERTICAL – Ligação com outra
empresa com o propósito de obter vantagens e
ampliar competências como acesso a capital, tecnologia,
habilidades ou atendimento de determinada região.
ALTO GIRO –
Característica atribuída a um item ou
material devido à sua alta freqüência
de uso ou elevada utilização em determinado
período.
ANCORADOURO –
Local para atracar embarcações em portos.
ANSI X12 - Um conjunto
de normas promulgadas pelo American National Standards
Institute, para uso na formatação e manuseio
de documentos relacionados a compra transmitidos via
EDI.
AOD – Acknowledgement
of Delivery ou Conhecimento de Entrega.
APICS – American
Production and Inventory Control Society.
APS - Advanced Planning
Systems ou Planejamento da demanda do suprimento, programação,
execução avançada e otimização.
AQUISIÇÃO DE
MATERIAIS – Atividade responsável
pela procura de fornecedores e materiais e obtenção
pela compra, transformação, permuta e
doação.
ÁREA DE EXPEDIÇÃO
- É a área demarcada nos armazéns,
próxima das rampas/plataformas de carregamento,
onde os materiais que serão embarcados/carregados
são pré-separados e conferidos, a fim
de agilizar a operação de carregamento.
ÁREA DE QUEBRA
- É a área demarcada nos armazéns,
geralmente próxima da entrada, onde as embalagens,
produtos e materiais recebidos são desembalados,
separados, classificados e até re-embalados de
acordo com o sistema ou interesse de armazenamento do
armazém/empresa.
ARMAZÉM –
Área destinada à guarda de materiais.
Lugar coberto, onde os materiais/produtos são
recebidos, classificados, estocados e expedidos.
ARMAZÉM ALFANDEGADO
– Bonded Warehousing. Tipo de armazém no
qual as empresas colocam os produtos sem a necessidade
de pagar taxas ou tarifas aduaneiras. Necessita de aprovação
do governo e fica permanentemente sob leis e garantias
de funcionamento.
ARMAZÉNS INFLÁVEIS
- São chamados estruturas infláveis –
ou pneumáticas – aquelas sustentadas pela
diferença de pressão de ar entre as suas
partes interna e externa, criada com o auxílio
de ventiladores. Os ventiladores são acionados
mecanicamente por motores elétricos e a diesel
e são dimensionados de acordo como volume de
ar necessário à estrutura.
Em conjunto com as aberturas para saída de ar,
os ventiladores geram a renovação completa
do ar interno, em média, a cada 15 minutos. Esse
sistema permite vencer grandes vãos livres, sem
o uso de colunas internas, tesouras ou tirantes e, conseqüentemente,
possibilita o total aproveitamento do espaço.
Os galpões infláveis são produzidos
com tecidos de fibra de poliéster de alta tenacidade,
revestidos de PVC aditivado, formando um conjunto auto-extinguível.
Esses tecidos têm cores firmes e acabamento laqueado,
além de grande resistência a cargas de
tração.
ARMAZÉNS ESTRUTURAIS
- Os armazéns estruturais são recobertos
com lona, tecido sintético ou coberturas especiais
e têm a estrutura de aço ou alumínio.
Diferentemente dos armazéns infláveis,
os estruturais não se prendem a limitações
de comprimento ou largura, podendo-se conjugá-los
sem limites em diferentes dimensões desde que
se disponha da área necessária para operação.
ARMAZÉM PRIMÁRIO
- Local destinado ao armazenamento de UNIMOVS.
ARMAZÉM SECUNDÁRIO
- Local destinado ao armazenamento de UNICOMS, ou o
módulo mínimo de vendas.
ARMAZÉM TERCIÁRIO
- Local destinado ao armazenamento de UNIAPS, embalagens
de apresentação com as quais os usuários
têm contato direto.
ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS
– Atividade que tem a responsabilidade da guarda,
preservação e segurança dos materiais.
Incluí o recebimento, conferência, fornecimento,
transferências e devoluções.
ARRANJO FÍSICO
- É a arte e a ciência de se converter
os elementos complexos e inter-relacionados da organização
da manufatura, e facilidades físicas em uma estrutura
capaz de atingir os objetivos da empresa pela otimização
entre a geração de custo e a geração
de lucros.
AS/RS – Automated storage/retrieval
system. Os sistemas de estocagem e coleta automáticos
(AS/RS) capazes de operar com unidades de movimentação
mais fracionadas são conhecidos como miniload.
No entanto, mesmo os miniload são capazes de
operar apenas com caixas, ou itens de grande volume.
O seu funcionamento é bastante parecido com o
do trans-elevador (unit load). Entre as principais vantagens
do miniload pode-se destacar a sua precisão e
velocidade, além da potencialidade de operar
com uma grande variedade de itens. Entre as desvantagens,
destacam-se o elevado custo de implementação
e manutenção, e a falta de flexibilidade
desses sistemas.
ASN – Advanced
Shipment Notification ou Aviso Prévio de Embarque.
Informe antecipado aos Clientes alertando quando os
produtos deverão chegar.
ASSEMBLE - TO - ORDER
– Ambiente industrial onde o produto ou o serviço
possa ser montado a partir de um pedido do cliente,
considerando que as componentes chaves estão
providenciados antecipadamente.
ASSISTÊNCIA AO FORNECEDOR
(Supplier Technical Assistance) - Grupo para o suporte
de fornecedores para garantir a qualidade dos produtos.
ATACADISTA –
Intermediário entre fabricantes e varejistas.
Compra e vende as mercadorias, trabalhando para diversos
fornecedores, inclusive empresas concorrentes.
ATENDIMENTO DO PEDIDO (ORDER
FULLFILMENT) – Processo que envolve o recebimento
dos pedidos, planejamento, programação
e entrega dos produtos.
ATO - Assemble To
Order, só é fabricado por encomenda.
ATP - Advanced Technology
Program.
ATP - Available To
Promise
AUDITORIA –
Uma comparação objetiva entre as ações
implementadas e as políticas e planos estabelecidos.
AUTOPORTANTES - Neste
sistema são as próprias colunas das estruturas
de armazenagem que suportam todos os esforços
próprios do edifício, seja nas laterais
ou na cobertura. Em função disso, a estrutura
tem que ser estudada especialmente para que possa receber
diretamente as paredes exteriores. É utilizado
para alturas acima de 20 m e há tolerância
tanto no projeto quanto na fabricação
das estruturas mínimas. Estas exigências
são necessárias, pois são utilizados
transelevadores neste nível de altura.
AVALIAÇÃO
– Parte do controle que consiste na comparação
da situação real com a planejada, identificação
de desvios e proposição de ações
corretivas.
AWB - Air Waybill
ou Conhecimento de Transporte Aéreo.
B
B2B – Comercio
eletrônico entre empresas.
B2C – Comércio
eletrônico entre empresas e consumidor.
BAM - Bottleneck Allocation
Methodology.
BACK SCHEDULING -
Programação Retrocedente.
BACK TO BACK - Consolidação
de uma única expedição em um MAWB
(Master Air Waybill - Conhecimento Principal de Transporte
Aéreo) abrangendo um HAWB (House Air Waybill
- Guia de Transporte Aéreo emitida por um expedidor).
BACKLOG – Carteira
de pedidos dos clientes, ainda não atendida.
Pedido Pendente.
BACKORDER –
Demanda de itens, que não pode ser atendida por
falta de estoque destes itens. Pedido em atraso.
BAIA – Área
designada dentro de um armazém definido por marcas
em colunas, postes ou piso.
BALANCE SCORE CARD
– Sistema de gestão baseado em indicadores
de desempenho e estratégias, que fornece uma
abordagem de alinhamento das atividades do negócio
e um monitoramento do desempenho das metas estratégicas
da organização.
BALANCEAMENTO –
Tarefa de distribuir os elementos de um trabalho de
maneira adequada entre as duas mãos de um operador.
BALANÇO DO CAMINHÃO
- Distância entre o plano vertical passando pelos
centros das rodas traseiras extremas, e o ponto mais
recuado do veículo considerando-se todos os elementos
rigidamente fixados ao mesmo.
BALSA - Embarcação
utilizada em rios e canais para o transporte de veículos
e pessoas.
BANGUELA - Expressão
utilizada no transporte rodoviário, que significa
andar sem estar engrenado, ou seja, no ponto morto da
marcha.
BAR CODE - Código
de barras.
BARGE OU BARCAÇA
- Embarcação de baixo calado, utilizada
em rios e canais com ou sem propulsão com a finalidade
de transportar produtos.
BATCH PICK - Separação
em Lote.
BATCH PROCESSING -
Processamento por Lotes.
”BATENDO LATA”
- Expressão utilizada no transporte rodoviário,
quando o caminhão volta vazio (não tem
carga de retorno).
BAÚ - São
carrocerias fechadas com chapas de alumínio e
com cubagem padrão.
BENCHMARK - Padrão
para medidas ou avaliações. Melhor marca
alcançada no mercado. Ponto de referência
para observação.
BENCHMARK MEASURE
– Conjunto de avaliações ou métricas
derivadas de empresas “best in class” que
são utilizadas para o estabelecimento de objetivos
para melhoria dos processos, funções,
produtos, etc.
BENCHMARKING (1)-
A maioria das metodologias existentes, se limitam a
comparar a empresa com os líderes do setor. O
enfoque do Benchmarking compara o produto/processos
da empresa com os líderes mundiais, independente
do setor de atuação. O objetivo é
buscar o "melhor" absoluto e colocá-lo
como referência do objetivo de um plano detalhado
que permita, num tempo predeterminado eliminar a diferença
em relação aos líderes.
BENCHMARKING (2) –
Mensuração contínua da performance
dos produtos, serviços, custos, e práticas
em comparação com a concorrência
ou empresas que possuem a qualificação
de melhores nesta classe de atividade.
BENCHMARKING COMPETITIVO
– Atividade da busca das melhores práticas
junto aos concorrentes diretos da empresa
BENCHMARKING FUNCIONAL
– Atividade da busca das melhores práticas
junto a organizações reconhecidas como
líderes numa determinada função
em qualquer indústria/mercado
BENCHMARKING GENÉRICO
– Atividade da busca das melhores práticas
genéricas de empresas reconhecidas como sendo
de “classe mundial”
BENCHMARKING INTERNO
– Atividade da busca das melhores práticas
junto a outros departamentos, divisões ou unidades
de uma mesma empresa.
BERÇO – Local onde navio atraca.
BI-TREM OU REBOQUE
- É o conjunto monolítico formado pela
carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos
quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão
para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias
puxadas por um só caminhão. É muito
utilizado no transporte de cana de açúcar.
BILL OF LANDING –
Contrato de frete e recibo, para transportar de um lugar
para outro e entrega para determinada pessoa ou empresa,
servindo para reclamações no caso de perdas,
demora ou danos na mercadoria.
BIN – Dispositivo
de armazenamento dedicado para acumular peças
pequenas e em grandes quantidades.
BIN STORAGE –
Estocagem em contenedores.
BLOCAGEM - Empilhamento
simples sem uso de estruturas de verticalização,
no qual os páletes são empilhados diretamente
no chão. Sistema de armazenagem onde o próprio
pálete é utilizado no solo formando grandes
blocos de materiais (geralmente para mercadorias com
grande giro e volume).
BLOCK SCHEDULING -
Programação por Blocos.
BLOCK STACKING - Empilhamento
dos páletes diretamente no chão.
BLUE TOOTH - Comunicação
sem fio entre aparelhos.
BM - Buffer Management.
BOM - Bill of Materials.
BOMBORDO - Lado esquerdo
do navio.
BONDED WAREHOUSING
- Armazém Alfandegado.
BOX - Área
de acumulação de cargas de um mesmo destino
ou para um determinado destino para descarregamento
e carregamento de veículos.
BREAK-BULK –
Transporte de carga em geral no setor marítimo.
BREAK-EVEN POINT -
É o nível de produção ou
nível de volume de vendas a partir do qual o
empreendimento ou negócio se torna rentável.
Qualquer valor abaixo do Ponto de Equilíbrio
significa prejuízo.
BREAKTROUGH - Atingir
um nível superior de competitividade através
de uma ruptura dos procedimentos atuais; concentração
das ações de melhoria nos processos.
BRIEFING – Resumo
do assunto que está sendo divulgado aos meios
de comunicação.
BROKER – Aquele
que compra ou vende produtos ou serviços mediante
uma comissão.
BROKERAGE HOUSE –
Empresas de intermediação de fretamento
marítimo.
BUDGET – Plano
que demonstra uma estimativa das receitas, despesas
e custos relacionados com uma atividade planejada. Fornece
a base para o controle da operação.
BUFFER – Pulmão
BUFFER INVENTORY –
Estoque-pulmão.
BULK CARGO - Carga
à granel, ou seja, sem embalagem.
BULK CARRIER - Navio
graneleiro, ou seja, próprio para o transporte
de cargas a granel.
BULK CONTAINER - Contêiner
graneleiro, ou seja, próprio para o transporte
de cargas a granel.
BULK STORAGE - Estocagem
a granel.
C
C.E.P – Aplicação de métodos
estatísticos para o monitoramento do processo,
como por exemplo os gráficos de controle para
determinar se um processo está sob flutuação
estatisticamente estável.
CABOTAGEM - Navegação doméstica
(pela costa do País).
CÁBREA - Equipamento usado em portos para
levantar grandes cargas pesadas ou materiais em obras,
e que consta de três pontaletes unidos no topo
onde recebem uma roldana por onde passa o cabo.
CACHE - Área de memória muita rápida,
para duplicar informação para ficar de
fácil acesso.
CAD - Computer-Aided Design.
CAE - Computer-Aided Engineering.
CAIV - Cost As (An) Independent Variable.
CAIXA - Recipiente com lado fundo e tampa para
fechamento, fabricado de materiais diversos. Quando
fabricado de madeira, passa a denominar-se caixote.
CAIXAS COM ABAS EXTERNAS SUPERPOSTAS - Caixas
em que as abas externas sobrepõem-se completamente.
CAIXAS COM ABAS INTERNAS ABERTAS - Caixas com
quatro abas de fechamento com mesma largura sendo que
as externas encontram-se no meio da largura.
CAIXAS COM ABAS INTERNAS FECHADAS - Caixas com
as abas internas se encontrando.
CAIXA TELESCÓPICA - Caixa em que a tampa
e o fundo encaixam-se entre si. Adequada para acondicionar
produtos de grande comprimento, largura e de pouca altura.
CALADO - Expressão do transporte marítimo,
que significa profundidade em que cada navio está
submerso na água. Tecnicamente é a distância
da lâmina d'água até a quilha do
navio.
CALENDÁRIO DE MANUFATURA – Calendário
utilizado no planejamento dos estoques e da produção,
que permite que a programação das ordens
de produção seja feita somente considerando
os dias disponíveis para o trabalho.
CALIBRAÇÃO – Comparação
de um instrumento de medida com aferição
desconhecida, com um instrumento com precisão
conhecida, para detectar toda variação
da performance requerida e especificada.
CALL CENTER – Atendimento rápido,
eficiente e completo do cliente, com os recursos da
administração, da informação,
do marketing e das tecnologias de comunicação.
CALLBACK – Processo pelo qual um servidor
de EDI verifica a fonte de acesso para o sistema para
garantir que quem esta chamando é um usuário
autorizado.
CALS - Continuous Acquisition and Life-Cycle
Support.
CAMINHÃO TRATOR - Veículo automotor
destinado a tracionar ou arrastar outro.
CAMPANHA DE CAMPO - Chamada de produtos, como
veículos, para retrabalho ou inspeção
de segurança.
CAMPANHA DOS SETE – Campanha de melhoramentos
implantada pela Nissan Motors.
CANAL DE DISTRIBUIÇÃO (1) - Conjunto
de instrumentos comerciais, mercadológicos e
logísticos, que propicia a movimentação
dos produtos que obedecem ao conceito do segmento de
mercado, colocando estes produtos ao alcance dos usuários
e, por intermédio do "Merchandising",
estimulando as transações comerciais com
o usuário conceitualmente ajustado.
CANAL DE DISTRIBUIÇÃO (2) –
Empresas ou indivíduos que participam na administração
dos fluxos de materiais e serviços, dos fornecedores
de matérias primas e componentes até o
usuário final dos bens.
CANTILEVER - Sistema que facilita a estocagem
de peças compridas ou volumosas e irregulares.
Caracteriza-se por não possuir colunas nas extremidades
dos conjuntos, tendo apenas uma coluna central onde
são fixados os braços que servirão
de apoio às peças ou aos planos.
CAPACIDADE – Capacidade de um sistema de
executar a função para o qual foi projetado.
CAPACIDADE DE CARGA - É o peso máximo
da carga que poderá ser movimentada por uma empilhadeira,
com um centro de carga específico.
CAPACIDADE LOGÍSTICA – Capacidade
de uma empresa em fornecer competitivamente alto nível
de serviço ao cliente e economia de custos na
logística e uma forte posição de
mercado devido a um sistema logístico estruturado.
Possui sete dimensões: serviço ao cliente,
qualidade da logística, canal de distribuição,
custo baixo, disponibilidade, tempo e comunicação.
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO
- Máximo peso que a unidade de tração
é capaz de tracionar, indicado pelo fabricante,
baseado em condições sobre suas limitações
de geração e multiplicação
de momento de força, e resistência dos
elementos que compõem a transmissão.
CAPACIDADE NOMINAL – Capacidade demonstrada
por um sistema. Tradicionalmente é calculada
a partir de dados, por exemplo as horas planejadas,
a eficiência e a utilização. A capacidade
nominal é igual a horas disponíveis x
eficiência x utilização.
CAPACIDADE OCIOSA - Diremos genericamente que
uma empresa tem capacidade ociosa quando está
com condição de produzir o novo produto
a um custo inferior do que o de uma nova empresa que
vá se estabelecer especialmente com esta finalidade.
CAPACIDADE PRODUTIVA – Quantidade máxima
do atual mix de produtos, que comprovadamente pode ser
fabricado em condição de otimização
da utilização dos recursos, sempre limitado
pela restrição da utilização
plena de um determinado tipo de recurso.
CAPATAZIA - É o serviço utilizado
geralmente em portos e estações/terminais
ferroviários, onde profissionais autônomos,
ligados a sindicatos ou de empresas particulares, executam
o trabalho de carregamento/ descarregamento, movimentação
e armazenagem de cargas.
CARACTERÍSTICA DO PRODUTO – Características
quantificáveis/mensuráveis tais como dimensões,
tamanho, forma, localização, orientação,
textura, dureza, resistência à tração,
revestimento, refletividade, acabamento, cor e química.
CARACTERÍSTICA ESPECIAL DO PROCESSO -
Característica crítica, chave, maior e
significativa de processo que deverá ser controlada
em relação ao seu valor de referencia
para assegurar que a variação em uma característica
especial do produto seja mantida em seus valores de
referencia durante o processo de manufatura e montagem.
CARACTERÍSTICA ESPECIAL DO PRODUTO - Característica
crítica, chave, maior e significativa do produto
onde a variação no produto poderia afetar
significativamente a segurança ou o comprimento
dos padrões e normas governamentais, ou da mesma
forma afeta significativamente a satisfação
do cliente.
CARACTERÍSTICA MERCADOLÓGICA -
Características que diferenciam os produtos e
suas embalagens, como freqüência de compra,
tempo despendido na compra, tempo de consumo, margem
de comercialização, possibilidade de diferenciação
e tamanho do canal de distribuição.
CARACTERÍSTICA SIGNIFICATIVA - Aqueles
requisitos de produto, processo e teste que são
importantes para a satisfação do cliente
e para os quais as ações de Planejamento
de Qualidade devem ser resumidas em um Plano de Controle.
CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS - Características
do produto e processo designadas pelo cliente, incluindo
regulamentações governamentais e segurança,
e/ou selecionadas pelo fornecedor através do
conhecimento do produto e processo.
CARACTERÍSTICOS FÍSICOS –
Os Característicos Físicos são
dados detalhados relativos à composição
de um item de suprimento, destinados a formar, em complemento
ao Nome Padronizado e à Identificação
Suplementar sua Descrição Padronizada.
CARACTERÍSTICOS FÍSICOS DE MATERIAL
– Os Característicos Físicos são
dados detalhados relativos à composição
de um item de suprimento, destinados a formar, em complemento
ao Nome Padronizado e à Identificação
Suplementar sua Descrição Padronizada.
A determinação dos Característicos
Físicos deve obedecer, preliminarmente, à
fixação de uma série de requisitos,
considerados comuns aos itens de suprimentos possuidores
do mesmo Nome Padronizado.
CARGA – Produtos a transportar ou transportados.
Também pode ser a quantidade de trabalho programada
em uma fábrica, usualmente expressa em termos
de horas de trabalho.
CARGA A GRANEL – Carga homogênea
não embalada.
CARGA COMBINADA – Dois embarques de diferentes
terminais combinados para envio como uma carga única.
CARGA COMPLETA DO CAMINHÃO (FULL TRUCK LOAD)
– equipamento de transporte com utilização
máxima ou próxima do limite da sua capacidade
de carga (em peso ou volume).
CARGA CONTEINERIZADA – Carga Geral acondicionada
(unitizada) em contêineres intermodais.
CARGA FRACIONADA – Carga geral solta.
CARGA-MÁQUINA – Estudo de capacidade
de um determinado equipamento, visualizado pelo histograma,
identificando ociosidade e sobrecarga.
CARGA PALETIZADA – Carga geral acondicionada
(unitizada) em páletes
CARGO-IMP – Mensagem aérea padrão
da IATA, referente a cargas.
CARRETA - Constituída por um baú
de maiores dimensões com trem traseiro próprio
sem força motriz própria, porém,
aclopável ao cavalo mecânico.
CARRETA ISOTÉRMICA - É uma carreta
fechada, com isolamento térmico em suas paredes,
que conserva a temperatura da carga.
CARRETEIRO - Profissional independente contratado
para realizar transporte de cargas.
CARRIER – Transportadora.
CARROSSEL - Os carrosséis são equipamentos
rotacionais, verticais ou horizontais, ‘que acondicionam
os produtos com a função de trazê-los
até o operador, eliminando os tempos associados
ao seu deslocamento e a procura de produtos. A principal
vantagem deste sistema é permitir uma operação
com uma grande variedade de itens. Além disso,
o carrossel vertical também permite um bom aproveitamento
de espaço por aproveitar o pé direito
do prédio. A sua principal desvantagem está
relacionada com a velocidade de coleta, relativamente
lenta, o que o torna muitas vezes não recomendável.
CARTÃO INTELIGENTE – Cartão
plástico, como um cartão de crédito,
que inclui um chip que armazena informações
de forma criptografada, para agilização
de processos de controle e pagamento.
CARTEIRA DE PEDIDOS – Total dos pedidos
pendentes.
CATALOGAÇÃO DE FORNECEDOR –
Consolidação dos dados de identificação
e codificação dos fornecedores de itens
de suprimento em publicações específicas.
CATALOGAÇÃO DE MATERIAL –
Consolidação dos dados de identificação
de material e dos respectivos códigos em publicações
específicas: catálogos ou banco de dados
para consulta ou disseminação da informação.
CAVALO MECÂNICO - Veículo com força
motriz para o tracionamento de carretas. É o
conjunto monolítico formado pela cabine, motor
e rodas de tração do caminhão.
Pode ser engatado em vários tipos de carretas
e semi-reboques, para o transporte.
CBU – Exportação de veículos
totalmente montados.
CE - CÓDIGOS DE ESTOQUE – Designação
de uma numeração para o item.
CEDAC - Diagrama de Causa e Efeito com Adição
de Cartões. Método criado por Ryuji Fukuda
para realizar ações de melhoria de maneira
eficaz. Permite concentrar-se sobre aspectos precisos
de um problema importante a resolver, ter "à
vista" as causas dos problemas e as ações
para inibi –las, gerenciar a melhoria "in
loco", de modo contínuo e informar a todos,
em tempo real, os objetivos de melhoria e os novos padrões
de processo encontrados.
CÉLULA DE FABRICAÇÃO –
Unidade de conformação e montagem, formada
por alguns centros de trabalho, mecanismos de deslocamento
e estoques em processo de materiais, que são
inter-relacionados entre si e dedicados para a produção
de família de produtos afins.
CENTRO DE CARGA - É a distancia entre
o centro de gravidade da carga e a parte traseira dos
garfos de uma empilhadeira.
CENTRO DE DESCONSOLIDAÇÃO –
Armazém em que a maioria dos fretes entram em
lotes de carga completa e saem em pequenas quantidades.
CENTRO DE CUSTO – O menor segmento de uma
organização onde os custos são
apurados e registrados no sistema de custeio, podendo
ser um departamento ou parte dele.
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO –
Armazém com produtos acabados e itens de serviços,
oriundos de mais de uma fábrica e dedicados a
atender mais de um mercado. Centro de distribuição
(CD) é um armazém que tem por missão
realizar a gestão dos estoques de mercadorias
na distribuição física.As atividades
englobam recepção, expedição,
manuseio e armazenagem de mercadorias, administração
de informações, emissão de notas
fiscais, conhecimentos de transporte e outros documentos
e, em alguns casos, agregação de valor
intrínseco (físico) como a colocação
de embalagens e rótulos e a preparação
de kits comerciais.
CENTRO DE SEPARAÇÃO DE CARGAS –
Centro de recebimento de cargas que são separadas
para serem expedidas para seus destinos.
CENTRO FLEXÍVEL DE MANUFATURA – FMC
– Sistema automático com máquinas
por CNC e com alimentação e descarga por
manipuladores, com facilidade de mudança rápida
de produtos.
CENTRO LOGÍSTICO – Centro de Distribuição
que inclui serviços operacionais agregando valor
aos produtos e materiais que processa.
CERTIFICAÇÃO - Ato formal de reconhecimento
que a empresa realizou uma série de atividades
planejadas e documentadas para garantir que os seus
produtos/serviços sejam fabricados segundo certos
padrões.
CERTIFICAÇÃO – Modo pelo
qual uma terceira parte dá garantia escrita de
que um produto, processo ou serviço está
em conformidade com os requisitos especificados.
CERTIFICAÇÃO DE FABRICAÇÃO
DO PRODUTO – Comprovação da
capacidade de se produzir produtos conforme as especificações,
verificadas no controle estatístico do processo
e comprovação dos requisitos funcionais
e operacionais estabelecidos no projeto.
CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DO PRODUTO
– Verificação se o projeto cumpre
os objetivos iniciais de atender as especificações
técnicas e se todos os problemas encontrados,
foram resolvidos e corrigidos.
CFM - Continuous Flow Manufacturing.
CFR - Cost and Freight ou Custo e Frete.
CG - Consumer Goods.
CHAPA - É a denominação
dada ao profissional autônomo que é contratado
pelo motorista de caminhão para fazer o carregamento
ou descarregamento da carga, na origem ou destino.
CHATA - Barcaça larga e pouco funda.
CHICOTES - São os cabos que fazem a ligação
entre o cavalo mecânico e a carreta para a passagem
de fios elétricos (luz da lanterna, luz de freios/ré
e luz da placa do veículo) e para os fluídos
(óleo) de acionamento dos freios.
CI - Continuous Improvement
CICLO DA QUALIDADE (1) - Atividades interdependentes,
que influenciam a qualidade nas diferentes fases.
CICLO DA QUALIDADE (2) – Modelo conceitual
de atividades interdependentes que influenciam a qualidade,
nas diferentes fases, variando desde a identificação
das necessidades até a avaliação
do atendimento destas necessidades.
CICLO DE DEMING – Ciclo de interação
constante entre pesquisa, projeto, produção
e vendas, para se chegar a uma melhor qualidade para
os usuários.
CICLO DE FABRICAÇÃO – Tempo
transcorrido entre o recebimento da matéria-prima
e o envio do produto ao cliente final ou o recebimento
nos armazéns de produtos acabados.
CICLO DE PRODUÇÃO – Tempo
entre o término de duas unidades de uma determinada
produção.
CICLO DE SUPRIMENTO – Tempo decorrido entre
a colocação de uma ordem e outra.
CICLO DE VIDA - A seqüência pela qual
o produto, o maquinário e o equipamento passam
da concepção ao esgotamento do seu valor
residual.
CICLO DE VIDA – ANÁLISE –
Técnica de projeção quantitativa
baseada em modelos históricos de outros produtos
que passaram pela introdução, crescimento,
maturidade, saturação e declínio,
similares a nova família em desenvolvimento.
CICLO DE VIDA DE UM PRODUTO – Período
de tempo entre a data de introdução e
a data final de um produto no mercado. Fases: introdução,
crescimento, maturidade, saturação, declínio
e retirada.
CICLO PaFVA - (Padronizar, Fazer, Verificar,
Agir) - Aperfeiçoamento do ciclo PDCA, onde a
administração decide primeiro criar o
padrão, antes de desempenhar a função
regular de PDCA.
CICLO PDCA - (Padronizar, Fazer, Verificar, Agir)
- Adaptação do ciclo Deming, que afirma
que todas as ações administrativas melhoram
através da aplicação cuidadosa
da seqüência: planejar, fazer, verificar,
agir.
CIF – Cost, Insurance and Freight ou Custo,
Seguro e Frete. Neste caso, o material cotado já
tem tudo embutido no preço, ou seja, é
posto no destino. Condição em que o vendedor
é responsável pelos custos, seguro marítimo
e despesas de frete dos produtos.
CINTA COM DIVISÃO - Moldura com uma aba
de interligação para suportar o “teto”
da caixa de papelão ondulado.
CINTAMENTO - Aplicação de cintas
de segurança em embalamento ou acondicionamento.
CINTAS DE REFORÇO - Moldura colocada por
dentro junto às paredes da caixa de papelão
ondulado para aumentar a resistência de coluna.
CIP - Carriage and Insurance Paid To ou Transporte
e Seguro Pagos Até.
CÍRCULOS DE CQ - Grupo que desempenha
voluntariamente atividades de controle de qualidade
no local de trabalho, realizando estas tarefas continuamente,
como parte de um programa na empresa inteira, de controle
de qualidade, desenvolvimento próprio, ensino
mútuo, controle do fluxo e melhoramento no local
de trabalho.
CKD – Exportação de veículos
completos desmontados.
CKP – Área de produção
das unidades CKD.
CLASS - Capacity Loading and Operation Sequence
Scheduling.
CLASSE MUNDIAL (WORLD CLASS) – Prática
ou conjunto de práticas que diferencia uma empresa
das demais, tornando-a mais competitiva no mercado em
que atua.
CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS –
Atividade responsável pela Identificação,
Codificação e Catalogação
de materiais e fornecedores.
CLIENTE (1) – Entidade compradora que se
caracteriza por ser uma entidade jurídica, como
por exemplo, uma outra empresa industrial ou estabelecimento
atacadista ou de varejo.
CLIENTE (2) – Pessoa ou organização
que recebe um produto, um serviço ou uma informação
mediante retorno.
CLIENTE DE PROJETO - Aquele que patrocine ou
ordene um estudo e remunere o consultor por este trabalho.
CLIENTE EM GERAL - Pessoa ou entidade que troca
recursos monetários por um produto ou serviço.
CLIENTE INTERNO (1) – Área que recebe
um produto ou serviço, como material, serviço
ou documento de qualquer outra área da organização.
CLIENTE INTERNO (2) - Qualquer pessoa, departamento
ou divisão que recebe um produto ou serviço
(geralmente peças ou suprimentos, mas também
relatórios e documentos, ou ainda assessoria
profissional) de outra pessoa ou departamento da mesma
organização (fornecedor interno).
CLIENTE INTERNO (3) – Recebedor do resultado
da atividade de uma outra pessoa ou departamento, que
pode abranger produto, serviço ou informação.
CLUSTER - São concentrações
geográficas de empresas interligadas entre si,
que atuam em um mesmo setor com fornecedores especializados,
provedores de serviços e instituições
associadas.
CM - CATÁLOGOS DE MATERIAIS - Têm
por finalidade consolidar e divulgar os dados de Identificação
e Codificação de Itens de Suprimento adquiridos
pela empresa.
CMRP - Capacitated Material Requirements Planning.
CO-OPETITION – Colaboração
entre empresas concorrentes para atender a uma necessidade
específica do cliente ou aproveitar uma janela
de oportunidade do mercado.
COACH – Facilitador da utilização
cada capacidade de cada elemento da cadeia de distribuição.
COBERTURA MÉDIA - É a indicação
de quantas vezes o estoque se renovou durante o período
(n). CM = 12/Cr ou sejam os 12 meses do ano divididos
pelo coeficiente de rotação.
COD – Collect on Delivery, ou Cobrança
na Entrega. Também pode ser Cash on Delivery,
ou Pagamento Contra Entrega.
CODE STICHING - Tecnologia que permite decifrar
e reconstruir os códigos de barras danificados
ou truncados.
CODIFICAÇÃO DE FORNECEDOR –
Representação dos dados de identificação
dos fornecedores de itens de suprimento por meio de
códigos numéricos de composição
uniforme.
CODIFICAÇÃO DE MATERIAL - Compreende
a apropriação de códigos numéricos
para itens de suprimento, agrupados ou individualizados
e sob as seguintes denominações: Código
de grupo, Código do Subgrupo, Código de
Identificação, Código de Estoque.
CODIFICAÇÃO DE MATERIAL –
Representação dos dados de identificação
dos itens de suprimento por meio de códigos numéricos
de composição estruturada.
CÓDIGO BIDIRECIONAL - Lido pelo scanner
em ambos os sentidos e depois decodificado no sentido
correto.
CÓDIGO CONTÍNUO - Os espaços
fazem parte da codificação.
CÓDIGO DE BARRAS – Série
alternativa de barras e espaços, representando
a informação em código que poderá
ser lida por leitores eletrônicos. O código
de barras destina-se a facilitar e aprimorar a entradas
de dados em um sistema de computação.
CÓDIGO DE REFERENCIA DO FORNECEDOR - O CR
- Código de Referencia do Fornecedor, comumente
denominado Nome da Peça, Número da Peça
ou “Part Number”, é um código
adotado pelo fornecedor para representar item de suprimento
de sua fabricação ou venda.
COEFICIENTE DE ROTAÇÃO - É
a relação entre as retiradas de um estoque
e o seu próprio estoque médio: Cr = saídas/estoque
médio.
COFC – Situação que se caracteriza
pela colocação de um contêiner sobre
um vagão ferroviário, sendo um doublestack,
quando são colocados dois contêineres.
COFRE DE CARGA - O mesmo que container.
COLETOR – ou Scanner, equipamento utilizado
para a leitura ótica de códigos de barras.
COLETORA - Leitora ótica (scanner em inglês)
de códigos de barras utilizada para o reconhecimento
de volumes em centros de distribuição.
Em conjunto com um Sistema de Rádio Freqüência
e um Sistema de Administração de Armazéns
constitui-se numa das principais ferramentas para operações
de alta velocidade em centros de distribuição.
COMAKERSHIP/PARTNERSHIP (1) - É a estratégia
dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores
no complexo empresarial do cliente. Realiza-se através
do "just in time" e "free pass"
podendo alcançar inclusive uma integração
estratégica.
COMAKERSHIP/PARTNERSHIP (2) – Estratégia
dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores
nas instalações da empresa. Obtém-se
o just in time e o free pass.
COMBOIO - Conjunto de veículos que seguem
juntos para um mesmo destino. Utilizado principalmente
por motivo de segurança; carros de munições
e mantimentos que acompanham forças militares;
composição ferroviária (em Portugal).
COMMODITY – Artigo ou mercadoria com especificação
comum no mercado, sem diferenciações e
de fácil obtenção.
COMMS – Customer-oriented manufacturing
management system.
COMPRA POR LOTE FIXO – Compra de lotes
fixos de materiais, determinados por técnica
econômica e que sempre é realizada em períodos
variáveis, devido a não constância
da demanda.
COMPRA POR PERÍODO FIXO – Abastecimento
de itens padrões realizados sempre num período
fixo, como semanal e mensal, aplicado em material de
escritório, informática, limpeza e manutenção,
sempre utilizando listagens padrões.
COMPRAR OU FABRICAR – Técnica de
análise para se decidir se a empresa deverá
produzir ou comprar um determinado item.
COMPUTADOR DE BORDO – Utilizado em veículos
para cálculo do consumo de combustível,
autonomia, distância percorrida, distância
até o destino final, velocidade média,
etc.
COMUNICAÇÃO DE DADOS VIA RÁDIOFREQUÊNCIA
– É um sistema no qual a comunicação
é feita através de uma conexão
entre o servidor e o recurso de coleta de dados, tais
como terminais.
CONCEITO DO MERCADO - Definição
concisa do conjunto de necessidades dos usuários
de um segmento de mercado e suas características,
como o perfil das pessoas que formam parte deste segmento
de mercado.
CONDOMÍNIO INDUSTRIAL – Instalação
de unidades avançadas das empresas fornecedoras
no mesmo terreno da empresa montadora.
CONFERÊNCIA DOCUMENTAL - Verificação
da conformidade dos documentos relativos aos materiais
e componentes recebidos, a saber: Notas fiscais, manuais,
certificados, entre outros.
CONFERÊNCIA FÍSICA - Verificação
da condição física dos materiais
e produtos recebidos quanto a integridade dos mesmos
e das embalagens e quanto a conformidade em termos de
qualidade e validade.
CONFERÊNCIA QUANTITATIVA - Verificação
da conformidade dos materiais no tocante a quantidade.
CONFIABILIDADE – propriedade de um sistema,
aparelho ou componente de funcionar adequadamente durante
um intervalo de tempo.
CONFIABILIDADE DAS MÁQUINAS - A probabilidade
que maquinário e equipamento podem funcionar
continuamente, sem falha, por um intervalo específico
de tempo quando operados em condição determinada.
CONFIABILIDADE DO ITEM - É a probabilidade
de que um item irá continuar a funcionar nos
níveis de expectativa do cliente e em um ponto
de medição, sob condições
ambientais e de ciclo de serviços especificados.
CONFIABILIDADE DO PRODUTO - É a capacidade
do produto de funcionar por um determinado tempo, sem
parada para reparos.
CONFORMIDADE - Atendimento a requisitos especificados.
O não atendimento é então, uma
não-conformidade.
CONHECIMENTO DE TRANSPORTE - Documento emitido
pelo transportador, que confirma o recebimento das mercadorias
a transportar e constitui o contrato de transporte entre
o embarcador e o transportador, para os diversos modais
de transporte.
CONSIGNAÇÃO – Materiais que
ficam de posse dos clientes, mas que permanecem de propriedade
do fabricante e somente deverão ser pagos quando
vendidos para terceiros.
CONSOLIDAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO
– Ordenação sistemática
de documentos pertinentes a uma determinada parte do
projeto, produto ou processo, sucessivamente agrupados,
até se ter todos os documentos do projeto, observada
a articulação entre os mesmos.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (1) –
Técnica de abastecimento onde um caminhão
visita todos os fornecedores todos os dias retirando
as mercadorias programadas para atender a compradora
naquele dia.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (2)- Consiste
em criar grandes carregamentos a partir de vários
outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo
dos fretes. É preciso um bom gerenciamento para
utilizar este método, pois é necessário
analisar quais cargas podem esperar um pouco mais e
serem consolidadas. Se mal executado, compromete a qualidade
do serviço de transportes, pois gerará
atrasos.
CONSÓRCIO – Forma de cooperação
entre duas ou mais empresas para operar em determinado
negócio.
CONSUMIDOR (1) – Trata-se de pessoa física
que adquire produtos para consumo rápido e renovação
periódica da compra.
CONSUMIDOR (2) – Tipo diferenciado de usuário,
que consome produtos em curtíssimo prazo.
CONTABILIDADE DOS ESTOQUES – Atividade
contábil que se preocupa na valoração
de todos os itens em estoque, utilizando um sistema
perpétuo ou periódico.
CONTAGEM CÍCLICA - Contagem realizada
rotineiramente em itens com divergência ou a confirmar
no estoque.
CONTAINER - Equipamento de metal no formato de
uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos
materiais, fazendo assim uma unitização
de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior,
não sofrem danos durante o percurso e nem em
caso de transbordo para outros modais. São reutilizáveis
e possuem quatro tamanhos principais de 30, 25, 20 e
10 toneladas.
CONTENEIRIZAÇÃO - Consolidação
de produtos acabados ou semi acabados em contêineres,
para serem movimentados até o descarregamento
final, em geral no exterior.
CONTINUOUS IMPROVEMENT (MELHORIA CONTÍNUA)
- Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade
Total que reflete uma determinação inabalável
para eliminar as causas dos problemas. É o oposto
da mentalidade de “apagar incêndios”.
CONTRACT LOGISTIC - Logística contratada.
Operação delegada ao operador logístico.
CONTROLE – Atividade que tem por objetivo
ajustar o realizado, durante a execução,
com o planejado e que se divide em partes como segue:
acompanhamento, avaliação, decisão
e retroalimentação.
CONTROLE CONTÍNUO DO PROCESSO –
Utilização de sensores para monitorar
um processo e realizar automaticamente as alterações
na operação através de alças
de retroalimentação.
CONTROLE DA CAPACIDADE (1) – Medição
do volume de produção e comparação
desta produção com a capacidade planejada,
determinar estas variações e determinar
ações corretivas para se retornar aos
limites das variações planejadas.
CONTROLE DA QUALIDADE (2) - Conjunto de atividades
planejadas e sistemáticas, implementadas no sistema
de qualidade e demonstradas como necessárias
para prover confiança adequada de que uma entidade
atenda os requisitos para a qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE (3) – Técnicas
e atividades operacionais, utilizadas para atingir os
requisitos da qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE DE PROJETOS – Monitoramento
dos resultados do projeto para determinar se atende
aos padrões relevantes de qualidade e se as causas
de um desempenho insatisfatório estão
afastadas.
CONTROLE DE CUSTO – Atividade para eliminar
desperdícios caracterizados pela utilização
de insumos em quantidade acima dos valores padrões
determinados pelo projeto.
CONTROLE DE DOCUMENTOS – Sistemática
de controle de documentos para garantir a utilização
sempre da versão atual.
CONTROLE DE ESTOQUES – Técnicas
e atividades para se manter um determinado nível
de estoque de itens como: matéria-prima, materiais
em processo e produtos acabados.
CONTROLE DE PROCESSO (1) - conjunto de atividades
a partir das quais se assegura que um dado processo
gere os resultados de acordo com o objetivo.
CONTROLE DE PROCESSO (2) – Função
exercida para manter um processo dentro de uma faixa
de capabilidade pela retroalimentação
e correção.
CONTROLE DE QUALIDADE - Técnicas e atividades
operacionais utilizadas para atingir os requisitos de
qualidade.
CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP)
- O uso de técnicas estatísticas, tais
como gráficos de controle, para analisar um processo
ou seu resultado de maneira a tomar ações
apropriadas para atingir e manter um estado de controle
estatístico e melhorar a capacidade do processo.
CONVEYOR – Transportador contínuo.
CORE BUSINESS - Relativo ao próprio negócio
ou especialidade no negócio que faz.
CORREDOR – Área para tráfego
de pessoal, material ou equipamentos.
COST DRIVES – Fatores direcionadores de
custo.
CP - Um índice de capacidade, que é
a razão da tolerância especificada da peça
para a distribuição 6? do processo sem
levar em conta a localização dos dados.
É calculado depois da verificação
de que o processo está estatisticamente controlado.
CP / CPK - São indicadores da capabilidade
do processo. Cp relaciona a variação natural
do processo com a especificação
CPC - Commerce Planning Colaboration.
CPFR - Collaborative Planning, Forecasting and
Replenishment ou Planejamento Colaborativo de Previsão
e Reabastecimento.
CPIM - Certified in Production and Inventory
Management.
CPM - Certified Purchasing Manager.
CPK - Um índice de capacidade que considera
tanto a distribuição do processo quanto
a proximidade da distribuição em relação
aos limites de especificação. É
calculado depois da verificação de que
o processo está estatisticamente controlado.
CPM – CRITICAL PATH METHOD – Uma
técnica de planejamento por rede para a análise
dos tempos de execução de um projeto,
utilizada para o planejamento e controle das atividades
de um projeto, identificando os elementos que atualmente
funcionam como restrição na redução
do tempo total.
CPT - Carriage Paid To ou Transporte Pago Até.
CPV - O custo dos produtos vendidos é
maior quando a venda se eleva, já que o custo
unitário de um produto vendido é constante,
e dado de entrada da formação do preço.
CQ - Controle de qualidade que compreendendo
um sistema de meios para fazer, economicamente, produtos
ou serviços que satisfação as necessidades
do consumidor.
CR - Código de Referência do Fornecedor
CRM - Customer Relationship Management ou Gerenciamento
do Relacionamento com o Cliente ou Marketing One to
One.
CRONOGRAMA - É um plano que descreve as
tarefas, obrigações, acontecimentos e
tempos requeridos para oferecer um produto que atenda
aos requisitos e expectativas dos clientes.
CROSS DOCKING – Passagem das mercadorias
que chegam, rapidamente para a expedição
destas mesmas mercadorias para os clientes. O cross-docking
é um sistema no qual os bens entram e saem de
um centro de distribuição (CD), sem ali
serem armazenados. Permite aumentar o giro dos estoques.
Pode também ser definido como o movimento simultâneo
de materiais recebidos, das docas de recebimento para
as docas de expedição.
CRP - Capacity Requirements Planning.
CRP - CONTINUOUS REPLENISHMENT PROGRAM - Suprimento
contínuo entre parceiros comerciais, com informações
relativas às vendas reais dadas pelos scanners,
com suprimento ajustado ao necessário, com a
manutenção de estoques mínimos
e com informações comparadas com a previsão
de demanda previamente acordada entre os parceiros comerciais.
CTD - Combined Transport Document ou Documento
de Transporte Combinado.
CUBAGEM (1) – Método para a programação
de colocação de caixas com mercadorias
dentro de um baú ou container, para garantir
a melhor ocupação volumétrica e
colocar o centro de gravidade das cargas o mais próximo
possível do centro geométrico do contentor.
CUBAGEM (2) - Volume cúbico disponível
para estocar ou transportar. Calcula-se o metro cúbico
multiplicando-se o comprimento pela largura e pela altura.
CURVA DE APRENDIZADO – Função
que reflete o ritmo de elevação das habilidades
e capacidades a medida que são produzidas mais
unidades de um certo item, resultando num tempo de produção
menor com o decorrer do tempo.
CUSTEIO POR ABSORÇÃO – Sistema
de custeio para valoração do produto acabado,
semi-acabados e pré-montados onde uma parcela
dos custos fixos departamentais são assumidos
por cada unidade produzida. A absorção
do custo fixo é realizada pelo cálculo
da taxa horária do departamento ou da máquina,
multiplicado pelo tempo de conformação
ou montagem dos componentes intermediários ou
do produto.
CUSTO BÁSICO - São custos padrões
definidos numa certa ocasião, e nunca mais alterados
para que não se perca a referência histórica.
Poderemos então utilizar os números para
a montagem de séries históricas elucidativas.
CUSTO CORRENTE - Custo padrão que poderá
ser atingido, desde que haja um esforço generalizado
para se atingir este objetivo.
CUSTO DA QUALIDADE – Custos dos produtos
fabricados de maneira defeituosa, custos dos defeitos
ocorridos no cliente, custo da inadequação
com os requisitos do cliente e custo das atividades
de controle da qualidade.
CUSTO DE AQUISIÇÃO – Valor
que envolve os custos de cotação e do
produto ou serviços em si e custos decorrentes
da entrega.
CUSTO DE ARMAZENAGEM – Valor que envolve
gastos com espaço para armazenagem e pessoal
para movimentação do produto.
CUSTO DE ESTOQUE – Valor que envolve preço
do produto ou serviço, custo de cotação,
custo de pedido, custo de armazenagem e despesas de
venda.
CUSTO DE FALTA OU STOCKOUT COST - É o
custo considerado pela falta de um item, por falta de
estoque, quando se recebe um pedido. Este custo pode
ser variado, devido a se perder um pedido total ou parcial,
pelo custo de se repor de forma urgente ou pelo custo
de se alterar toda a programação de produção
para fabricá-lo.
CUSTO DE OBSOLESCÊNCIA - É o custo
de se manter em estoque itens obsoletos ou sucateados.
Geralmente os itens obsoletos são componentes
de equipamentos ou máquinas fora de linha de
fabricação.
CUSTO DE OPORTUNIDADE – Retorno do capital
que poderia acontecer, se não fosse utilizado
nos atuais investimentos realizados.
CUSTO DE PEDIDO – Valor que envolve todos
os gastos para se fazer um pedido, como gasto com pessoal,
telefone, papel, lápis e tudo mais que for necessário
para a confecção do pedido. Ou é
o custo considerado somando basicamente as operações
de fazer a solicitação a Compras, acompanhar
seu atendimento, fazer o recebimento, inspecionar quando
da chegada, movimentá-lo internamente e fazer
seu pagamento.
CUSTO DE VENDA – Valor que envolve gastos
com propaganda, emissão de nota fiscal e comissão
de vendedores.
CUSTO DO CICLO DE VIDA (LCC) - A soma de todos
os fatores de custo incorridos durante a expectativa
de vida do maquinário.
CUSTO FIXO – Dispêndios da empresa
que serão absorvidos no produto via custo departamental
e que não se alteram em curto prazo. com a variação
do volume da produção.
CUSTO GLOBAL - A avaliação a custo
global refere-se ao fato de se avaliar os fornecedores,
no que diz respeito aos aspectos econômicos, comparando-os
operacionalmente, não com base no preço,
mas com base no custo global que eles acarretam à
empresa cliente. O custo global envolve o custos da
qualidade, custos de confiabilidade, custos de tempo
de resposta, custos de lotes de reabastecimento, custos
de falta de aperfeiçoamento, custos de obsolescência
tecnológica e o preço.
CUSTO GLOBAL DO FORNECIMENTO – Custo que
o fornecimento de um item acarreta para a empresa, com
qualidade, confiabilidade, tempo de resposta, lotes
de reabastecimento, falta de aperfeiçoamento,
custos da obsolescência e preço.
CUSTO IDEAL - Custos padrões mínimos
sem folgas que constituem a meta mais ambiciosa da eficiência
da produção.
CUSTO LOGÍSTICO - É a somatória
do custo do transporte, do custo de armazenagem e do
custo de manutenção de estoque.
CUSTO MARGINAL – Custo adicionado, quando
a quantidade gerada numa operação ou processo,
é elevada de uma unidade.
CUSTO MÉDIO – Custo estimado total,
incluindo absorção dos custos departamentais,
para se produzir um lote de produtos, dividido pelo
número das unidades produzidas e de boa qualidade.
CUSTO TOTAL DA REVENDA - É a somatória
de todos os custos de um produto para revenda ou serviço,
considerando os custos de aquisição, custos
de pedido, estoque, armazenagem, custo de venda e despesas
de entrega.
CUSTO VARIÁVEL DO PRODUTO – Resultado
da divisão do custo fixo da empresa num determinado
período, pela quantidade de produtos produzidos
neste mesmo período.
CUSTOS – Dispêndios que são
absorvidos ao valor do produto e incorporados no valor
dos estoques de produtos acabados.
CVB – Completed Build Up.
CWQC: "Company-Wide Quality Control"-
Termo usado, de maneira genérica, com o mesmo
sentido de TQC ( "Total Quality Control ")
estratégia que consiste em projetar, produzir
e pôr à disposição dos clientes
novos produtos e serviços que proporcionem sua
plena satisfação a um nível de
preço aceitável, através do envolvimento
de todos da organização, dos fornecedores
e dos canais de distribuição. Outros aspectos
fundamentais desta abordagem são a cultura do
melhoramento contínuo e a cultura dos processos.
Através desta estratégia, a empresa busca
maior competitividade e a garantia de sua prosperidade
e sobrevivência.
D
DADOS DE BENCHMARK - São os resultados
de uma investigação para determinar como
os concorrentes ou as empresas líderes de classe
obtém seu nível de desempenho.
DAF - Delivered At Frontier ou Entregue na Fronteira.
DC - Distribution Center.
DDP ou DOOR TO DOOR - Delivered Duty Paid ou
Entregue com Taxas Pagas.
DDU - Delivered Duty Unpaid ou Entregue sem Taxas
Pagas.
DECLARAÇÃO DO FORNECEDOR –
Modo pelo qual um fornecedor dá garantia escrita
de que um produto, processo ou serviço está
em conformidade com os requisitos especificados.
DELAY – Espera.
DEMAND CHAIN MANAGEMENT - Gerenciamento da Cadeia
de Demanda.
DEMANDA - Chamamos então de demanda o
número de unidades de uma certa mercadoria ou
serviço que os consumidores estariam dispostos
a comprar, numa certa unidade de tempo, em condições
explícitas de ocasião, lugar e preço.
DEMANDA DEPENDENTE – Demanda derivada da
desagregação das fichas de montagem e
estrutura da listagem de materiais de um item ou produto
agregado, não sendo, portanto projetada, mas
simplesmente calculada. O item que atende a montagem
tem demanda dependente e o mesmo item que atende a reposição
têm demanda independente.
DEMANDA DO MERCADO – Quantidade de produtos
ou serviços que os usuários estão
prontos a adquirir a um certo preço.
DEMANDA INDEPENDENTE – Demanda de um item
que não tem nenhuma relação com
a demanda de outros itens, como a demanda de peças
sobressalentes.
DEMING – CICLO – Tradicional roda
PDCA (plan-to-check-action) utilizada para mostrar a
interação entre marketing de desenvolvimento,
desenvolvimento de produtos, produção
e vendas, para se melhorar a qualidade da operação.
DEMING 14 – Prática de administração
proposta por Deming como segue: adote o propósito
de melhoria contínua dos produtos e serviços,
adote uma nova filosofia, não dependa de inspeção
para se ter qualidade, reduza os custos utilizando fornecedores
parceiros, adote a melhoria contínua dos processos,
treine constantemente os colaboradores, fortaleça
as lideranças, combata o temor, promova a integração
das áreas, elimine os apelos e metas, elimine
quotas e objetivos, remova as causas da falta de dignidade,
eduque o seu pessoal e faça que todo mundo participe
da mudança.
DEMURRAGE – Multa paga pelo contratante,
quando o navio contratado demora nos portos, mais do
que o acordado.
DENSIDADE DE EMBALAGEM - CUBAGEM UNITÁRIA
- Quantidade de embalagem de comercialização,
que cabe em um metro cúbico.
DENSIDADE DE VALOR - Valor de venda do produto,
dividido pelo seu volume.
DEPRECIAÇÃO – Alocação
ao valor do ativo permanente, da redução
de seu valor segundo regras estabelecidas, valores que
são levados a custo da produção
ou às despesas mensais.
DEQ – Delivery ExQuay - O fornecedor entrega
a mercadoria no cais do porto de destino.
DES - Delivered Ex SHIP ou Entrega no Navio.
DESDOBRAMENTO DO PLANO DE AÇÃO
- Implantação dos planos de ação
de um programa Kaizen, diretamente pelos gerentes de
linha e indiretamente através da organização
multifuncional.
DESEMPENHO - Nível em que o produto e
sua embalagem desempenham os requisitos, mantém
a sua utilidade ao longo do tempo especificado, de maneira
confiável e segura, antes de ser descartado.
DESENHO DE LEIAUTE – Desenho em que está
a aprovação da embalagem impressa.
DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO (1) - Conjunto de
ações de engenharia, com a finalidade
de transformar as especificações do Marketing
de Desenvolvimento, em um artigo industrial manufaturável.
DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO (2) – É
um conjunto de tarefas de cunho técnico, com
o intuito de fazer o projeto do produto crescer em detalhamento,
funcionalidade e resolução de pontos críticos
de apresentação e manufaturabilidade.
DESLOCAMENTO - Mudança de mercadorias
de local por manuseio, movimentação ou
transporte.
DESOVA – Retirada dos itens de um contêiner.
DESPACHO – Atividade de carregamento que
envolve controle, abastecimento de combustível,
motoristas, equipamentos e espaço em terminais.
DESPATCH ou PRESTEZA – Prêmio devido
ao contratante, quando o navio contratado permanece
nos portos, menos tempo do que o acordado.
DESPESAS – Dispêndios debitados periodicamente
à conta de resultado e que não incorporam
ao valor do produto acabado.
DEVOLUÇÃO – Redespacho das
mercadorias que deverão ser retornadas ao fornecedor.
DFDC – Coleta de dados por rádio
freqüência.
DIAGRAMA CAUSA E EFEITO – Diagrama que
ilustra as causas principais e secundárias que
determinam a ocorrência de um efeito ou de um
sintoma, que denominamos problema.
DIFERENCIAÇÃO - Diferenças
positivas geradas no desenvolvimento do projeto, a respeito
da forma, da tecnologia, dos materiais, da funcionalidade,
da embalagem e do visual mercadológico e que
agradarão o usuário.
DIRECT STORE DELIVERY – Entrega Diretamente
na Loja.
DIRETRIZES DE PLANEJAMENTO - Diretrizes que deverão
ser utilizadas em comum em todos os planejamentos setoriais
da empresa.
DIRETRIZES ESTRATÉGICAS – Conjunto
de indicações de caráter amplo,
que direcionam a atuação da empresa como
um todo e orientem ou canalizam os critérios
no processo de tomada de decisão para a escolha
dos objetivos estratégicos globais.
DISTRIBUIÇÃO – Atividade
associada a movimentação de materiais
como produtos e partes sobressalentes, deste o fabricante
até o cliente final.
DISTRIBUIÇÃO FÍSICA –
Compreende as funções de faturamento,
separação de pedidos, transporte e centros
de distribuição.
DISTRIBUIÇÃO REVERSA – Processo
pelo qual uma empresa coleta de seus usuários
finais os seus produtos usados, danificados ou obsoletos,
além de embalagens ou partes de seus produtos.
DOCA - interface entre a expedição,
e os transportes com a finalidade de facilitar o carregamento
e descarregamento de mercadorias.
DOCK RECEIPT – Recibo de Doca.
DOCK-TO-STOCK TIME – tempo decorrido entre
o recebimento do material na doca e a sua disponibilização
no estoque para venda.
DOCUMENTAÇÃO – Processo de
coletar e organizar documentos ou informações
contidas nestes documentos.
DOLLY ou ROMEU E JULIETA - Um reboque com uma
quinta roda, usada para converter um semi-reboque em
reboque. É muito utilizado para o transporte
de cana de açúcar.
DORMENTE - Nome dado às travessas, geralmente
de madeira, em que assentam os carris da linha ferroviária.
DPS – Digital Picking System.
DRP – Distribution Resource Planning ou
Planejamento dos Recursos de Distribuição.
DRAGAGEM - Serviço de escavação
nos canais de acesso e áreas de atracação
dos portos para manutenção ou aumento
da profundidade.
DRAW-BACK - Envolve a importação
de componentes, sem pagamento de impostos (IPI, ICMS,
Adicional ao Frete para Renovação da Marinha
Mercante e Imposto sobre Prestações de
Serviços de Transporte Estadual), vinculada a
um compromisso de exportação. Restituição
de imposto alfandegário ou aduaneiro que é
pago na importação de produtos que mais
tarde serão exportados.
DRIVE-INS – Estrutura de verticalização
dos estoques usada, preferencialmente, em casos onde
se tem um grande volume de materiais e poucas variedades
de itens, não perecível e de pouca seletividade.
Estruturas de aço semelhante aos porta-páletes
contendo longarinas verticais em formas de colunas,
servindo para armazenagem de grandes quantidades de
páletes.
DRIVEWAY ACESS – Rampa niveladora.
DROPSHIP – Muitas paradas para entrega
de produtos em muitos locais por um mesmo veículo.
DRY-PORT – Porto Seco.
DRW (DAILY ROUTINE WORK) - Aplicação
diária do PDCA em todas as atividades de tipo
repetitivo da empresa, a fim de satisfazer as necessidades
e as expectativas do cliente (interno ou externo). A
essência do DRW é a orientação
de todos ao seu cliente. Constitui-se no instrumento
gerencial para o melhoramento, a pequenos passos, das
atividades que não estão na política
anual e manutenção dos serviços
de todas as unidades da empresa.
DSD – Direct Store Delivery – Mercadorias
entregues diretamente às lojas a partir das fábricas,
sem passar pelo depósito do distribuidor ou centro
de distribuição do fabricante.
DSE - Declaração Simplificada de
Exportação.
DTD - DOCK TO DOCK - É o tempo decorrido
entre o recebimento da matéria-prima até
a expedição dos produtos acabados.
DUN - DISTRIBUITION UNIT NUMBER - Código
de barras onde se acrescenta o dígito que trata
da variante logística.
E
EADI - Estação Aduaneira Interior.
EAI - Enterprise Application Integration, que
faz a integração de sistemas internos.
EAN - EUROPEAN ARTICLE NUMBERING - ASSOCIAÇÃO
INTERNACIONAL DE E NUMERAÇÃO DE ARTIGOS
- União dos representantes de 12 países
europeus (Inicialmente: European Article Numbering),
sistema de codificação que foi projetada
para ser compatível com o sistema UPC em uso
nos Estados Unidos.
EC - Electronic Commerce.
ECONOMIA DE ESCALA – Economia representada
pela redução do custo unitário
de um produto, ocasionado pela distribuição
dos custos fixos da fábrica, por uma maior quantidade
de produtos fabricados.
ECR – EFFICIENT CONSUMER RESPONSE –
Processos desenvolvidos para se proporcionar uma rápida
resposta as exigências do mercado, para o desenvolvimento
de lançamento de produtos, no atendimento de
pedidos, na produção por encomenda, na
recuperação de falhas, na adaptação
às mudanças do mercado, ou seja, uma administração
flexível.
ECR - Efficient Consumer Response. Um modelo
estratégico de negócios, no qual fornecedores
e varejistas trabalham de forma integrada, visando melhorar
a eficiência da cadeia logística, de forma
a entregar maior valor ao consumidor final.
EDI (ELECTRONIC DATA INTERCHANGE) - Troca contínua
de informações, através da rede
de informação, entre fornecedores e clientes
para obter vantagens: eliminação de pedidos
escritos, transação em tempo real, faturamento
automático, eliminação de documentos
e sistema de planejamento/programação
integrado e comum.
EDI SERVER – Computador, software, caixas
postais, e facilidades de transações que
constitui o centro geral do EDI.
EDIFACT – Eletronic Document Interchange
for Administration, Commerce and Transportation.
EFI - Electronic Freight Invoice.
EFICIÊNCIA – Porcentagem da saída
real de um sistema de produção, em relação
à saída esperada ou padrão não
sendo, portanto uma relação de saída
e entrada de um sistema.
EFICIÊNCIA DA OPERAÇÃO –
Relação da produção atual
de um equipamento, departamento ou fábrica comparada
com a produção planejada e padrão.
EFICIÊNCIA DO FLUXO – Relação
entre o tempo necessário para produzir uma unidade
do produto e o tempo de atravessamento relativo. Relação
entre o tempo operacional e a somatória deste
tempo ao tempo de controle, de espera e de movimentação.
EFICIÊNCIA GLOBAL (1) – É
o produto do grau de disponibilidade do equipamento
x eficiência x percentual de produto bom. O conhecimento
da eficiência global pressupõe uma coleta
de dados da ineficiência existente de acordo com
as "Seis Grandes Perdas": paradas causadas
por quebras não previstas, tempo de setup e ajustes,
tempo não utilizadas e pequenas paradas, velocidade
inferior a prevista, perdas por sucata ou retrabalho
e perdas de início de produção.
As duas primeiras perdas se referem ao grau de disponibilidade
do equipamento, a terceira e a quarta à perda
de velocidade (eficiência), as duas últimas
a perdas por defeitos (são ligadas as porcentagens
de produto bom).
EFICIÊNCIA GLOBAL (2) – Obtém-se
esta avaliação se multiplicado a disponibilidade
do equipamento, pela eficiência e pelo porcentual
de produtos bons. As ineficiências dizem respeito
a: paradas, set up, tempo não utilizado, baixa
velocidade da operação, retrabalho, sucata,
início da produção.
EIS - Executive Information System.
ELETRONIC TRADING – Utilização
da EDI para o processo de compra e venda entra uma industria
e seus clientes. Comércio sem papel.
ELQ - Economic Logistic Quantity ou Quantidade
Logística Econômica. É a quantidade
que minimiza o custo logístico.
EMBALAGEM - Envoltório apropriado, aplicado
diretamente ao produto, para a sua proteção
e preservação.
EMBALAGEM DE APRESENTAÇÃO - Embalagem
que envolve a embalagem de contenção,
e com a qual o produto se apresenta ao usuário,
no ponto de venda.
EMBALAGEM DE COMERCIALIZAÇÃO -
Embalagem que contém um múltiplo da embalagem
de comercialização: constitui a unidade
para a extração de pedido e, por sua vez,
é um sub-múltiplo da embalagem de movimentação.
EMBALAGEM DE CONTENÇÃO - Embalagem
em contato direto com o produto e, portanto, tendo que
haver compatibilidade entre os materiais do produto
e da embalagem.
EMBALAGEM DE MATERIAL – Dados relativos
à apresentação de um item de suprimento,
constituídos do tipo do recipiente (ou forma
de apresentação) e conteúdo (quantidade
e unidade de medida) Exemplo: Lata com 1.000 cm ³.
EMBALAGEM DE MOVIMENTAÇÃO - Múltiplo
da embalagem de comercialização, para
ser movimentada racionalmente, por equipamentos mecânicos.
EMBALAGEM PRIMÁRIA – Embalagem que
envolve o produto, como uma lata, um vidro, um plástico.
Pode também ser considerada a unidade de venda
no varejo.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA – Embalagem
que protege a embalagem primária. É, em
geral, a unidade comercializada pelo setor atacadista.
Exemplo: bandeja de papelão para latas de cerveja.
EMBALAGEM TERCIÁRIA – Corresponde
às caixas de madeira, papelão, plástico,
etc.
EMBALAGEM QUATERNÁRIA – Envolve
o contenedor, facilitando a movimentação
e a estocagem. Corresponde, por exemplo, aos páletes.
EMBALAGEM DE QUINTO NÍVEL – É
a unidade conteinerizada ou embalagens especiais para
envio a longa distância.
EMBALAMENTO – Atividade para colocar os
produtos dentro das várias embalagens, colocá-las
dentro da embalagem de comercialização
e a paletização destas embalagens.
EMBARCAÇÃO – Denominação
genérica para veículo marítimo,
cabotagem, fluvial ou lacustre.
EMBARCADOR - Parte que embarca a carga, conforme
mencionado no conhecimento de transporte.
EMBARGO – Pedido expedido por um transportador
ou entidade reguladora para restringir o frete.
EMPENHO – Tipos e quantidades de materiais
que foram dedicadas a uma determinada ordem de produção,
ou a um determinado cliente, mas que não foram
ainda retirados dos almoxarifados ou dos armazéns
de produtos acabados.
EMPILHADEIRA ou FORK LIFT TRUCK - Equipamento
utilizado com a finalidade de empilhar e mover cargas
em diversos ambientes.
EMPILHADEIRA DE MASTRO RETRÁTIL/PANTOGRÁFICA
– Uma forma de empilhadeira que avança
a carga, permitindo que os garfos alcancem ou posicionem
um pálete ou unitizador de produtos.
EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS COM PATOLAS -
Proporciona a estabilidade de carga e veículo
através do uso de “patas” externas
ao invés de peso contrabalançado.
EMPILHADEIRAS ELÉTRICAS COM PATOLAS PANTOGRÁFICAS
– Empilhadeiras desenvolvidas a partir das empilhadeiras
de patolas convencionais diminuindo os garfos na empilhadeira
e proporcionando uma capacidade de alcance com um mecanismo
tesoura (pantógrafo).
EMPILHADEIRAS FRONTAIS A CONTRAPESO - Empregam
um contrabalanço na parte de trás da máquina
para estabilizar cargas sendo transportadas e elevadas
num mastro na frente da empilhadeira.
EMPILHADEIRAS LATERAIS - Carregam e descarregam
de um lado assim eliminando a necessidade de virar a
máquina dentro do corredor para acessar posições
de estocagem. Existem 02 tipos: ou todo o mastro se
move em um conjunto de trilhos transversalmente ao veículo
ou os garfos projetam-se de um mastro fixo em um pantógrafo.
EMPILHADEIRA SELECIONADORA DE PEDIDOS –
Veículo industrial, equipado com uma plataforma
de carga e uma plataforma de controle do operador, móvel
como um todo no mastro.
EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS - Assim como a empilhadeira
lateral, a empilhadeira tri-lateral não requer
que o veículo faça uma volta dentro do
corredor para estocar ou retirar um pálete. Ao
invés disso, a carga é levantada por garfos
que giram no mastro, ou um mastro que gira no veículo,
ou um mecanismo de garfo.
EMPILHADEIRAS TRI-LATERAIS E SELECIONADORAS DE PEDIDOS
HÍBRIDAS - São similares às
empilhadeiras tri-laterais, exceto pelo fato de que
a cabine do operador é levantada juntamente com
a carga.
EMPOWERMENT – Prática de gestão
para delegar aos empregados em geral, a responsabilidade
e a autoridade para tomarem decisões a respeito
de seu trabalha e de suas tarefas, sem aprovação
prévia ou permitir aos membros da equipe o controle
e a possibilidade de mudarem as regras.
ENDEREÇO ALEATÓRIO - A estrutura
modal é um fator de grande importância
para a padronização de equipamentos de
movimentação, e endereços para
a armazenagem. Com a padronização dos
endereços, caminha-se rumo ao endereçamento
aleatório que aceita armazenar qualquer material
acondicionado em UNIMOVs; este gerido com um sistema
de informações bem planejado (e adotado
de características de rastreabilidade), gerará
certamente, grande produtividade.
ENDING INVENTORY - Inventário Final.
ENGRADADO - Caixa ou caixote, com os lados em
forma de grade, feito de ripas de madeira.
ENTREGA – Transferência da custódia
e cuidado de contenedor cheio ou vazio do transportador
para o consignatário ou seu representante legal.
ENTREGA A TEMPO (ON TIME DELIVERY) – Entrega
realizada 100 % das vezes no prazo. Entregas adiantadas
ou atrasadas não são aceitas
ENTREGA DIRETA – Transporte de produtos
diretamente do fornecedor ao comprador.
ENTREGA DIRETA À LOJA – Método
de entrega de mercadoria diretamente ao varejista através
de uma saída nas instalações do
armazém que se destina ao varejo.
ENTREGA PARCIAL – Entrega de uma parte
da quantidade total de produtos que devem ser entregues
a um cliente em uma data específica de entrega.
EOM - Electric Overhead Monorail ou Monotrole
Aéreo Eletrificado.
EOQ - Economic Order Quantity.
EQUIFIX - Equipamentos fixos, como, por exemplo,
as estanterias.
EQUIMOV - Equipamentos de movimentação.
ERGONOMETRIA – Medição do
trabalho muscular pelo Ergonômetro.
ERGONÔMETRO – Aparelho destinado
a medir o trabalho desenvolvido por determinado músculo
do corpo humano.
ERGONOMIA – Técnica para equacionar
problemas relativos ao ajustamento do trabalho humano
ao projeto das máquinas, equipamentos e ambiente
de trabalho. Técnica para o ajustamento do usuário,
aos comandos, mostradores, forma e exercício
funcional num projeto de um produto a ser colocado no
mercado. Ciência que estuda a adaptação
do ambiente às medidas do corpo humano, considerando
assim a interação perfeita entre os funcionários
e o ambiente de trabalho, como luz, calor, ruídos,
odores e os equipamentos e ferramentas utilizados.
ERP – Enterprise Resource Planning ou Planejamento
dos Recursos do Negócio.
ESPAÇO BRUTO DE ARMAZÉM –
É o comprimento multiplicado pela largura de
uma construção, medido pelo lado externo
das paredes, expresso em m².
ESPAÇO CÚBICO PERMITIDO –
O espaço permitido por orientações,
regulamentações e restrições
de segurança com o equipamento disponível.
ECP = área de estocagem x altura de empilhamento.
ESPINHA DE PEIXE – Diagrama para análise,
que organiza as possíveis causas de um problema
de uma forma hierarquizada.
ESTABILIZAÇÃO DE CARGAS - No trabalho
de análise de carga, considera-se os aspectos
relacionados à existência de planos de
clivagem das UNIMOVs, que exigirão o uso de dispositivos
de estabilização de carga, para que os
movimentos internamente à fábrica e externamente
à empresa, sejam executados com segurança,
evitando perdas e acidentes.
ESTIBORDO - Lado direito do navio.
ESTIVADOR - Empregado das Docas que trabalha
na carga e descarga dos navios.
ESTOCAGEM DE ACESSO CONTROLADO – Área
dentro da fábrica ou do armazém que possui
itens sujeitos a furtos, onde devem ser tomadas medidas
de segurança como, por exemplo, divisórias
ou outros tipos de enclausuradores.
ESTOCAGEM EM LOCAL ALEATÓRIO – Técnica
de estocagem em que os materiais são colocados
em qualquer espaço vazio quando chegam ao local
de estocagem.
ESTOCAGEM EM LOCAL FIXO – Designação
de um local relativamente permanente para estocagem
de cada item em um armazém ou instalação
com esta finalidade.
ESTOCAGEM POR ZONA – Mercadorias estocadas
em um armazém, em grandes áreas, em dada
localização.
ESTOQUES – São todos os bens materiais
mantidos por uma organização para suprir
demanda futura.
ESTOQUE CONSIGNADO – Estoques em posse
de clientes, distribuidores, agentes, etc, cuja propriedade
continua sendo do fabricante por acordo entre eles.
ESTOQUE DE ANTECIPAÇÃO –
Estoque formado para nivelar as flutuações
previsíveis na demanda, entrega ou produção
de um item específico.
ESTOQUE DE CONTINGÊNCIA – Estoque
mantido para cobrir potenciais situações
de falha extraordinária no sistema.
ESTOQUE DE PROTEÇÃO ou HEDGE INVENTORY
- É feito quando excepcionalmente está
previsto um acontecimento que pode colocar em risco
o abastecimento normal de estoque e gerar uma quebra
na produção e/ou vendas. Normalmente são
greves, problemas de novas legislações,
período de negociação de nova tabela
de preços, etc.
ESTOQUE DE SEGURANÇA ou SAFETY STOCK -
Quantidade mantida em estoque para suprir nas ocasiões
em que a demanda é maior do que a esperada e/ou
quando a oferta para repor estoque ou de matéria-prima
para fabricá-la é menor do que a esperada
e/ou quando o tempo de ressuprimento é maior
que o esperado e/ou quando houver erros de controle
de estoque que levam o sistema de controle a indicar
mais material do que a existência efetiva.
ESTOQUE EM TRÂNSITO - Refere-se ao tempo
no qual as mercadorias permanecem nos veículos
de transporte durante sua entrega.
ESTOQUE INATIVO - Refere-se a itens que estão
obsoletos ou que não tiveram saída nos
últimos tempos. Este tempo pode variar, conforme
determinação do próprio administrador
do estoque.
ESTOQUE MÁXIMO - Refere-se à quantidade
determinada previamente para que ocorra o acionamento
da parada de novos pedidos, por motivos de espaço
ou financeiro.
ESTOQUE MÉDIO – Metade do lote médio
de compra ou fabricação, adicionado ao
estoque de segurança.
ESTOQUE MÍNIMO - Refere-se a quantidade
determinada previamente para que ocorra o acionamento
da solicitação do pedido de compra. Às
vezes é confundido com "Estoque de Segurança".
Também denominado "Ponto de Ressuprimento".
ESTOQUE PULMÃO - Refere-se à quantidade
determinada previamente e de forma estratégica,
que ainda não foi processada. Podem ser de matéria-prima
ou de produtos semi-acabados.
ESTOQUE REGULADOR - É normalmente utilizado
em empresas com várias unidades/filiais, onde
uma das unidades tem um estoque maior para suprir possíveis
faltas em outras unidades.
ESTOQUE SAZONAL - Refere-se à quantidade
determinada previamente para se antecipar a uma demanda
maior que é prevista de ocorrer no futuro, fazendo
com que a produção ou consumo não
sejam prejudicados e tenham uma regularidade.
ESTRADO - Tabuleiro de madeira ou de outros materiais
que serve de base para arrumação de mercadorias,
para serem deslocadas ou armazenadas com recursos de
equipamento de movimentação.
ESTRADO AÉREO - Estrado de alumínio
medindo 230 cm X 270 cm, combinado com uma rede ou capa
de material plástico para carga rápida
de aviões.
ESTRADO CAIXA - Caixa montada em cima de um estrado,
para conter mercadorias disformes ou frágeis.
ESTRUTURA DE ABASTECIMENTO – Posicionamento
das organizações logísticas dentro
da Cadeia de Abastecimento
ESTRUTURA DE PRODUTOS – Seqüência
de operações que os componentes obedecem,
durante a sua manufatura em produto acabado.
ESTRUTURA EXPLÍCITA DA QUALIDADE-Características
de qualidade que podem ser claramente expressas no projeto,
e documentação técnica do produto.
ESTRUTURA ORGANIZACIONAL - Responsabilidade,
vinculações hierárquicas e relacionamentos,
configurados segundo um modelo, através do qual
uma organização executa suas funções.
E-PROCUREMENT - Processo de cotação
de preços, compra e venda on-line.
ETA – Expressão do transporte marítimo,
que significa dia da atracação (chegada).
ETIQUETA (1) - Elemento portador das informações
a serem contidas nos produtos ou nas embalagens.
ETIQUETA (2) - Elemento de identificação,
afixado ao material por amarração. Uma
etiqueta pode eventualmente ser portadora de um rotulo.
ETO - Engineer To Order.
ETS – Expressão do transporte marítimo,
que significa dia da saída (zarpar).
EUL – Efficient Unit Loads.
F
FA - Factory Automation
FAS - Free Alongside Ship ou Livre no Costado
do Navio. O vendedor entrega a mercadoria ao comprador
no costado do navio no porto de embarque.
FÁBRICA FOCADA – Instalação
dedicada a uma família específica de produtos,
com tecnologia própria e definições
específicas de volume e marketing.
FÁBRICA NEGRA – Produção
totalmente automatizada, sem operários ou iluminação.
FABRICAÇÃO PARA ESTOQUE –
Sistema de administração onde se produz
antes de se ter um pedido do cliente, que poderá
ser produtos padrões ou montados sob ordem quando
envolvem acessórios pré-estocados.
FABRICAÇÃO SOB PEDIDO – Sistema
no qual o produto ou o serviço somente deverá
ser providenciado depois do recebimento de um pedido
do cliente.
FACE DE SEPARAÇÃO – É
a localização, num armazém, onde
a separação do pedido de menos de um pálete
é realizada.
FACILITY – Instalação.
FAMÍLIA DE ITENS – Grupo de semi-acabados
ou componentes, com semelhanças de projeto e
processo que possam ser programados e monitorados comercialmente
em conjunto.
FARDO - Volume prensado segundo uma forma padrão,
mantida por cintas de segurança.
FAS - Final Assembly Schedule.
FATURA – Documento de transação
comercial entre as empresas.
FCA - Free Carrier ou Transportador livre. O
vendedor está isento de responsabilidades, no
momento que entrega a mercadoria para o agente indicado
pelo comprador ou para o transportador.
FCL - Full Container Load ou Contêiner
Completo.
FCR - Forwarder Certificate of Receipt ou Certificado
de Recebimento do Agente de Transportes.
FCS - Finite Capacity Schedule ou Programação
de Capacidade Finita.
FEEDER - Serviço marítimo de alimentação
do porto hub ou de distribuição das cargas
nele concentradas. O termo feeder também pode
se referir a um porto secundário (alimentador
ou distribuidor) em determinada rota. Cabe salientar
que um porto pode ser hub para determinadas rotas de
navegação e feeder para outras.
FEEDER SHIP - Navios de abastecimento.
FEFO – First to Expire, First Out. Sistema
de controle de estoques em que o material que vence
primeiro deve ser utilizado primeiro.
FIFO - First In, First Out. Sistema de controle
de estoques em que o material que entra primeiro deve
ser utilizado primeiro.
FILME TERMO RETRÁTIL (SHRINK) –
Folha plástica biorientada que, com a ação
de uma fonte de calor, tem a propriedade de contrair-se,
possibilitando a unitização e unificação
das cargas.
FILO – First In,Last Out. Sistema de controle
de estoques em que o material que entra primeiro deve
ser utilizado por último.
FIO - Free In and Out ou isento de taxas no embarque
e no desembarque. Despesas de embarque são do
exportador e as de desembarque do importador. Nada de
responsabilidade do Armador.
FLOW-RACK - Este equipamento pode ser utilizado
tanto na separação de caixas, quanto na
de unidades. O seu funcionamento é similar ao
refrigerador de latas de refrigerantes de uma loja de
conveniência. As caixas podem ser supridas pela
parte traseira do equipamento e coletadas pela sua parte
dianteira, sendo que a retirada da primeira caixa faz
com que as demais escorreguem para frente. Devido ao
seu baixo custo e à sua grande funcionalidade
o flow-rack se tornou um equipamento bastante difundido,
podendo ser utilizado com ou sem equipamentos de movimentação
acoplados, como também em conjunto com sofisticados
sistemas de picking.
FMC - Flexible Manufacturing Cell
FOB - Free On Board ou Preço sem Frete
Incluso (posto a bordo). Denominação da
cláusula de contrato segundo a qual o frete não
está incluído no custo da mercadoria.
Tem algumas variações de FOB. Pode ser
FOB Fábrica, quando o material tem que ser retirado
e FOB Cidade, quando o fornecedor coloca o material
em uma transportadora escolhida pelo cliente.
FOOD TOWN – Local onde se reúnem
os fornecedores de um mesmo cliente.
FORKLIFT – Empilhadeira.
FORNECEDOR - Organização que fornece
um produto ou serviço ao cliente e no qual se
aplicam os requisitos das normas contratuais.
FORNECEDOR CERTIFICADO – Fornecedor que
atinge consistentemente os padrões de qualidade,
custo, entrega, regularidade financeira e que, portanto
podem ficar dispensados da inspeção de
qualidade.
FORNECEDOR CLASSE "A" - Fornecedor
de muita importância para a empresa devido ao
impacto causado pelo produto fornecido no custo ou na
qualidade do produto produzido pela empresa.
FP - Finite Planning.
FREE PASS - Autorização para que
o produto do fornecedor certificado chegue diretamente
à linha, eliminando a inspeção
de recebimento.
FREQUÊNCIA DE COMPRA - É a freqüência
que um produto é comprado pelo usuário
ou mesmo pelo lojista e esta interligada com a rotação
do estoque. O usuário poderá comprar novos
produtos, muito antes do anterior estar com sua vida
utilidade encerrada.
FRETE – Produtos sendo transportados de
um local para outro. Quantia em dinheiro a ser paga
pelo transporte de produtos, adiantado ou mediante entrega.
FTL – FULL TRUCK LOAD – Carga Completa
do Caminhão.
FTT - FIRST TIME THROUGHT - É a porcentagem
de unidades que completam um processo e atingem um padrão
de qualidade sem serem refugadas, retestadas, retornadas
ou reparadas fora do processo.
FULFILLMENT – Atender no tempo e no prazo.
FULL PEGGING – Rastreamento completo.
G
GAIOLAS – Estruturas de ferro em forma
de gaiola, utilizadas para armazenar materiais de risco
ou de difícil empilhamento no pálete.
GARANTIA DA QUALIDADE (1) – Ações
planejadas e sistemáticas necessárias
para prover confiança adequada de que um produto
ou serviço atenda aos requisitos definidos para
a qualidade.
GARANTIA DA QUALIDADE (2) – Conjunto de
Atividades planejadas e sistemáticas, implementadas
no sistema da qualidade e demonstradas como necessárias,
para prover confiança adequada de que uma entidade
atenderá os requisitos para a qualidade.
GARGALO ou BOTTLENECK – Uma facilidade,
função, departamento, ou recurso cuja
capacidade é menor do que a necessidade da demanda.
Ou a instalação, função,
departamento ou recurso que impede a produção,
pois sua capacidade é inferior ou idêntica
à demanda.
GATEWAY – Ponto de troca de mercadorias
em transporte. Ponto em que a carga passa para outro
transportador ou troca o modo de transporte.
GERÊNCIA DE ESTOQUES – Atividades
responsável pelo controle, inventário
e programação das necessidades de material
e das providências necessárias ao seu provimento,
utilizando a análise da movimentação
dos estoques com base nos registros quantitativos.
GIRO DE ESTOQUE - demanda anual dividida pelo
estoque médio mensal.
GIRO DE INVENTÁRIO - receita operacional
líquida dividida pelo saldo médio do inventário
(vezes). Número de vezes que o estoque é
renovado ao longo do ano.
GLOBAL SOURCING – Compras realizadas mundialmente
para suprir as operações globais da empresa,
com vantagens na redução do custo e a
melhoria da qualidade.
GOODS MOVEMENT – Trata-se do processo físico
de movimentação de mercadorias entre o
fornecedor e seus clientes.
GPS – Global Positioning System ou Sistema
de Posicionamento Global. Foi desenvolvida pelas forças
armada norte-americana e é composto por um conjunto
de 24 satélites que percorrem a órbita
da Terra a cada 12 horas. Esse sistema permite que através
de dispositivos eletrônicos, chamados GPS Receivers
(Receptores GPS), possam ser convertidos os sinais de
satélites em posicionamentos, permitindo assim
a localização geográfica de qualquer
objeto no globo terrestre com uma precisão em
torno de 10 metros.
GRÁFICO DE BARRAS ou GANTT - Uma ferramenta
simples que usa barras horizontais para mostrar quais
tarefas podem ser executadas simultaneamente ao longo
da vida do projeto. As atividades são listadas
na vertical, as datas na horizontal e a duração
destas atividades na forma do comprimento de uma barra,
que mostra a performance atual, comparada com a performance
planejada.
GRAMPOS - Fixador metálico destinado a
unir partes da embalagem.
GRANELEIRO – Convés único
de embarcação projetado para transportar
cargas secas homogêneas não embaladas,
como grãos, minério de ferro ou carvão.
GUINDASTE – Equipamento de movimentação
de materiais usado para elevação e transferência
de itens pesados.
H
HAND HELDERS - Coletores de dados portáteis
que coletam as informações constantes
nas etiquetas das embalagens, e transmitem estas informações
por radio freqüência para um computador central.
HOMOLOGAÇÃO – Autorização
para um produto, processo ou serviço ser comercializado
ou usado para um fim estabelecido ou sob condições
estabelecidas.
HORIZONTE DE PLANEJAMENTO – Prazo limite
para o qual se consideram válidos as premissas
e alternativas para identificar os cenários futuros
em que se insere a empresa para efeito de planejamento.
HOUSEKEEPING - Rotina necessária de tarefas
que capacitam a operação de um sistema
incluindo organização, arrumação
e limpeza.
HU – Handling Unit.
HUB - Ponto central para coletar, separar e distribuir
para uma determinada área ou região específica.
I
IBC - Intermediate Bulk Container ou Contenedor
Intermediário para Granel.
ICO - Inventory Chain Optimization ou Otimização
da Cadeia dos Estoques.
IFB - Invitation for Bid ou Convite para apresentação
de proposta ou lance em leilão.
IDENTIFICAÇÃO – Tarefa de
identificar e descrever o item em estoque, individualizando-o
dentre os demais através de seus característicos
físico/químicos e a sua aplicação.
IDENTIFICAÇÃO DE FORNECEDOR –
Análise e registro dos dados de identificação
de fornecedores, compreendendo: razão social,
endereços e número de inscrição
no CGC e CPF.
IDENTIFICAÇÃO DE MATERIAL –
Tarefa de identificar e descrever o item, individualizando-o
dentre os demais através de seus característicos
físico/químicos e a sua aplicação.
IMCS - Inventory Management and Control System
INBOUND - Dos fornecedores para as fábricas.
INBOUND LOGISTICS - Segmento da logística
empresarial, também chamada logística
de entrada, que corresponde ao conjunto de operações
relativas ao fluxo de materiais e informações
desde a fonte das matérias primas até
a entrada da fábrica. É, portanto a logística
dos insumos de uma empresa.
INCOTERMS – Linguagem de 13 termos utilizada
no Mercado exterior.
INDICADORES DE DESEMPENHO – Medições
de característica dos produtos ou do processos,
para monitoramento da conveniência de ações
gerencias.
ÍNDICE DE ABSENTEÍSMO - Relação
do número de dias perdidos por absenteísmo,
com o número total de dias disponíveis.
ÍNDICE DE ATENDIMENTO – Este índice
é a relação entre o numero de vezes
que o item foi encontrado num armazém, pelo número
de vezes que se procurou o item.
INSUMO – Tudo aquilo que é fornecido
a um processo para utilização, transformação
ou consumo e que se constitui de recursos humanos, materiais,
financeiros e serviços administrativos ou gerencias
e de apoio.
INVENTÁRIO DO ESTOQUE – Conferência
e contagens dos itens contabilmente alocados no estoques.
O inventário serve para informar o quanto existe
no estoque fisicamente e financeiramente.
INVESTIMENTOS EM ESTOQUES – Valor de todos
os materiais existentes na empresa.
IQR - Inventory Quality Ratio
ISO - International Standards Organization.
ISO 9000 (1) – Série de normas internacionais
para a administração da qualidade e desenvolvimento
da qualidade assegurada, que foram desenvolvidas para
auxiliara as empresas documentar os elementos do sistema
da qualidade para serem implementados para manter um
sistema da qualidade eficiente.
ISO 9000 (2) – Norma de referencia para
a certificação do sistema da qualidade
de uma empresa.
ITEM – Parte comprada ou manufaturada,
material, semi-acabado, pré-montado ou produto
acabado.
J / K
JIDOKA – Prática de se parar a linha
de produção, quando ocorrer um defeito.
JIT - Just In Time.
JOB 1 - Primeiro trabalho, prioritário.
Montagem inicial em série de um novo produto.
JOB SHOP – Forma funcional de organização
da manufatura, cujos centros de trabalho são
organizados por tipos de equipamentos.
JUST – IN – TIME (1) – Filosofia
de manufatura baseada na eliminação planejada
dos desperdícios e a elevação contínua
da produtividade, somente tendo o exato material que
necessita, zerando os defeitos, eliminado os tempos
de set up e tamanho dos lotes e revisão contínua
da operação.
JUST IN TIME (2) - Abordagem organizacional baseada
em: "produzir os produtos acabados no instante
em que eles devam ser entregues, produzir os semi-elaborados
e subcomponentes no instante da utilização/montagem,
abastecer-se de matéria prima no instante de
sua utilização".
JUST IN TIME (3) – Método de administração
da produção para produzir no momento da
entrega, produzir semi-acabados no instante da sua necessidade
e receber matérias primas no instante de sua
utilização.
KAIZEN (1) - Kai significa mudança e Zen
significa boa, sendo o aprimoramento contínuo
em todas as áreas da empresa e não restrito
à qualidade.
KAIZEN (2) – Melhoria contínua envolvendo
todos os membros da organização, eliminando-se
desperdícios nas máquinas, na mão
de obra ou nos métodos de produção.
KANBAN (1) - Cartão anexado a peças
especificas na produção, significando
a entrega de determinada quantidade de peças
a serem utilizadas na produção. Posteriormente
a utilização, o mesmo cartão é
enviado de volta às origens como um comando para
entrega de novo lote de peças.
KANBAN (2) – Um do sistema de produção
Just–in–Time, que utiliza contentores ou
lotes de materiais padronizados com um uma etiqueta
anexada e os centros de trabalho comandam, com uma etiqueta
ou cartão, a necessidade de materiais de um centro
anterior no processo ou mesmo de um fornecedor, estabelecendo-se
o sistema de puxar a produção a partir
do mercado.
KITTING – Montagem simples das peças
e dos componentes de modo a satisfazer uma demanda,
geralmente para mercado de reposição.
KPI - Key Performance Indicator.
KLT – Klein Lagerung und Transport –
Acondicionamento e transporte de pequenos componentes.
L
LABELING – Etiquetagem.
LACRE (SEAL) – Dispositivo usado para contêineres
e caminhões para provar que eles mantiveram-se
fechados durante o transporte.
LANE ASSISTANT - Rastreador de pista acoplado
ao pára-brisa de caminhões que detecta
as faixas da estrada e emite um sinal acústico
quando o caminhão sai das faixas.
LASTRO - expressão do transporte marítimo,
que significa água que é posta nos porões
para dar peso e equilíbrio ao navio, quando está
sem carga; no transporte ferroviário significa
camada de substâncias permeáveis como areia,
saibro ou pedra britada, posta no leito das estradas
de ferro e sobre a qual repousam os dormentes.
LAYDAY – Tempo de permanência do
navio no porto.
LCL – Less Than Carload ou carga inferior
a um vagão.
LCL - Less Than Container Load ou carga inferior
a um container.
LEAD TIME (1) - É o tempo necessário
para o produto completar toda a transformação
(da matéria prima ao produto acabado, através
das diferentes fases). É utilizado para medir
a eficiência do processo produtivo.
LEAD TIME (2)– Tempo decorrido entre a
constatação de uma necessidade da emissão
de uma ordem e o recebimento dos produtos necessitados
e que compreende tempos como: tempo de preparação,
tempo de fila, tempo de processamento, tempo de movimentação
e transporte e tempo de recebimento e inspeção.
LEAN MANUFACTURING - Produção Enxuta
ou manufatura enxuta.
LEAN PRODUCTION (1) – Filosofia de produção
que enfatiza a minimização do montante
de todos os recursos, incluindo tempo, utilizado nas
várias atividades da empresa, eliminando-se as
atividades que não geram valor no desenvolvimento,
produção, cadeia de abastecimento e serviço
ao cliente.
LEAN PRODUCTION (2) - Sistema produtivo que utiliza
técnicas TPM, redução do material
em processamento, envolvimento dos empregados, relações
de parceria com os fornecedores, projetos de produto
e de processo integrados, relacionamento próximo
com os clientes. É o sistema produtivo utilizado
na Toyota japonesa.
LEAN PRODUCTION (3) – Sistema produtivo
que utiliza TPM, redução do material em
processo, motivação, parceria, integração
de projetos, relacionamento próximo com os clientes.
LEARNING ORGANIZATION – É aquela
capaz de desenvolver capabilidade para aprender, onde
as pessoas aprendem a criar sua própria realidade
e a mudá-la, integrando como agentes de gestão,
as pessoas com o perfil empreendedor.
LEIAUTE ou LAY-OUT (1) – Arranjo físico
dos recursos ou centros econômico de atividades,
como máquinas, grupos de pessoas, estações
de trabalho, áreas de armazenamento e ilhas de
descanso.
LEIAUTE ou LAY-OUT (2) – Etapa em que se
esboça a arte final
LEIAUTE POR PROCESSO – Arranjo seqüencial
dos recursos, conforme as necessidades de determinado
produto.
LEILÃO REVERSO ON LINE - Consiste em marcar
com os fornecedores, um horário em determinado
endereço na Internet, para que os mesmos façam
lances para fornecerem produtos previamente informados
pelo requisitante. Quem tiver as melhores condições
comerciais ganhará o pedido.
LEITURA OMNIDIRECIONAL - Tecnologia que possibilita
a leitura do código de barras em qualquer posição,
mesmo os de difícil leitura.
LIF - Listas de Identificação de
Fornecedores.
LIMITE DE CARGA – Máxima carga permitida
para um veículo na estrada, ponte ou aeroporto.
LISTA DE MATERIAIS (1) – Listagem de todos
os pré-montados, semi-acabados, partes, e matérias
primas, mostrando as quantidades requeridas para cada
item para a fabricação e montagem de um
determinado produto.
LISTA DE MATERIAIS (2) - Lista total de todos
os componentes e materiais requeridos para a manufatura
do produto.
LISTA DE VERIFICAÇÃO DO PROJETO
- Uma lista a prova de erros, para assegura que todos
os itens importantes foram considerados no estabelecimento
dos requisitos do projeto.
LISTA INICIAL DE MATERIAIS - É uma lista
inicial de materiais completada antes da liberação
do projeto.
LLP - Leading Logistics Provider ou Principal
Fornecedor de Serviços Logísticos.
LOCALIZAÇÃO EM ESTOQUE –
Sistema em que todos os locais em um armazém
são codificados para facilitar a estocagem e
recuperação do estoque.
LOCALIZAÇÃO LOGÍSTICA -
É a forma de identificar geograficamente armazéns,
depósitos, filiais, veículos, clientes,
etc. As formas mais comuns são por coordenadas
de latitude-longitude, códigos postais (CEP no
Brasil) e coordenadas lineares simples ou malha, que
nada mais são do que se colocar um papel vegetal
quadriculado sobreposto a um mapa, com numeração
das linhas horizontais e verticais.
LOGÍSTICA (1) – A arte e a ciência
para abastecer, produzir e distribuir material e produtos
no lugar adequado, nas quantidades corretas e nas datas
necessárias.
LOGÍSTICA (2) - É o sistema de
administrar qualquer tipo de negócio de forma
integrada e estratégica, planejando e coordenando
todas as atividades, otimizando todos os recursos disponíveis,
visando o ganho global no processo no sentido operacional
e financeiro. (definição de Marcos Valle
Verlangieri, diretor do Guia Log).
LOGÍSTICA (3) - É o processo de
planejar, implementar e controlar eficientemente, ao
custo correto, o fluxo e armazenagem de matérias-primas
e estoque durante a produção e produtos
acabados, e as informações relativas a
estas atividades, desde o ponto de origem até
o ponto de consumo, visando atender aos requisitos do
cliente. (definição do Council of Logistics
Management).
LOGÍSTICA (4) - Entre os gregos, arte
de calcular ou aritmética aplicada. Parte da
arte militar relativa ao transporte e suprimento das
tropas em operações. Lógica simbólica,
cujos princípios são os da lógica
formal, e que emprega métodos e símbolos
algébricos. (definições do Dicionário
Contemporâneo da Língua Portuguesa Caldas
Aulete).
LOGÍSTICA (5) - do francês Logistique.
Parte da arte da guerra que trata do Planejamento e
da realização de projeto e desenvolvimento,
obtenção, armazenamento, transporte, distribuição,
reparação, manutenção e
evacuação de material (para fins operativos
e administrativos); Recrutamento, incorporação,
instrução e adestramento, designação,
transporte, bem estar, evacuação, hospitalização
e desligamento de pessoal; Aquisição ou
construção, reparação, manutenção
e operação de instalações
e acessórios destinados a ajudar o desempenho
de qualquer função militar; Contrato ou
prestação de serviços. (in, Ferreira,
Aurélio Buarque de Hollanda, Novo Dicionário
da Língua Portuguesa, 2ª edição,
Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1986, p. 1045).
LOGÍSTICA (6) - O transporte; armazenamento
e abastecimento de tropas; organização
de qualquer projeto; operação (definições
do American English Dictionary Collins Gem Webster's).
LOGÍSTICA EMPRESARIAL - Trata-se de todas
as atividades de movimentação e armazenagem,
que facilitam o fluxo de produtos desde o ponto de aquisição
da matéria-prima até o ponto de consumo
final, assim como dos fluxos de informação
que colocam os produtos em movimento, com o propósito
de providenciar níveis de serviço adequados
aos clientes a um custo razoável. (definição
de Ronald H. Ballou no seu livro "Logística
Empresarial").
LOGÍSTICA DE ABASTECIMENTO - Atividade
que administra o transporte de materiais dos fornecedores
para a empresa, descarregamento no recebimento, e armazenamento
das matérias-primas e componentes. Estruturação
da modulação de abastecimento, embalamento
de materiais, administração do retorno
das embalagens e decisões sobre acordos com fornecedores,
para mudanças no sistema de abastecimento da
empresa.
LOGÍSTICA DE DISTRIBUIÇÃO
- Administração do centro de distribuição,
localização de unidades de movimentação
nos seus endereços, abastecimento da área
de separação de pedidos, controle da expedição,
transporte de cargas entre fábricas e centros
de distribuição e coordenação
dos roteiros de transporte urbano.
LOGÍSTICA DE MANUFATURA - Atividade que
administra a movimentação para abastecer
os postos de conformação e montagem, segundo
ordens e cronogramas estabelecidos pela programação
da produção. Desova das peças conformadas
como semi-acabados e componentes, e armazenamento nos
almoxarifados de semi-acabados. Deslocamento dos produtos
acabados no final das linhas de montagem, para os armazéns
de produtos acabados.
LOGÍSTICA DE MARKETING - Definimos logística
de marketing como todas as atividades e seus inter-relacionamentos
para atender pedidos de clientes, de maneira que os
satisfaça inteiramente.
LOGÍSTICA INDUSTRIAL – Conjunto
de atividades visando racionalizar as atividades industriais
pela administração dos fluxos de materiais
e produtos.
LOGÍSTICA INTERNACIONAL – Todas
as funções e atividades referentes à
movimentação de materiais e produtos acabados
numa escala global.
LOGÍSTICA REVERSA ou INVERSA - No mercado
é considerada como o caminho que a embalagem
toma após a entrega dos materiais, no sentido
da reciclagem das mesmas. Nunca voltando para a origem.
Muitos profissionais também utilizam esta expressão
para considerar o caminho inverso feito para a entrega,
voltando para a origem, só que agora somente
com as embalagens. Neste caso, tratam-se de embalagens
reutilizáveis ou retornáveis, que são
mais caras e específicas / próprias para
acondicionar determinados materiais. Ocorre muito no
setor automotivo para o transporte, por exemplo de pára-choques,
painéis, etc.
LOGÍSTICA REVERSA - O processo de movimentação
de produtos de seu típico destino final para
um outro local para fins de elevar o valor ora indisponível,
ou para a adequada disposição dos produtos.
(definição do RLEC - Reverse Logistics
Executive Council).
LOTE – Uma quantidade de um item produzida
de uma vez e que, portanto apresente o mesmo custo da
produção e mesmas especificações.
LOTE ECONÔMICO – Modelo que fixa
quantidades de um item para serem compradas ou produzidas,
que minimizem os custos combinados de aquisição/fabricação.
LOTE PILOTO – Ordem preliminar para a produção
de uma pequena quantidade inicial, com o objetivo de
verificação do produto desenvolvido e
da eficiência do processo implantado.
LTL - Less Than Truckload ou carga inferior a
um caminhão.
M
MAM - Movimentação e armazenamento
de materiais.
MANIFESTO DE CARGA – Lista contendo todos
os itens de carga expedidos em determinado vôo,
embarcação ou veículo. Um manifesto
geralmente engloba toda a carga e independe do fato
desta ser entregue em um único ou vários
destinos. Os manifestos geralmente listam a quantidade
de peças, peso, nome e endereço do destinatário.
MANUAL DA QUALIDADE - Documento que declara a
política da qualidade e descreve o sistema da
qualidade de uma organização.
MANUFATURA REPETITIVA – Produção
de unidades discretas em grande volume utilizando rotinas
padronizadas.
MANUFATURABILIDADE – Avaliação
do desenvolvimento do produto ou do processo nas suas
capacidades de ser produzido facilmente, de maneira
consistente e com alta qualidade facilmente obtida.
MANUFATURADO - Objeto ou artigo industrial, produto
de um processo industrial ainda não reconhecido
pelo usuário, como útil no atendimento
de suas necessidades.
MANUSEIO - Deslocamento de mercadorias executado
pelo ser humano. Todo e qualquer movimento do material
com as mãos. Ocorre em curtas distâncias,
em geral menores que um metro.
MANUTENÇÃO - Atividades que são
dirigidas a manter os atuais padrões tecnológicos,
administrativos e operacionais da empresa.
MANUTENÇÃO CORRETIVA – Ação
corretiva que ocorre quando o equipamento falha e deve
ser reparado na emergência e com prioridade.
MANUTENÇÃO CORRETIVA – Aperfeiçoar
os equipamentos através da eliminação
de avarias e o seu aperfeiçoamento baseado nestas
experiências, elevando a vida útil, a confiabilidade,
a operacionalidade, a facilidade de manutenção
e a segurança na operação.
MANUTENÇÃO PREDITIVA – Manutenção
baseada nas técnicas de diagnóstico do
estado do equipamento, que determinam as tarefas a serem
executadas.
MANUTENÇÃO PREDITIVA – Modalidade
de manutenção preventiva baseada em testes
não destrutivos e análises estatísticas,
utilizado para prever quando uma determinada manutenção
deverá ser escalada.
MANUTENÇÃO PREVENTIVA – Atividades
de manutenção para evitar as avarias e
reduzir o tempo parado e os custos dos reparos.
MANUTENÇÃO PREVENTIVA – Atividades
de observações, ajustamentos, trocas,
correções e limpeza básica, que
possam evitar e antecipar à quebra de equipamentos.
MARCA DO CALADO – Uma marca, soldada em
ambos os lados da embarcação, que dá
o limite até o qual pode ser carregado, dependendo
do peso específico da água em que a embarcação
se situa.
MARKET PLACE – Sites em que compradores
e fornecedores se comunicam, trocam informações,
fazem transações, efetivam concorrências
e leilões, coordenam informações
estratégicas e administram pedidos.
MATERIAL COM RISCO - Material que pode se tornar
perigoso em decorrência de manuseio, transporte
ou armazenagem inadequados.
MATERIAL EM CONSIGNAÇÃO –
Estoque de produtos com um cliente externo que ainda
é propriedade do fornecedor. O pagamento por
estes produtos só é feito quando eles
são utilizados pelo cliente.
MATERIAL EXCEDENTE – Material inaplicável
na empresa em qualquer época, independentemente
do estado de conservação, funcionalidade
ou obsolescência.
MATERIAL INSERVÍVEL – Item que perdeu
as condições de utilização
para o fim a que se destinava.
MATERIAL IRRECUPERÁVEL – Item que
não pode ser utilizado devido a perda de suas
características e com recuperação
inviável.
MATERIAL OBSOLETO – quando não deve
mais ser utilizado na empresa, por ser tecnicamente
e economicamente superado, com base na opinião
dos técnicos.
MATERIAL OCIOSO – Item não aproveitado
e em boas condições de utilização.
MATERIAL RECUPERÁVEL – Quando a
recuperação for possível e custar
no máximo 30% do valor do novo.
MCS - Manufacturing Control System.
MELHORIA CONTÍNUA – Método
para garantir a melhoria contínua do produto
e do processo e das tarefas administrativas, dentro
da sistemática do ciclo PDCA.
MELHORIA CONTÍNUA - Técnicas que
garantem a melhoria contínua sistemática
do processo/produto e das operações administrativas
através da utilização de metodologias
para este fim. PDCA aplicado aos processos nos quais
se deseja melhoria.
MERGE IN TRANSIT – Coordenação
dos fluxos de componentes, gerenciando o respectivo
lead time de produção e transporte, para
que estes sejam consolidados em instalações
próximas aos mercados consumidores, no momento
de sua necessidade, sem implicar em estoques intermediários,
exigindo, portanto uma coordenação muito
rigorosa. Consolidação em trânsito.
MES - Manufacturing Execution System.
METAS (1) - O propósito final, aquilo
que a organização se propõe, em
sua etapa mais avançada.
METAS (2) - Práticas e datas que quantificam
a realização de um objetivo.
METAS (3) - São objetivos vinculados a
prazos específicos, dentro do período
coberto pelo planejamento.
MÉTODO (1) – Caminho para se chegar
a um fim. Programa que regula uma série de operações
que se devem realizar para se chegar a um resultado
determinado
MÉTODO (2) - Maneira de executar um movimento,
o menor elemento individualizáveis de um sistema.
MÉTODO SEGURO – POKA YOKE –
Método de conformação e montagem
para não se poder completar uma operação
se estiver incorreta.
METODOLOGIA – Estudo e desenvolvimento
de um método. Se o método já foi
desenvolvido a expressão não se aplica.
A expressão “Aplicar uma metodologia”
deverá se substituído por “Aplicar
um método”.
MEZANINO – Uma plataforma apoiada por colunas
usada para estocagem ou operação, construída
em um plano superior, o qual permite o movimento de
pessoas e equipamentos embaixo.
MILK RUN – Sistema de coleta sistemática
de produtos nos fornecedores.
MINI LOAD – Conceito de estocagem e separação
em que o acesso aos materiais é feito automaticamente,
conduzindo os contenedores de estocagem para um operador.
O mini load ou transelevador pode ser totalmente automatizado
utilizando-se um computador dedicado.
MINIDESVALORIZAÇÃO – CRAWLING
PEG – Sistema de câmbio no qual a taxa
de câmbio é ajustada a cada poucas semanas,
refletindo as taxas inflacionarias internas.
MIS - Management Information System.
MISSÃO - Expressão da natureza
do negócio da empresa, seu âmbito de atuação,
e definição do objetivo principal da sociedade.
MISSÃO DO NEGÓCIO - Define o propósito
do planejamento e os limites da operação
em termos de mercados, linhas de produtos, áreas
geográficas e canis de distribuição.
MIX DE PRODUTOS – Proporção
de produtos individuais, que permite realizar a totalidade
da produção ou o volume de vendas.
MLI - Momento de Movimentação da
Logística Industrial, medido em toneladas metro,
da velocidade média dos deslocamentos e comparar
com a quantidade e peso dos itens produzidos pela empresa.
MMS - Materials Management System.
MODAIS - são os tipos/meios de transporte
existentes. São eles ferroviário (feito
por ferrovias), rodoviário (feito por rodovias),
hidroviário (feito pela água), dutoviário
(feito pelos dutos) e aeroviário (feito de forma
aérea).
MOVIMENTAÇÃO - Deslocamento de
mercadorias utilizando-se UNIMOVS, e sempre realizada
com equipamentos.
MOVIMENTAÇÃO ATIVA - Movimentação
de todas as mercadorias em direção ao
mercado, agregando-se aos artigos industrializados,
valor de posição, de quantidade e de tempo.
MOVIMENTAÇÃO PASSIVA - Movimentação
de todos os equipamentos, juntamente com as mercadorias
que agregam custo às mercadorias, e que não
agregam valor ao produto industrial.
MPS – Master production schedule ou Planejamento-Mestre
da Produção.
MPT - MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL
- Atividade para garantir a efetividade do equipamento
durante a sua vida útil.
MRO – Maintenance, repair and operating
supplies.
MPS - Master Production Schedule.
MRP - Manufacturing Resource Planning.
MRP - Material Requirements Planning
MRP - MATERIAL REQUERIMENT PLANNING (1) - Sistema
de processamento de dados para o controle das existências,
cadastro de produtos, programação da produção
dos produtos carga de máquinas, e controle das
necessidades líquidas de matérias-primas.
MRP – MATERIAL REQUIREMENT PLANNING (2) –
Planejamento das necessidades de material a partir do
plano mestre de produção, pela desagregação
das fichas de engenharia, multiplicação
pelas quantidades a serem produzidas, apurações
das necessidades líquidas a comprar, considerando
os estoques existentes.
MRP: "MATERIAL REQUIREMENT PLANNING" (3)
- A partir do Plano Mestre de Produção,
o MRP explode cada produto em componentes/matérias-primas
e planeja o momento de diversas etapas produtivas e/ou
compra de matérias-primas para que haja "o
material certo na hora certa".
MRP II - "MANUFACTURING RESOURCE PLANNING"
- Planejamento que determina os recursos de pessoal
e equipamentos necessários para atingir os objetivos
previstos no MRP.
MTO - Make To Order, fabricação
conforme pedido.
MTS - Make To Stock, fabricação
contra previsão de demanda.
MULTIFUNCIONAIS - (Grupos Multifuncionais) União
de pessoas com funções diferentes (Cross-functional)
no sentido de integrar áreas e gerar melhorias
sistemáticas.
MULTIFUNCIONALIDADE (1) - Capacidade de poder
atuar de modo competente em diferentes funções
de uma mesma organização.
MULTIFUNCIONALIDADE (2) – Capacidade de
um profissional, poder atuar de modo competente, em
diferentes atividades da empresa.
MULTIMODAL – Integração de
mais de uma modalidade de transporte.
MULTIPACK (1) - Embalagem de transporte contendo
embalagens de comercialização mistas para
entrega de pedido a um cliente.
MULTIPACK (2) - Junção de várias
embalagens de apresentação para formar
um conjunto, com o intuito de se realizar uma venda
casada de vários produtos iguais.
N
NÃO - CONFORMIDADE (1) – Deficiência
de ação, característica ou documento,
exigido por projeto ou norma técnica, que torna
a qualidade de um serviço ou produto inaceitável,
exigindo disposição, ação
corretiva e/ou preventiva.
NÃO – CONFORMIDADE (2) - Não
atendimento de um requisito especificado.
NÍVEL DE ESTOQUE – Quantidade de
materiais que estão realmente à mão
no estoque disponível para uso.
NÍVEL DE SERVIÇO LOGÍSTICO
- Refere-se especificamente à cadeia de atividades
que atendem as vendas, geralmente se iniciando na recepção
do pedido e terminando na entrega do produto ao cliente
e, em alguns casos, continuando com serviços
ou manutenção do equipamento ou outros
tipos de apoio técnico. (definição
de Warren Blanding).
NM - Milha Marítima.
NÓ – Ponto fixo no sistema logístico
de uma empresa em que os produtos ficam em espera; inclui
fábricas, armazéns, fontes de abastecimento,
etc.
NON MOVING – Materiais encontrados em uma
empresa e que não se movimentaram nos últimos
dois meses.
NORMA DE RECEBIMENTO – Documento emitido
pela engenharia de produto, que acompanha as fichas
de engenharia e é utilizada pela engenharia de
materiais, como condição contratual de
fornecimento e utilizado para exame e conferência
dos materiais entregues na empresa.
NR - Número do Fornecedor
NVOCC (NONVESSEL OPERATING COMMON CARRIER) –
Operador Marítimo sem embarcação.
O
OBJETIVOS ESTRATÉGICOS – São
os resultados esperados ou estados futuros desejados
a serem atingidos pela empresa no período pluri-anual
considerado. Os objetivos devem expressar o quanto a
empresa quer atingir e em que prazo, considerando-se
cenários futuros previstos.
OBSOLESCÊNCIA – Perda de valor ocasionada
por novos desenvolvimentos que coloca os equipamentos
antigos em desvantagens competitivas.
OBSOLETISMO - Produto ultrapassado devido a tecnologia
empregada, desenho defasado, embalagem ultrapassada,
substituição por produto inovador e desgaste
devido ao uso.
OCUPAÇÃO VOLUMÉTRICA - Característica
que mede a relação entre o volume ocupado
por mercadorias, e o volume disponível do armazém
ou endereço.
OPERAÇÃO - Conjunto de ações
relacionadas, capaz de efetuar alguma transformação
em elementos fornecidos, ou de dar lugar à criação
de alguma coisa subdivisão de uma atividade.
OPERADOR LOGÍSTICO - Empresa especializada
em movimentar, armazenar, transportar, processar pedidos
e controlar estoques, entre outras coisas. Fornece seus
serviços com profissionais treinados. O serviço
pode ser no próprio OL ou nas dependências
do cliente. Tudo dependerá do acordo firmado.
ORDEM DE FABRICAÇÃO – Autorização
para um determinado departamento para fabricar um determinado
item ou componente.
ORDEM DE PRODUÇÃO – Conjunto
de documentos e tabelas que determina a produção
de partes específica do produto em quantidades
determinadas.
ORDER-PICK – Carrinhos para deslocamento
de materiais de pequeno volume e de roll-containers.
ORGANISMO - Entidade de direito público
ou privado, com funções e composição
específica.
ORGANIZAÇÃO - Companhia, corporação,
firma, empresa ou instituição, ou parte
destas, pública ou privada, sociedade anônima,
limitada ou com outra forma estatuária que tem
funções e estrutura administrativa próprias.
ORGANIZAÇÃO - Conjunto de pessoas
e recursos organizados e operando para atingir determinados
objetos.
ORGANIZAÇÃO FUNCIONAL – Estrutura
administrativa onde o pessoal está agrupado hierarquicamente
em departamentos especializados como produção,
marketing, engenharia, contabilidade, comercial e finanças.
ORGANIZAÇÃO MATRICIAL – Estrutura
administrativa onde o gerente de um projeto divide responsabilidade
com um gerente funcional na determinação
de prioridades e no direcionamento das atividades das
pessoas ligadas a implantação do projeto.
ORGANIZAÇÃO MODAL - Organização
modal é um sistema estruturado que cria uma corrente
de racionalidade com facilidades padronizadas de movimentação,
desde os fornecedores até o destinatário
final, o último cliente. A organização
modal implica na determinação do módulo
da UNIMOV, padronização de corredores
e endereços de armazenamento; padronização
das dimensões das docas, e racionalização
dos veículos de transporte que devem trabalhar
com dimensões que propiciem ocupação
plena com as UNIMOVS padronizadas.
ORGANIZAR - Estabelecimento de uma estrutura
pela disposição das coisas, os meios materiais,
as pessoas e estabelecer o funcionamento ou a interação
das partes da estrutura, de modo a constituir uma entidade
pronta para exercer suas atribuições com
vista a um objetivo denominado gerenciar.
OTIMIZAÇÃO – Obtenção
da melhor solução possível, para
um problema em termos de uma função objetivo
específica.
OTM – Operador de transporte multimodal.
Qualquer pessoa jurídica, transportador ou não,
que celebra um contrato de transporte multimodal e atua
como principal, e não como agente, assumindo
a responsabilidade pela execução do transporte
porta-a-porta frente ao contratante.
OUTBOUND - Fluxos da fábrica para o concessionário.
OUTSOURCING – Processo para que itens e
serviços executados internamente sejam transferidos
para fornecedores, com a liberação da
capacidade interna para outras atividades.
OVERPACK – Embalagem externa.
OVERPANAMAX – Navio com dimensão
superior a 295 m de comprimento, 32,25 m de largura
total e 13,50 m de calado máximo.
OVERSEAS PACK – Embalagem ultramarina.
P
PAC - Production Activity Control ou Controle
de Atividade da Produção.
PACKING LIST – Lista de Embalagem.
PÁLETE - Estrado padronizado para acomodar
cargas para a formação de UNIMOV.
PÁLETE PBR - Foi implantado pela ABRAS
- Associação Brasileira de Supermercados,
em 1990, após vários anos de estudos.
A verdadeira finalidade e importância PBR é
a intercambialidade entre empresa, ou seja, é
um pálete reutilizável em uma rede aberta,
onde as empresas mantêm relações
comerciais entre si, trocam os seus páletes em
suas entregas e recebimentos e produtos, reduzindo custos
e criando agilidade em armazenagem, cargas e descargas.
Mede 1,00 m x 1,20 m.
PÁLETE PBR II – Desenvolvido para
bebidas, medindo 1,25 m x 1,05 m.
PALETIZAÇÃO – Consolidação
de diversas unidades de materiais e componentes sobre
uma plataforma de madeiras (estrado) ou outro tipo de
material visando tornar mais ágeis e seguras
as operações de manuseio, armazenagem
e movimentação através de empilhadeiras
e paleteiras reduzindo em grande parte a mão-de-obra
e agilizando o processo de movimentação
do produto.
PALLET-MOVE – Ou paleteiras,são
veículos para transporte de páletes dentro
do CD.
PAPERLESS TRADING – Processo na EDI de
circulação dos documentos na forma eletrônica.
PARETO – Constatação desenvolvida
por Vilfredo Pareto, a respeito de que uma pequena quantidade
de itens representa a maior parte de um valor ou quantidade,
podendo ser utilizado para definir que 80% dos efeitos
resulta de 20% de possíveis causas.
PÁTIO (YARD) – Área usada
para estacionar veículos, carregando ou descarregando
produtos.
PDCA (PLAN-DO-CHECK-ACT) : É conhecido
também como ciclo de Deming. É a metodologia
básica para a análise e solução
de problemas para garantir à empresa a manutenção
e o melhoramento. "PLAN”: planejar, programar,
"DO”: fazer, realizar "CHECK":
controlar, verificar, "ACT": agir, padronizar.
PÉ-DIREITO - Altura de um pavimento de
imóvel (galpão, armazém, edifício,
casa).
PEDIDO MÍNIMO - muitas empresas estabelecem
um lote mínimo para aceitar uma ordem de compra,
visando economias de escala para o atendimento. Desta
maneira fazem baixar os custos do processamento de pedidos,
já que para atender a um mesmo volume de negócios
seria necessário um número maior de pedidos.
PEDIDO PERFEITO – Pedidos atendidos sem
erros na quantidade e na diversidade solicitada pelo
cliente, e no prazo acordado.
PEDIDO PILOTO – Pedido experimental.
PEGGING – Em MRP e MSP, a capacidade de
identificar para determinado item, quais as fontes de
suas necessidades brutas e/ou alocações.
PELÍCULA PLÁSTICA (SKIN-PACK) -
Filme plástico que envolve fielmente o produto
embalado, e aderente a uma cartela de papelão.
PERDA DE INVENTÁRIO – Perdas resultantes
de furtos, extravios ou deterioração.
PESO BRUTO TOTAL - Peso máximo que o equipamento
de movimentação transmite ao piso, constituído
da soma da tara mais a lotação.
PESO MÁXIMO COMBINADO - Peso máximo
transmitido ao piso pela combinação de
um trator mais seu semi-reboque.
PEPS - é a nomenclatura para o método
de armazenagem, em que o produto que é o Primeiro
a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair ou First-In,
First-Out (FIFO).
PICK AND PACK – Área de separação,
etiquetação e embalamento dos pedidos
dos clientes.
PICKING – Processo de retirar produtos
dos estoques, para consolidar carga para um determinado
cliente.
PICKING BY LIGHT - Este sistema concilia performance
e flexibilidade conseguindo, graças a isso, ser
um dos sistemas mais difundidos no Brasil. O picking
by-light integra a utilização de esteiras
rolantes, leitores óticos e sensores com as tradicionais
estruturas flow-racks manuseadas por operadores. A boa
performance deste sistema é obtida através
da disposição dos produtos ao redor dos
funcionários, que coletam apenas os produtos
da sua estação de trabalho, não
precisando se locomover nem movimentar as caixas dos
pedidos que são transportadas de forma automática
por meio de uma correia transportadora. Além
disso, os mostradores digitais de cada posição
do flow-rack indicam automaticamente o local e o número
de unidades que devem ser coletados, tornando desnecessário
o picking list, o que acelera o processo de coleta dos
operadores.
PICKING DISCRETO – Cada operador coleta
um pedido por vez, item a item.
PICKING POR LOTE – Cada operador coleta
um grupo de pedidos de maneira conjunta.
PICKING POR ZONA – O armazém é
segmentado por zonas e cada operador é associado
a uma zona.
PICKING-LINE - Área ou linha para a separação
de pedidos na forma de embalagens de comercialização
a partir da desagregação de UNIMOVS de
determinados produtos.
PIER-TO-PIER (CAIS A CAIS) – Modelo de
transporte em que o agente é responsável
pelos custos e riscos desde o porto até o porto
de destino.
PIGGYBACK – Transporte de carretas ou semi-reboques
sobre vagões ferroviários, especificamente
equipados para esses serviços.
PILOTAGEM – Operação de assistência
ou ajuda à manobra dos navios na sua entrada
ou saída do porto, assim como às manobras
de atracagem ou desatracagem. A execução
deste trabalho é de responsabilidade dos membros
da Associação de Práticos de cada
porto.
PLANEJAMENTO - É o processo de decidir
o que, e como fazer, antes que a ação
seja necessária.
PLANEJAMENTO ADAPTATIVO - Característica
de comportamento do planejador, que considera que o
processo de planejar é mais importante do que
o plano, pois o principal objetivo seria desenhar uma
organização, e um sistema para administrá-la.
PLANEJAMENTO AGREGADO – Planejamento que
inclui as vendas, a produção, recursos
nos estoques, clientes, família de produtos e
operação da força de vendas e da
logística.
PLANEJAMENTO CONTINGENTE - As incertezas inseridas
no planejamento temporal, deverão ser absorvidas
por um planejamento adequado da "máquina",
que deverá estar bem preparada para enfrentar
as contingências de um futuro certo ou incerto,
e que identifica alternativas estratégicas para
serem adotadas para assegurar o sucesso da implantação
do projeto em situações de riscos.
PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE – Atividade
que utiliza as fichas de processo de cada produto para
levantar em cada nível, as necessidades de recursos
de conformação e montagem.
PLANEJAMENTO DA QUALIDADE - Atividades que determinam
os objetivos e os requisitos para a qualidade, assim
como os requisitos para a aplicação dos
elementos que compõem o sistema da qualidade.
PLANEJAMENTO DA QUALIDADE DO PROJETO –
Determinar os padrões de qualidade relevantes
para o projeto e definir as atividades para que estes
padrões selecionados sejam atendidos.
PLANEJAMENTO DAS NECESSIDADES DE MATERIAIS –
MRP – Método para calcular as necessidades
de materiais, baseado nas listagens de materiais, inventários
e plano de produção, iniciado pela desagregação
das listagens de materiais, ajustamento das quantidades
dos estoques e determinação das necessidades
líquidas, considerando-se os lead times necessários.
PLANEJAMENTO DE LONGO PRAZO – Planejamento
do negócio que direciona as necessidades estratégicas
da empresa.
PLANEJAMENTO DE MANUFATURA - Planejamento do
fluxo de materiais e do conjunto de atividades do processo
de transformação. Abrange desde a compra
da matéria prima até a entrega do produto
acabado.
PLANEJAMENTO DE NEGÓCIOS - Processo sistemático
e lógico, documentos decisórios e definição
dos recursos necessários para se realizar os
objetivos de longo prazo da empresa.
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS – Sistema de
informação para identificar e planejar
os recursos necessários para comprar, fabricar,
entregar e contabilizar as ordens de produção
para os clientes.
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE DISTRIBUIÇÃO
– Planejamento dos recursos utilizados nos sistemas
de distribuição como: área e volume
do armazém, funcionários, empilhadeiras,
estanterias, caminhões e recursos financeiros.
PLANEJAMENTO DOS RECURSOS DE MANUFATURA – MRP
ll – Método de planejar os recursos
de manufatura, compreendendo o planejamento do negócio,
planejamento das vendas e da produção,
necessidades de materiais, necessidades de capacidade,
projeção de investimentos em estoques
e recursos das atividades de suporte.
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO – Consiste
num método administrativo que permite estabelecer
para a empresa como um todo, orientações
amplas de atuação, objetivos a serem alcançados
e estratégias a serem utilizadas, com base na
análise sistemática das ameaças/oportunidades
do ambiente externo e vulnerabilidade/potencialidades
internas, à luz da missão da empresa.
PLANEJAMENTO GLOBAL - Engloba o plano estratégico
em conjunto com o plano de prioridades e com o plano
de ações (onde, quando, como, quanto).
PLANEJAMENTO ORÇAMENTÁRIO - Um
planejamento orçamentário poderá
ser definido como um planejamento estratégico,
com um horizonte de planejamento de cinco anos, com
detalhamento orçamentário, e operacional
do primeiro ano do plano.
PLANEJAMENTO ORGANIZACIONAL – Processo
de definição das organizações,
analisar seu ambiente externo e interno, fixar diretrizes
e objetivos globais para um período plurianual
considerado, e selecionar a forma para a consecução
dos objetivos fixados.
PLANEJAMENTO RAZOÁVEL - É a arte
do possível.
PLANEJAMENTO SENSITIVO - Sistema de planejamento
adequado, para lidar com um futuro desconhecido.
PLANEJAMENTO TÁTICO OPERACIONAL –
Consiste na determinação dos alvos a serem
atingidos num horizonte temporal de curto prazo, bem
como no estabelecimento, através de programação
detalhada, dos meios, recursos e procedimentos para
atingir os alvos fixados.
PLANO DE CONTINGÊNCIA – Preparação
prévia de respostas para calamidades ou situações
indesejáveis, com detalhamento de ações
corretivas e responsabilidades devidas.
PLANO ESTRATÉGICO - Plano que produz efeitos
duradouros e irreversíveis, considerando sempre
períodos longos, alcance amplo, e que formula
os objetivos e seleciona os meios.
PLANO MASTER - Plano formado pela relação
de preceitos políticos, relação
das projeções de referentes, das projeções
divergentes, e definição dos principais
objetivos da alta administração.
PLANO TÁTICO - Plano com período
curto, limitado, focando na seleção dos
meios para a ação, a fim de atender aos
objetivos fornecidos.
PLANOGRAFIA – Um desenho em escala da área
de estocagem apresentando um layout aprovado desta área,
localização dos contenedores, estruturas,
e áreas de estocagem, corredores, áreas
de montagem, paredes, portas, espaço para escritórios,
vestiários, refeitório e outras áreas
de apoio.
POD –PROOF OF DELIVERY – Comprovante
de entrega.
POKA – YOKE (1) – Técnica
a prova de erros, onde o set up ou a manufatura é
desenvolvida para se prevenir um erro, que possa resultar
em um defeito no produto, resultando na paralisação
da produção automaticamente, caso o erro
ocorra.
POKA-YOKE (2) - Dispositivos simples e baratos
para prevenir erros ou detectá-lo em seguida
a sua ocorrência.
POLÍTICA DE ESTOQUES – Estabelecimento
de objetivos da empresa e métodos para a administração
dos materiais. Definição de regras globais
adotadas por uma empresa para a gestão dos seus
materiais.
PONTO DE CONSOLIDAÇÃO – Área
definida e delimitada onde diversos materiais provenientes
de diferentes fontes são reunidos de forma a
seguir para o próximo passo da cadeia logística.
PONTO DE EQUILÍBRIO ou BREAK-EVEN-POINT
– Nível de produção ou volume
de vendas para o qual as operações nem
geram lucro, nem prejuízo. É o ponto de
equilíbrio representado pela intersecção
entre as curvas de custos totais e faturamento (receita
líquida).
PONTO DE EXPEDIÇÃO – Local
de onde os materiais são despachados.
PONTO DE PEDIDO – Nível de controle
frente ao saldo em estoque monitorado. Quando a quantidade
em estoque diminui chegando ao limite ou abaixo dele,
adota-se ação para reabastecimento do
estoque. O ponto de pedido é determinado a partir
do lead time de entrega do Fornecedor e estoque de segurança.
PONTO DE RECEBIMENTO – Local onde os materiais
são recebidos.
PONTO DE RESSUPRIMENTO - Quantidade determinada
para que ocorra o acionamento da solicitação
do Pedido de Compra. Também determinado "Estoque
Mínimo".
PONTO DE TRÂNSITO – Área definida
de transbordo, onde diversos materiais provenientes
de diferentes fontes, são transferidos para diferentes
veículos de forma a seguir para o próximo
passo da cadeia logística.
POPA - parte posterior do navio.
PORTA-PÁLETES – Sistema de estocagem
materiais que permite a verticalização
do espaço útil de forma seletiva, possibilitando
o acesso direto a todos os itens armazenados com o mínimo
de operações da empilhadeira. Estruturas
de aço, montadas em forma de estantes, contendo
longarinas verticais e horizontais, servindo para a
armazenagem de páletes.
PORTO – Local onde os navios ancoram ou
área com terminal marítimo para transferência
de cargas e passageiros entre navios e transportes terrestres.
PORTO SECO – Instalações
e serviços destinados à consolidação/desconsolidação
de cargas normalmente acondicionadas em contêineres,
para proceder ao seu transporte.
POSTPONEMENT – Postergação.Retardamento
da finalização do produto até a
chegada do pedido customizado.
PPCP - Planejamento, Programação
e Controle da Produção.
PRATELEIRAS – Estruturas de chapa de aço,
formando estantes com “prateleiras” (geralmente
utilizado para armazenar pequenos volumes)
PREVISÃO – FORECAST – Uma
estimativa da demanda futura de um produto ou serviço.
PREVISÃO - Sistema para avaliar o futuro
de curto prazo e acompanhar a performance do realizado
comparado com as previsões.
PROA - parte anterior do navio.
PROBLEM FINDING - É destinado a dar suporte
às atividades de melhoria concentradas em áreas
predefinidas pela direção, através
da utilização de metodologias baseadas
na organização e análise dos dados
verbais coletados de fontes internas ou externas à
empresa. Com este objetivo se utilizam as "Sete
Novas Ferramentas" ou as “Sete Ferramentas
Gerenciais como segue: diagrama de afinidades –
KJ, diagrama de relações, diagrama de
árvore, diagrama em matriz, árvore de
decisão (PDPC), diagrama de setas – PERT,
análise da matriz de dados”.
PROBLEM SOLVING - Atividade destinada a remover
os obstáculos encontrados para chegar a solução
de um problema. A análise de um problema é
um processo baseado na coleta e elaboração
de informações. Com esse objetivo se utilizam
sete ferramentas como segue: a coleta de dados, a estratificação,
a análise de Pareto, diagrama de causa-efeito,
o diagrama de correlação, o histograma,
os gráficos de controle, e o PDCA.
PROCESSAMENTO EM BATCH – Técnica
de processamento na qual as transações
são acumuladas e processadas e processadas conjuntamente.
PROCESSO (1) - A combinação de
pessoas, máquinas e equipamentos, matérias
primas, métodos e ambiente que produz um dado
produto ou serviço.
PROCESSO (2) - Conjunto de recursos, e atividades
inter-relacionadas, que transformam insumos em produtos
ou serviços.
PROCESSO DE MANUFATURA – Série de
conformações realizadas no material para
convertê-lo de matéria-prima ou de semi-acabado
em produtos acabado.
PROCESSO DE QUALIFICAÇÃO –
Processo que demonstra que uma entidade é capaz
de atender os requisitos especificados.
PROCESSOS DO NEGÓCIO – Conjunto
de atividades empresariais que agregam algum valor ao
produto, segundo a percepção do cliente,
PROCUREMENT – Função de planejar
as necessidades, comprar, controle de estoques, movimentação
de mercadorias, recebimento, testes de recebimento e
recuperação de materiais.
PRODUÇÃO CONTÍNUA –
Sistema de produção onde os equipamentos
são dispostos numa seqüência determinada
pela estrutura do produto.
PRODUÇÃO DE FLUXO CONTÍNUO
– Sistema onde o fluxo de materiais é contínuo,
não dividido e não se caracterizando lotes
de produção.
PRODUÇÃO DE MASSA – Produção
em grandes quantidades, pela utilização
de plantas e equipamento dedicados e especializados
naquela atividade.
PRODUÇÃO ENXUTA - Sistema para
eliminar os desperdícios de forma sistemática
e atendimento somente contra pedidos em carteira.
PRODUTIVIDADE (1) – Medida geral e relativa
da habilidade de se produzir um bem ou serviço,
representada pela comparação do que se
produz comparada com o que se utiliza para realizar
esta produção.
PRODUTIVIDADE (2) – Relação
entre o que foi produzido e o que foi necessário
para esta produção.
PRODUTIVIDADE DA MÃO DE OBRA – Medida
parcial da produtividade, pela medida do resultado do
trabalho do operário ou grupo de operário
por unidade de tempo, comparado com os padrões
estabelecidos.
PRODUTIVIDADE DE EQUIPAMENTO – Produção
horária de uma máquina, comparada com
uma produção padrão.
PRODUTO (1) - Manufaturado que se associa a um
conceito, e é reconhecido pelo usuário
como útil e resultado de atividades ou processos.
PRODUTO (2) – Resultado de atividades e
processos.
PRODUTO LOGÍSTICO - O que uma empresa
oferece ao cliente com seu produto é satisfação.
Se o produto for algum tipo de serviço, ele será
composto de intangíveis como conveniência,
distinção e qualidade. Entretanto, se
o produto for um bem físico, ele também
tem atributos físicos, tais como peso, volume
e forma, os quais tem influência no custo logístico.
(definição de Ronald H. Ballou).
PROJETO (1) – Conjunto de ações
executadas, de forma ordenada, por uma organização
transitória, à qual são alocados
insumos, sob forma de recursos humanos, financeiros,
materiais e de serviço, para em um dados prazo,
alcançar um objetivo determinado.
PROJETO (2) – Esforço realizado
em determinado prazo, para desenvolver um produto ou
serviço.
PROPOSTA - É o documento pelo qual o fornecedor
torna oficial a sua oferta comercial e técnica
de serviços e/ou produtos ao requisitante.
PROTEÇÃO DO PRODUTO - Proteção
a um produto contra condições climáticas
ou outras condições adversas durante o
seu uso, transporte ou armazenamento.
PROTOCOLO DE APLICAÇÃO SEM FIO (WIRELESS
APPLICATION PROTOCOL-WAP) – Protocolo de comunicação
para troca de informações sem fio.
PROVA DE ENTREGA (PROOF OF DELIVERY) - Cópia
do conhecimento assinado no momento da entrega.
PROVEDOR LOGÍSTICO - Fornece serviços
baseados nas áreas da logística.
PULMÃO - Utilizado geralmente em fábricas,
serve para proteger as atividades de produção,
baseado em tempos e quantidades suficientes para não
interromper os fluxos contínuos, considerando
variáveis de estatísticas e de demandas,
ou mesmo de gargalos operacionais.
PUSH BACK (1) – Sistema de estocagem de
páletes perfeito para até quatro páletes
na profundidade, o Push Back funciona como variante
do Sistema Dinâmico, usando-se os mesmos componentes,
mas com o Princípio LIFO-Last in-First out (Último
que entra - Primeiro que sai) e apenas um corredor para
colocação e retirada do pálete.
O pálete colocado no trilho é empurrado
pelo pálete seguinte aclive acima, e assim até
o último pálete. Na retirada deste último
pálete todos os demais, por gravidade, descem
uma posição.
PUSH BACK (2) - Empurrar para trás o avião
no pátio do aeroporto, através de veículos
industriais, do tipo trator.
Q
QR - Quick Response ou Resposta Rápida.
QUALIDADE (1) - Atendimento pelo produto dos
requisitos do mercado, com perfeito desempenho, com
confiabilidade, durabilidade, adequação
ao uso, estética e conformidade com os padrões
e que lhe confere a capacidade de satisfazer as necessidades
explícitas e implícitas.
QUALIDADE (2) – Condição
que abrange o atendimento pelo produto, dos requisitos
do mercado, com perfeito desempenho, com confiabilidade,
com durabilidade, com adequação ao uso,
com estética e em conformidade com os padrões.
QUALIDADE (3) - Totalidade de características
de uma entidade que lhe confere a capacidade de satisfazer
as necessidades explícitas e implícitas.
QUALIDADE ASSEGURADA (1) - Conjunto de atividades
planejadas e sistemáticas para garantir que um
produto ou serviço satisfaça determinadas
características de qualidade.
QUALIDADE ASSEGURADA (2) – Planos e atividades
sistemáticas, dentro do sistema da qualidade
que proporcionam a confiança de que o produto
ou o serviço, irão atender plenamente
os requisitos da qualidade.
QUANTIDADE LOGÍSTICA ECONÔMICA –
Representa a quantidade que minimiza o custo logístico
total. Significa que você deve minimizar os custos
por meio da combinação dos custos de compra,
transporte e armazenagem.
QUANTIDADE MÁXIMA POR PEDIDO – Uma
quantidade do pedido na qual, a princípio, não
deve ser excedida.
QUARENTENA – Período de tempo, originalmente
quarenta dias, em que os materiais devem permanecer
separados dos demais, em reserva, aguardando liberações.
QUARTERIZADOR LOGÍSTICO (4PL) –
Prestador de serviços terceirizado, responsável
pela contratação e administração
de serviços prestados por operadores logísticos
terceirizados à organização cliente.
QUEUE – Grupo de itens, como tarefas ou
pacotes, que estão aguardando para trabalho ou
processamento, gerando atitudes de sequenciamento para
a próxima atividade ou para o próximo
processo.
R
RACKS – Ver porta-pallets.
RAMPA NIVELADORA – Rampa localizada na
plataforma externa da doca, usada para elevar e abaixar
uma carroceria (ou reboque) de modo que sua base fique
ao nível do piso da doca.
RAMPAS DE ESCAPE - Utilizadas principalmente
no transporte rodoviário, são dispositivos
especiais, posicionados em determinados pontos das rodovias,
projetados para permitir uma saída de emergência
para veículos que apresentem falhas ou perdas
de freios em declives íngremes, retirando-os
do fluxo de tráfego e dissipando as suas energias
pela aplicação de resistência ao
rolamento, desacelerações gravitacionais
ou ambas.
RANDOM LOCATION STORAGE – Estocagem em
Local Aleatório.
RASTREABILIDADE (1) - Capacidade de recuperação
do histórico, da aplicação ou da
localização de uma matéria-prima,
componente, ou embalagem por meio de identificações
registradas.
RASTREABILIDADE (2) – Atributo que permite
a identificação da origem de um item expedido.
RASTREAMENTO DE VEÍCULOS – Acompanhamento
da posição dos veículos que transportam
os materiais e produtos pedidos em tempo real (quase
real) através de um sistema de rastreamento via
satélite ou rádio, com objetivos tais
como gerenciar o processo logístico de forma
mais eficiente, aumentar a segurança, monitorar
o processo logístico entre outros aspectos.
REABASTECIMENTO AUTOMÁTICO – Sistemas
automatizados para abastecer automaticamente os estoques
permitindo ao fornecedor o direito de antecipar necessidades
futuras, reduzindo estoque e ainda incrementando a disponibilidade.
REABASTECIMENTO CONTÍNUO – O reabastecimento
contínuo, uma forma de VMI para o varejo e supermercadista,
é uma ferramenta que tem por finalidade repor
os produtos na gôndola de forma rápida
e adequada á demanda, com os objetivos de minimizar
estoques e faltas.
REABASTECIMENTO EFICIENTE – Fornecedores
e varejistas trabalham juntos para assegurar o abastecimento
do produto correto, para o lugar certo, na hora certa,
na quantidade correta, da maneira mais eficiente possível.
REABASTECIMENTO PERIÓDICO – Método
de adição de necessidades para re-aprovisionar
em quantidades variáveis em intervalos de tempo
regulares, mais do que quantidades iguais em intervalos
de tempo variáveis.
REBOQUE – Implemento rodoviário
para transporte de cargas ou passageiros.
REBOQUE SOBRE RODAS – Carroçaria
especial para transporte e estocagem em terminal a bordo
de embarcações que usam roll-on/roll-off.
RECEBIMENTO – Função da cadeia
de abastecimento que envolve todas as atividades desde
a recepção até a liberação
dos materiais para o estoque. Também inclui as
atividades administrativas e fiscais da documentação
que autoriza a entrada, bem como das que acompanha e
recebe fisicamente os materiais.
RECHEGO - expressão utilizada em portos,
que caracteriza a movimentação de cargas
entre pátios, feita por tratores e/ou outros
equipamentos de movimentação.
RECIBO DE DOCA – Um recibo que indica que
um carregamento foi entregue a um transporte de exportação.
RECIBO DE ENTREGA – Cópia da nota
de frete assinada e datada pelo destinatário.
Indica que o transportador realizou o serviço
especificado no conhecimento de embarque e que, portanto,
está legalmente autorizado a pagar as despesas
de transporte. A nota de entrega e os produtos são
deixados com os entregadores para que eles possam comparar
os produtos. Os transportadores, ás vezes, enviam
o recibo de entrega por correio previamente à
entrega dos produtos. Na prática, a nota de entrega
pode ser uma duplicata ou recibo de consignação.
RECONCILIAÇÃO DE INVENTÁRIO
– Comparar o estoque físico com o registro
de estoque no sistema e efetuar os ajustes necessários.
RECONHECIMENTO ÓTICO DE CARACTER –
Leitura controlada por computador e reconhecimento de
letras e números.
RECURSO – Qualquer elemento que adiciona
valor a um produto ou serviço em sua criação,
produção e entrega.
REDE DE CADEIA DE ABASTECIMENTO (SUPPLY CHAIN NETWORK)
– Consiste em fornecedores, armazéns,
fábricas, centros de distribuição
e varejistas envolvidos na movimentação
de produtos e serviços dos fabricantes aos clientes.
REDE DE DISTRIBUIÇÃO – Os
canais planejados de distribuição de estoque
de uma ou mais fontes para centros de distribuição
ou armazéns. Um ou mais níveis podem compor
a rede.
REDE DE SUBCONTRATADOS E FORNECEDORES –
Arranjos nos quais um fabricante desenvolve relações
de contrato de longo prazo com diversos fornecedores
de peças, componentes ou sub-montagens.
REDE LOGÍSTICA COLABORATIVA – Embarcadores
e transportadores coordenando as atividades do negócio
com o uso de serviços de Internet para melhoria
da lucratividade e desempenho.
REDESPACHO – Processo de expedição
em que um transportador recebe o frete por outro transportador
e o entrega a um terceiro.
REGISTRO DE ESTOQUE – Registros que refletem
as transações ocorridas com os materiais
em estoque (entradas, saídas, transferências,
ajustes, etc).
REGRA PARA ENVIO AO ESTOQUE – Regras e
procedimentos internos para localização
dos estoques em um armazém ou loja após
o recebimento dos produtos.
RELACIONAMENTO PARCEIRO A PARCEIRO – Relacionamento
comercial eletrônico entre agentes de negócios,
em uma rede tipo EDI.
REMANUFATURA – Fabricação
de produtos usando componentes reaproveitados de outros
produtos após sua inspeção.
REMESSA (SHIPMENT) – Quantia separada identificada
de produtos para ser transportada de um embarcador a
um consignatário utilizando uma ou mais formas
de transporte e especificados em um único documento
de transporte.
RENDIMENTO (YIELD) - Quantidade de produtos fabricados
em uma operação de manufatura que pode
ser usada. Esta quantia geralmente é variável
em indústrias de processo.
REPACKAGING – Re-embalagem.
REPOSIÇÃO DE PEDIDOS A PERÍODO
FIXO – Sistema de renovação
periódica de pedido em que o intervalo de tempo
entre os pedidos é fixo, semanal,mensal ou trimestral,
mas o tamanho do pedido não é fixo e os
pedidos variam de acordo com o uso conforme a última
revisão.
RESÍDUO (SCRAP) – É a parte
da matéria-prima que resta depois de utilizada
em um processo de produção que não
pode mais ser usado com propósitos semelhantes.
É a parte dos refugos que perdeu completamente
seu valor original.
RESPONSABILIDADE DO TRANSPORTADOR – Um
transportador é responsável por toda perda,
avaria e atraso, com exceção de motivos
de força maior como atos da natureza, de um inimigo
público, de uma autoridade pública, do
embarcador e de natureza inerente aos produtos.
RESPONSIVIDADE DE VOLUME – Habilidade do
sistema de gestão industrial de mudar rapidamente
o volume de produção, em resposta às
mudanças da demanda de mercado.
RESPONSIVIDADE - Denominamos de responsividade,
o resultado de uma política da empresa capaz
de satisfazer os anseios dos clientes de forma precisa,
rápida e sem alterações do nível
de qualidade do produto e dos serviços.
RESPOSTA RÁPIDA (QUICK RESPONSE) –
Sistema de ligação de todos os elementos
à cadeia de abastecimento, eletronicamente, podendo
utilizar expedições diretas dos fornecedores
para os usuários finais.
RETIDO(BOUNDED) – Significa que certos
produtos são armazenados sob taxa alfandegária
até que as taxas de importação
sejam pagas ou até os produtos serem retirados
do país.
RETIRADA POR CONTA DO CLIENTE – O cliente
se responsabiliza em retirar a mercadoria, seja contratando
uma transportadora, ou pelos seus próprios meios.
RETORNO (TURN AROUND) – Um movimento combinado
em um terminal. Este termo é comumente utilizado
no transporte rodoviário, referindo-se à
ação do motorista retornar à origem
após uma entrega. Usualmente envolve o mesmo
veículo, mas não sempre.
RFDC - Radiofrequency Data Communications ou
Coleta de Dados por Radiofreqüência.
RFID - Radiofrequency Identification Data ou
Identificação via radiofreqüência
É uma expressão generalizada para a tecnologia
que utiliza comunicações em rádio
freqüência no intercâmbio dos dados.
RFI – Request for Information
RFP - Request for proposal.
RFQ - Request for quotation.Solicitação
para cotação de produto ou serviço.
RISCO DE OBSOLESCÊNCIA – Risco dos
produtos não serem usados por causa de mudanças
no planejamento e/ou engenharia ou alteração
na demanda.
RMI - RETAIL MANAGED INVENTORY – Estoque
Gerenciado pelo Varejista.
ROAD RAILLER – Sistema de acoplamento dos
caminhões aos vagões. Carreta bimodal,
que ao ser desengatada do cavalo mecânico, é
acoplada sobre um bogie ferroviário e viaja sobre
os trilhos.
ROLL-CONTAINER – Carros verticais de alumínio
engradados que servem para separação a
armazenamento de materiais, principalmente utilizados
nos transportes em caminhões.
ROMANEIO - Relação do conteúdo
de uma embalagem ou contentor. Documento usado em transporte
rodoviário, listando a carga transportada, geralmente
refere-se a cópias de guias de carga.
ROMEU E JULIETA (DOLLY) – Um reboque, com
uma quinta roda usada para converter um semi-reboque
em reboque.
RO-RO – ROLL ON / ROLL OFF – Sistema
em que a carga é transferida para o modal de
transporte por meio de equipamento de movimentação
sob rodas.
ROTA OU PLANO DE VIAGEM - É o percurso
escolhido para o transporte, por veículos, através
de vias terrestres, rios, corredores marítimos
e/ou corredores aéreos, considerando a menor
distância, menor tempo, menor custo ou uma combinação
destes. Tudo isto, podendo estar conjugado com múltiplas
origens e destinos.
ROTEIRIZAÇÃO – Atividade
de programação e ordenamento de entregas,
em geral realizados através de um software específico.
ROTEIRO ALTERNATIVO – Roteiro, em geral
menos preferido do que o roteiro original, mas que resulta
em item idêntico. Roteiros alternativos podem
ser mantidos no computador ou manualmente, desde que
o sistema seja capaz de aceitar o roteiro alternativo
para tarefas especiais.
ROUGH CUT CAPACITY PLANNING – Planejamento
da Capacidade Agregada.
RPM - Rapid Response Manufacturing.
RSC - Retail Service Center.
RUSH ORDER – Pedido Urgente.
S
SAC – SERVIÇO DE ATENDIMENTO AO CLIENTE
– Envolve ações de telemarketing,
suporte, reclamações, fullfilment.
SALDO DISPONÍVEL - É a quantidade
física em estoque, já abatendo as quantidades
em estoque que estão reservadas.
SATISFAÇÃO DO CLIENTE – Resultado
da entrega de um produto ou serviço que tenha
atendido os requisitos do cliente.
SAZONALIDADE – Um padrão repetitivo
cíclico de demanda que apresenta alguns períodos
de considerável elevação ou redução,
geralmente devido a fatores climáticos, culturais
ou convenções humanas.
SCANNER - Aparelho ou sistema eletrônico
que converte através de leitura ótica,
informações codificadas em numeração
alfanumérica ou simbolização em
barras.
SCM - Supply Chain Management ou Gerenciamento
da Cadeia de Abastecimento.
SCOR - Supply Chain Operation Model ou Modelo
de Referência das Operações na Cadeia
de Abastecimento. Foi criado pelo Supply Chain Council
(USA) visando padronizar a descrição dos
processos na cadeia de abastecimento.
SCR - Synchronized Customer Response.
SCRAP – Resíduos.
SEIKETSU (1) – Manter permanentemente a
separação, a organização,
a limpeza.
SEIKETSU (2) - Significa manter um ambiente asseado,
situação obtida pela arrumação,
ordenação e limpeza.
SEIRI (1) – Separar o necessário
do desnecessário e descartar este último.
SEIRI (2) - Significa arrumação
e classificação para separar todos os
itens necessários dos desnecessários e
estabelecer tarefas para desfazer-se deste último.
SEISSO (1) – Limpeza e inspeção
para eliminar pequenos defeitos e irregularidades.
SEISSO (2) - Significa limpeza ou assegurar um
ambiente sem lixo e sem sujeira.
SEIS SIGMA – Sigma é uma letra do
alfabeto grego. O termo sigma é usado para designar
a quantidade de desvios-padrões sobre a média
de qualquer processo ou procedimento. Para os negócios
ou processos de manufatura, o valor do sigma é
uma métrica que indica quão bem o processo
é desempenhado. O sigma mede a capacidade do
processo de não gerar defeitos. A escala sigma
de medição está perfeitamente correlacionada
a algumas características, como: defeito por
unidades, peças por milhão defeituosas,
e a probabilidade de falha e erro. A capacidade seis
sigma significa que não mais do que três,
quatro defeitos por milhão de peças.
SEITON (1)– Organizar o necessário
e indicar para que todos entendam o objetivo.
SEITON (2) - Significa ordenação
dos itens numa certa seqüência, visando melhorar
a segurança, a qualidade e a eficiência.
SEMI-REBOQUE - Veículo de um ou mais eixos
que se apóia na sua unidade tratora, ou é
a ela ligada por uma articulação. É
o conjunto monolítico formado pela carroceria
com um eixo e rodas. É engatado no cavalo mecânico
ou trator para o transporte, ou ainda passa a ser utilizado
como reboque, quando é engatado em um dolly.
É muito utilizado no transporte de cana de açúcar.
SEPARAÇÃO AGRUPADA – Um operador
separa do contenedor material para diversos pedidos
e daí classifica os produtos para cada ordem
em uma única viagem na área de separação.
Tipicamente utilizado quando os volumes de diversos
pedidos podem ser separados numa única viagem.
SEPARAÇÃO AUTOMÁTICA –
Reconhecimento eletrônico das embalagens por tamanho
ou código, permitindo que estas sejam separadas
em grupo.
SEPARAÇÃO DE PEDIDOS - Atividade
de desmonte de cargas uniformes com a finalidade de
compor uma carga mista de itens de produtos com a finalidade
de atender ao pedido de um cliente.
SEPARAÇÃO DISCRETA – Separação
de um único pedido por vez. Esta metodologia
requer um giro completo pela área de separação
de pedidos para cada pedido a ser expedido.
SEPARAÇÃO EM LOTE – Significa
separação de cada pedido ou grupos de
pedidos de uma única vez.
SEPARAÇÃO EM ONDA – Um sistema
de separação por pedido que divide cada
mudança dentro de um período, ou pedido,
durante o qual cada grupo específico de pedidos
é separado e carregado.
SEPARAÇÃO POR LUZ – Técnica
de separação que utiliza displays para
indicar a quantidade de um item por pedido. O operador
separa os itens de um pedido em um contenedor na quantidade
indicada no display.
SEPARAÇÃO POR ZONA – A separação
está organizada por zonas com um operador por
zona que separa todos os pedidos. Tipicamente utilizado
para separação de alta velocidade para
um limitado número de itens. É um processo
de separação de produtos onde pessoas
são designadas para atuar em áreas específicas
do armazém. Os pedidos geralmente são
separados por diversas pessoas, em diferentes zonas,
e acumulados próximos das docas de expedição
para um sortimento.
SEPARAR E EMBALAR (PICK-PACK) – Processo
de separação e embalagem que consiste
em colocar os produtos diretamente na embalagem de expedição.
SERVIÇO - Resultados gerados por atividades
na interface fornecedor-cliente, e por atividades internas
do fornecedor para atender às necessidades do
cliente.
SERVIÇO AO CLIENTE – Habilidades
desenvolvidas pela empresa para atender as necessidades,
solicitações e pedidos de informação
dos clientes.
SET UP – Trabalho necessário para
se mudar uma máquina específica, recurso,
centro de trabalho e linha de produção,
do término da última peça da produção
A até a primeira peça da produção
B. Tempo compreendido entre a paralisação
de produção de uma máquina, a troca
do seu ferramental e a volta de sua produção.
SFC – SHOP FLOOR CONTROL – Controle
de Chão de Fábrica.
SHELF LIFE – Tempo que um item pode ser
mantido em estoque, antes de se tornar imprestável
para comercialização.
SHELVING RACK - Estante
SHINCAR – Envolver os materiais do pálete
com um filme plástico protegendo a mercadoria.
SHIP BROKER - Agente Marítimo.
SHIPPING ou EXPEDIÇÃO - Departamento
de uma empresa que de posse da Nota Fiscal ou uma pré-Nota
Fiscal identifica, separa, embala, pesa (se necessário)
e carrega os materiais nos veículos de transporte.
SHIPPING AREA - Área de Expedição.
SHIPNET – Uma rede para EDI no comércio
internacional, específica para contratação
de frete para as industrias fornecedoras.
SHITSUKE (1) – Criar o hábito de
seguir as regras da empresa e da sociedade e procurar
pensar no bem estar dos outros, como padrão mais
importante a ser seguido.
SHITSUKE (2) - Significa trabalhar para a formação
moral e ética desenvolvendo hábitos de
cumprir corretamente os deveres, como membros de uma
sociedade e de uma organização.
SHITSUKE (3) - Capacidade de analisar e interpretar
uma situação, colocando-se no lugar do
outro com compreensão e respeito.
SIDER – Caminhão com carregamento
lateral e com lonas de fechamento.
SIDETRACK ou CAMINHO ALTERNATIVO- É quando
se utiliza um percurso diferente do habitual ou previsto,
por variados motivos (trânsito ruim, segurança,
etc.).
SIL - Sistema de Informações Logísticas,
providencia a informação especificamente
necessária para subsídio da administração
logística em todos os seus níveis hierárquicos.
Para a alta administração serve para planejamentos,
políticas e decisões estratégicas;
Para a média gerência serve para planejamentos
e decisões táticos; Para a supervisão
serve para planejamentos, decisões e controles
operacionais; Para o operacional serve para processamentos
de transações e resposta a consultas.
SISTEMA DINÂMICO DE ESTOCAGEM - Este sistema
é indicado nos casos de estocagem e movimentação
de materiais com grande rotatividade, dentro do princípio
"First in First out" (primeiro que entra,
primeiro que sai). O fluxo de páletes é
automático, movimentando-se sobre pistas de rolos
ou de trilhos de roletes, por ação da
gravidade, sem necessidade de empilhadeiras e operadores.
O mesmo mantém-se numa velocidade constante,
pois são usados, em toda extensão das
pistas, Reguladores de Velocidade. A inclinação
das pistas é determinada, no projeto, em função
das características do pálete mais sua
carga.
SKU - Stock Keeping Units. Representa a unidade
para a qual informações de venda e de
gestão de estoque são mantidas. Pode ser
uma unidade de consumo de um produto ou uma caixa coletiva
com diversas unidades do mesmo. Uma caixa coletiva com
20 unidades de um determinado item (sabonete de um dado
tamanho e dado perfume, por exemplo) constitui um SKU,
enquanto outra caixa com 40 unidades da mesma unidade
de consumo representa um outro SKU.
SLA - Service Level Agreement ou Acordo sobre
o Nível de Serviço.
SLM - Service Level Management ou Gerenciamento
do Nível de Serviço.
SLM - Strategic Logistics Management ou Gestão
Logística Estratégica.
SMART TAG ou E-TAG - Etiqueta inteligente que
possui um microchip capaz de armazenar várias
informações, como data de validade, lote
de fabricação, descrição
do produto, etc. Os dados são transmitidos por
meio de radiofreqüência a um equipamento
de leitura.
SLOW MOVING – Materiais encontrados em
uma empresa que não se movimentaram nos últimos
três meses.
SOP - Sales and Operations Planning, Planejamento
de Vendas e Operações.
SPC - Statistical Process Control.
STV - Veículo de Transferência Ordenado.
SUPPLY CHAIN – Rede de organizações
envolvidas nos diferentes processos e atividades anteriores
que produzem valor, sob a forma de produtos e serviços
nas mãos do consumidor final.
SWOG (SHIP WITH OTHER GOODS) – Enviado
com outros produtos.
SWOT - ANALYSIS - Strengths, Weakness, Opportunity
and Threats Analysis
T
TACÓGRAFO - Instrumento destinado a registrar
movimentos ou velocidades; tacômetro registrador.
TACÔMETRO - Aparelho que serve para medir
o número de rotações por minuto
do motor e, portanto, a velocidade de máquinas
ou veículos; o mesmo que taquímetro.
TAILOR MADE – Produto ou serviço
customizado, feito sob encomenda conforme especificação
do cliente.
TAMANHO DE LOTE – Quantidade de um item
específico que é solicitado de uma fábrica
ou fornecedor ou emitido como quantidade padrão
para o processo de produção.
TAMANHO DO LOTE DE PRODUÇÃO –
O número de unidades produzidas de um produto
em determinada etapa do processo de produção
entre preparações de máquinas.
TAMBOR-PULMÃO-CORDA – Técnica
de programação desenvolvida usando a Teoria
das Restrições. O tambor determina o ritmo
para a restrição. O pulmão é
um mecanismo de tempo usado para proteger o gargalo
das incertezas. A corda é o mecanismo de informação
usado para sincronizar a fábrica e determinar
a liberação dos materiais na cadeia de
suprimentos.
TANKTAINER – Contêiner com um tanque
montado sobre este para transporte de líquidos.
TAQUÍMETRO - O mesmo que tacômetro.
TARA - Peso de uma unidade de transporte intermodal
ou veículo sem carga. Ao se pesar o total subtrai-se
a tara, chegando-se assim ao peso da carga.
TARGET COST – Custo Alvo ou meta de custo
a ser alcançada.
TARGET INVENTORY LEVEL – Nível de
Estoque Desejado.
TARIFA COMBINADA DE TRANSPORTE – Índice
conjunto obtido pela combinação de dois
ou mais índices publicados.
TAXA DE ATRACAÇÃO (WHARFAGE) –
Taxa cobrada do expedidor por usar um cais para atracação,
carga ou descarga de uma enbarcação ou
estocagem de produtos além do cais ou doca.
TAXA DE MANUSEIO DE TERMINAL (TERMINAL HANDLING CHARGE)
– Quantia fixa que os armadores organizados numa
Conferência Marítima cobram pelo manuseio
de mercadorias no terminal portuário.
TECA – TERMINAL DE CARGA AÉREA –
Local em aeroporto onde as cargas são preparadas
para embarque em aeronaves ou recebidas para transferência
para outro modal de transporte.
TECNOLOGIA – Conjunto ordenado de conhecimentos
científicos, técnicos empíricos
e intuitivos, empregados no desenvolvimento, na produção,
na comercialização e na utilização
de bens e serviços.
TEMPO ATÉ O MERCADO (TIME-TO-MARKET) –
Tempo total necessário para projeto, construção
e entrega de um produto. Tempo da conceituação
à entrega.
TEMPO DA DOCA AO ESTOQUE (DOCK-TO-STOCK TIME) –
Tempo gasto medido para o recebimento de um item da
doca até estocagem do produto. Alguns consideram
não apenas a estocagem física do item,
mas a sua disponibilização nos sistemas
da empresa para a venda.
TEMPO DE ATRAVESSAMENTO - Tempo decorrido a partir
do momento em que uma matéria-prima chega na
empresa e o momento em que esta matéria-prima
chega no armazém incorporada em um produto acabado.
TEMPO DE CICLO (CYCLE TIME) – O tempo total
entre o início e o término de um produto
no processo, incluindo todo o trabalho em componentes,
mas sem incluir a obtenção dos itens adquiridos.
É o tempo para produzir um item.
TEMPO DE CICLO DO PEDIDO (ORDER CYCLE TIME) –
Tempo entre colocação de um pedido até
o recebimento deste pedido pelo Cliente, incluindo tempo
de transmissão, processamento, preparação
e embarque do mesmo.
TEMPO DE COMPRA - É o período compreendido
entre a data da requisição do material
até a data do fechamento do pedido.
TEMPO DE CONSUMO - Define-se como o tempo durante
o qual o produto esgota ou muda a sua utilidade. Um
produto embalado num frasco de vidro tem esgotado a
sua utilidade quando o produto acabar, mas o frasco
de vidro poderá a ter utilidade na forma de contentor
de pequenas peças.
TEMPO DE CORTE – O momento até o
qual se aceita uma carga para assegurar que a mesma
estará de acordo para um determinado transporte.
TEMPO DE ESPERA – Tempo gasto enquanto
um trabalho aguarda processamento.
TEMPO DE FILA (QUEUE) – Período
de tempo entre a chegada do material em uma estação
de trabalho e início do processamento do mesmo.
TEMPO DE PARADA (DOWN TIME) – Tempo em
que um equipamento não está disponível
para uso. Inclui tempo necessário para manutenção
e outros serviços necessários.
TEMPO DE PEGA - O tempo decorrido entre a produção
e compra pelo usuário do produto é um
número que mostra a situação dinâmica
das forças que compõem o sistema logístico.
TEMPO DE REPARAÇÃO – Tempo
de serviço total, incluindo tempo de deslocamento
para que um componente reparável retorne ao estoque
e torne-se disponível para uso.
TEMPO DE RESSUPRIMENTO - É a somatória
do Tempo de Compra, mais o Tempo de Processamento e
Embarque pelo fornecedor, mais o Tempo de Transporte,
mais o Tempo de Recebimento (conferência, testes,
etc.) até o material ficar disponível
para utilização.
TEMPO DE SEPARAÇÃO (PICK TIME)
– Quantidade de tempo em uma fase de separação
necessária para um separador selecionar os itens,
desde a colocação no contenedor de separação
até completar a transação com a
marcação na lista de separação
ou finalizando a tarefa em um terminal de radiofreqüência
ou outro equipamento. Não inclui o tempo de deslocamento.
TEMPO DE SET-UP - Tempo de preparação
- é o tempo transcorrido entre a produção
da última peça/quilo/metro boa de um produto
A e a produção da primeira peça/quilo/metro
bom de um produto B quando em um determinado equipamento
efetua-se a troca do produto A pelo produto B.
TEMPO DE TRANSPORTE - É o período
compreendido entre a data de entrega do material até
a chegada do mesmo para o requisitante (destino).
TEMPO DE TROCA - É o tempo decorrido entre
a última peça boa, de uma corrida de produção,
e a peça aprovada, da próxima corrida
de produção.
TEMPO DESPENDIDO NA COMPRA - Define-se como tempo
despendido na compra, como a média do tempo que
o usuário dedica a localizar, examinar e comprar
um determinado produto. O consumidor não pode
ser forçado a despender tempo e energia que esteja
em desproporção com a satisfação
de suas necessidades, que esperam obter com o produto
que compram.
TEMPO PERDIDO – Tempo em que um recurso
produtivo não está produzindo, devido
ao set up, manutenção, falta de material
e de ferramentas e falta de programação.
TEORIA DAS RESTRIÇÕES (THEORY OF CONSTRAINTS-TOC)
– Técnica administrativa desenvolvida pelo
físico israelense Eliyahu Goldratt, que consiste
em identificar e explorar as restrições
(ou “gargalos”) em todas as atividades do
negócio.
TERCEIRIZAÇÃO (OUTSOURCING) –
Uso de terceiro, subcontratado, transportador, armazém
ou operador logístico para realizar funções
normalmente realizadas pela própria empresa.
Transferir as operações ou ativos de uma
empresa para outra, para sua gestão e abastecimento.
TERCEIRO (THIRD PARTY) – Qualquer pessoa
ou organização que presta serviço
em processo de produção ou logística,
que não seja nem o comprador ou o vendedor.
TERMINAL – Local em que ocorre uma alteração
do modal de transporte. É o local em qualquer
um dos pontos de uma linha de transporte incluindo escritório,
instalações de reparo ou movimentação.
TERMINAL DE RADIOFREQUÊNCIA – Dispositivos
de radiocomunicação utilizados como uma
ligação entre computadores. Os terminais
RF podem ser utilizados para transferir dados entre
computadores ou entre um dispositivo portátil
de entrada de dados e um computador. Usados em conjunto
com um sistema de gerenciamento do armazém (WMS)
para indicar a um operador as atividades de separação,
estocagem e contagem cíclica de inventário.
Comunica-se com o WMS por meio de transmissões
de radiofreqüência de baixa energia. É
uma ligação em tempo real entre as atividades
do armazém e o sistema de controle dos estoques.
TERMINAL PORTÁTIL (HAND HELD TERMINAL) –
Dispositivo para entrada de dados tão pequeno
que pode ser carregado e usado em um mão. É
um scanner móvel.
TEU - Transport Equivalent Unit.
TEU - Twenty Foot Equivalent Unit. Tamanho padrão
de contêiner intermodal de 20 pés.
TIME TO MARKET ou TEMPO ATÉ O MERCADO
- É o tempo necessário para projetar,
aprovar, construir e entregar um produto.
TKU - Toneladas transportadas por quilômetro
útil.
TMS - Transportation Management Systems ou Sistemas
de Gerenciamento de Transporte.
TOC - Theory of Constraints ou Teoria das Restrições.
TOCO - Caminhão que tem o eixo simples
na carroceria, ou seja, não é duplo.
TOLERÃNCIA EM EXPEDIÇÃO
– Desvio permitido em que o Fornecedor ainda pode
expedir;ou conforme qualidade em contrato.
TOTAL MANUFACTURING MANAGEMENT (TMM) - Redefinição
da produção baseada na lógica do
JIT, controle do processo, melhoria contínua,
máximo comprometimento com um sistema de gestão
com a lógica do custo total.
TOTAL QUALITY ASSURANCE (TQA) - Cuidadosa revisão
sob a ótica da Qualidade Total dos sistemas de
Garantia da Qualidade e da utilização
das normas e da certificação. A ênfase
é colocada sobre a evolução de
tais sistemas através de uma lógica de
instrumentos necessários, mas não suficientes,
par gerir de modo dinâmico e ativo ao invés
de uma abordagem fiscal e burocrática.
TPC – TELLIGENT PROXIMITY CONTROL –
Dispositivo que controla a distância entre os
veículos na estrada e identifica a necessidade
da potência de frenagem para evitar uma colisão
traseira. Com o radar instalado no pára-choque
dianteiro o sistema informa ao motorista a real distância
entre os veículos. O TPC desacelera, retarda
e/ou freia para manter a distância desejada, inclusive
quando o outro veículo corta a frente numa ultrapassagem.
TPM - MANUTENÇÃO PREVENTIVA TOTAL
- É um conjunto de atividades de manutenção,
envolvendo a todos empregados, visando a melhoria de
performance e produtividade dos equipamentos de uma
fábrica.
TPM (TOTAL PRODUCTIVE MAINTENANCE) - É
uma abordagem inovadora para atacar o problema da eficiência
dos equipamentos. Sua característica fundamental
é a globalização quanto a considerar
todo o fluxo logístico na definição
das características técnicas e operacionais
do equipamento, trata a produtividade total considerando
todo o ciclo de vida da instalação e respectivos
custos e prevê o envolvimento de todos os recursos
que gerenciam os equipamentos.
TPS - Toyota Production System.
TQC - Total Quality Control.
TQC - CONTROLE TOTAL DA QUALIDADE - Esforço
totalmente integrado para a melhoria do desempenho em
todos os níveis, para a elevação
da satisfação do cliente.
TQM – TOTAL QUALITY MANAGEMENT –
Atividades de gestão para implementar a melhoria
da qualidade dos produtos ou serviços de uma
empresa.
TQM (TOTAL QUALITY MANAGEMENT) - É um
modelo de gerenciamento que visa o sucesso a longo prazo
através da satisfação do cliente.
O TQM é baseado na participação
de todos os membros da organização na
melhoria de processos, produtos, serviços e na
cultura da melhoria contínua. O TQM beneficia
todos os membros da organização e da sociedade.
TRACKSTAR - Veículo utilizado no setor
ferroviário para verificação e
manutenção dos trilhos, dormentes e geometria.
TRADE OFF – Troca compensatória,
na sua forma básica, o resultado incorre em um
aumento de custos em uma determinada área com
o intuito de obter uma grande vantagem em relação
às outras.
TRÁFEGO – Departamento ou função
que tem a responsabilidade de organizar a classificação
mais econômica e método de expedição
tanto para produtos quanto materiais que são
recebidos e expedidos.
TRANSBORDO (TRANSHIPMENT) - Transferir mercadorias/produtos
de um para outro meio de transporte ou veículo,
no decorrer do percurso da operação de
entrega.
TRANSELEVADOR (TURRET CRANE) – Equipamento
para movimentação de materiais em que
os garfos têm capacidade de acesso de 180 graus
para estocar e recuperar páletes de ambos os
lados do equipamento em um corredor estreito.
TRANSPONDER – Dispositivo usado para identificação
que transmite automaticamente certos dados em códigos
da atuação de um sinal especial.
TRANSPONDER DE RÁDIOFREQUÊNCIA –
Tecnologia de identificação automática
operada da mesma forma que etiquetas de segurança
colocadas em roupas. Os equipamentos transmitem as informações
para um sistema de computador quando próximos
ao transponder de radiofreqüência.
TRANSPORTADOR CONTÍNUO (CONVEYOR) –
Mecanismo que transporta materiais por meio de correias,
roletes móveis, etc.
TRANSPORTADORA (CARRIER) – Parte que assume
o transporte de produtos de um ponto para outro.
TRANSPORTADORA DE CARGA GERAL – Transportador
que possui autorização de operação
no transporte de produtos em geral, ou todos os produtos
não listados como especiais.
TRANSPORTE AÉREO (AIRWAY TRANSPORTATION) –
Movimentação de pessoas ou materiais pelo
ar, por aviões, helicópteros, balões
ou dirigíveis.
TRANSPORTE AQUAVIÁRIO (WATERWAY TRANSPORTATION)
– Movimentação de pessoas ou
materiais pela água, rios, cabotagem ou marítimo.
TRANSPORTE COMBINADO – Transporte intermodal
onde a maior parte da jornada é via ferroviária,
fluvial ou marítima e o transporte inicial e/ou
final por rodovia é o mais curto possível.
Refere-se ao transporte de um veículo de transporte
por outro (piggy back), como por exemplo, uma carreta
transportada por um vagão ferroviário
ou por um ferry boat.
TRANSPORTE CONTRATADO DEDICADO (DEDICATED CONTRACT
CARRIAGE) – Serviço contratual terceirizado
que fornece veículos e motoristas para um cliente
único que fará uso exclusivo deste serviço,
usualmente executado em uma situação de
rota fixa.
TRANSPORTE COORDENADO – Dois ou mais transportadores
de diferentes tipos transportando um embarque.
TRANSPORTE DUTOVIÁRIO (PIPELINE TRANSPORTATION)
– Movimentação de fluidos e
gases pela tubulação.
TRANSPORTE FERROVIÁRIO (RAILWAY TRANSPORTATION)
– Movimentação de pessoas ou
materiais por ferrovias.
TRANSPORTE INTERMODAL - É o transporte
realizado através de dois ou mais modais de transporte
de forma eficiente, com mínimas resistências
ao movimento contínuo de bens e equipamentos
de transporte, desde a origem até o destino.
É a integração dos serviços
de mais de um modo de transporte, com emissão
de documentos independentes, onde cada transportador
assume responsabilidade por seu transporte. São
utilizados para que determinada carga percorra o caminho
entre o remetente e seu destinatário, entre os
diversos modais existentes, com a responsabilidade do
embarcador.
TRANSPORTE MULTIMODAL - é a integração
dos serviços de mais de um modo de transporte,
utilizados para que determinada carga percorra o caminho
entre o remetente e seu destinatário, entre os
diversos modais existentes, sendo emitido apenas um
único conhecimento de transporte pelo único
responsável pelo transporte, que é o OTM
- Operador de Transporte Multimodal.
TRANSPORTE RODOVIÁRIO (ROADWAY TRANSPORTATION)
– Movimentação de pessoas ou materiais
por rodovias, automóveis, caminhões, carretas,
etc.
TRANSPORTE VAIVÉM (SHUTTLE SERVICE) –
Transporte de ida e volta em uma rota geralmente curta
entre dois pontos.
TRAPICHE - Armazém de mercadorias junto
ao cais.
TREMINHÕES - é o conjunto formado
por um caminhão normal ou cavalo mecânico
mais semi-reboque, engatado em 2 reboques, formando
assim um conjunto de três carrocerias puxadas
por um só caminhão. É muito utilizado
no transporte de cana de açúcar.
TRONCO (TRUNK) – Extensão que interliga
dois hubs mutuamente.
TRUCK - Caminhão que tem o eixo duplo
na carroceria, ou seja, são dois eixos juntos.
O objetivo é agüentar mais peso e propiciar
melhor desempenho ao veículo.
U
UCC (UNIFORM CODE COUNCIL) – Órgão
que administra o sistema de código uniforme de
produto (UPC) na América do Norte ou Estados
Unidos.
UEN – Unidade Estratégica de Negócio.
Muitas empresas dividem suas atividades em unidades
de negócios independentes, com resultados, estratégias
e gestores distintos.
UEPS - é a nomenclatura para o método
de armazenagem, em que o produto que é o Último
a Entrar no estoque é o Primeiro a Sair.
UNC – Unidade de compras. Quantidade mínima
de múltiplos que o fornecedor vende para o departamento
de compras.
UND – Unidade de distribuição
– Quantidade mínima de peças que
podem ser despachadas pelo CD.
UNIDADE DE TRANSPORTE INTERMODAL – Contêineres,
recipientes intercambiáveis e semi-reboques para
transporte intermodal.
UNIDADE EQUIVALENTE A QUARENTA PÉS –
Unidade de medida equivalente a um contêiner de
expedição de quarenta pés.
UNIDADE EQUIVALENTE A VINTE PÉS –
Unidade de medida equivalente ao tamanho padrão
de contêiner intermodal de vinte pés.
UNIMOV - Unidade de movimentação
formada por um múltiplo da UNICOM, com a finalidade
de possibilitar deslocamentos mecanizados seguros e
econômicos.
UNIMOVIZAÇÃO - Instituição
na empresa de um sistema modal em que todas as mercadorias
e produtos são movimentados na forma de uma unidade
de movimentação. Definição
mais genérica do que paletização,
que supõe sempre o uso do pálete.
UNIT LOAD – Carga Unitizada.
UNITIZAÇÃO - É a conversão
de diversas unidades de carga fracionada numa única
unidade, para fins de movimentação e armazenagem.
UNITRAM - Unidade de transporte para conter muitas
e diferentes UNICOMS com a finalidade de facilitar a
distribuição de pedidos de clientes.
UPC - UNIVERSAL PRODUCT CODE - Símbolo
padrão de código de barras dos Estados
Unidos e do Canadá, que é administrado
pela Uniform Code Council, Inc.
UTILIZAÇÃO DE EQUIPAMENTO –
Compara as horas que a máquina está produzindo,
com o tempo disponível, podendo ou não
incluir o tempo de setup.
V
VAD - Value Added Distribution.
VALOR – O ponto em que um produto ou serviço
alcança as necessidades ou os desejos do cliente,
medido em termos de sua capacidade para comandar o preço
a ele atribuído. É aquilo que o cliente
acha justo pagar.
VALORIZAÇÃO DO ESTOQUE –
Tratamento contábil dado ao valor do estoque
com o propósito de determinar o custo dos produtos
vendidos.
VALUE CHAIN – Cadeia de Valor
VAN – Value Added Network ou Rede de Valor
Agregado
VANTAGENS COMPETITIVAS (1) - É qualquer
elemento que garante ou pode garantir o sucesso de uma
empresa no mercado, ou seja, que implique uma vantagem
sobre a concorrência num determinado mercado.
As vantagens competitivas estão relacionadas
às quatro alternativas estratégicas fundamentais:
custo, serviço, qualidade, inovação.
VANTAGENS COMPETITIVAS (2) - A exploração
das competências de base e o seu aproveitamento
generalizado na organização criam oportunidades
para a penetração em uma grande variedade
de mercados, com novos produtos com diferenciações
tecnológicas, que deverão ser tratados
pelo marketing e transformados em vantagens competitivas.
VÃO – Em um sistema de estocagem
de páletes, representa uma posição
do pálete. Em um sistema de separação,
representa uma posição para uma única
unidade de estoque.
VÃO EM ESTRUTURA – Espaço
disponível para movimentação das
unidades estocadas em uma prateleira ou porta-pálete.
VEÍCULO AUMATICAMENTE GUIADO (AUTOMATED GUIDED
VEHICLE - AGV ) – Sistema de movimentação
que encaminha materiais posicionando-os em destinos
pré-determinados, sem intervenção
do operador.
VEÍCULO GUIADO A LASER (LASER GUIDED VEHICLE
– LGV) – Um tipo de veículo automaticamente
guiado, controlado por raio laser.
VENDOR RATING - Classificação dos
fornecedores com base nos índices obtidos pelos
fornecimentos, objetivando selecionar aqueles que vão
se incorporar aos negócios em diferentes níveis
técnicos. Tais níveis dependem dos resultados
operacionais e são caracterizados como avaliação
de tipo estratégico.
VERIFICAÇÃO DE LOCAÇÃO
– Verificação sistemática
e física do estoque do armazém comparada
com os registros de localização para assegurar
a acuracidade das localizações.
VIAGEM DE MÃO ÚNICA (ONE WAY TRIP)
– Movimento de uma carga do expedidor para o receptor.
VIAGEM DE RETORNO (BACKHAULING) – Movimento
de retorno de um meio de transporte que forneceu serviço
de transporte em uma direção. A viagem
de retorno pode ser com carga completa, parcial ou nula.
VIDA DE PRATELEIRA (SHELF LIFE) – Tempo
em que um item pode ser mantido em estoque antes de
tornar-se inadequado ao uso.
VLC – Veículo Leve de Carga. Caminhão
de menor porte próprio para utilização
em áreas urbanas. O VLC tem comprimento total
entre 5,50 e 6,30m, largura até 2,20m. Ambos
possuem capacidade de carga úteis superior a
1.500kg.
VMC - Veículo Médio de Carga.
VMI - Vendor Managed Inventory ou Estoque Gerenciado
pelo Fornecedor. Parceria em que o fornecedor repõe
os estoques do cliente com base nos níveis de
estoque informados pelo próprio cliente por via
eletrônica (EDI, Internet ou outros meios). O
cliente participa somente com a informação
sobre seus níveis de estoque e, preferencialmente,
de maneira automática de forma que seus custos
de controle de estoques e pedido são reduzidos
a um mínimo.
VMP – Vendor Managed Purchase ou Compra
Gerenciada pelo Fornecedor.
VUC - Veículo Urbano de Carga. Caminhão
de menor porte próprio para utilização
em áreas urbanas. O comprimento total é
inferior a 5,50 metros e a largura máxima de
2,20 metros. Possui capacidade de carga útil
superior a 1.500 kg.
W
WAP – Wireless Application Protocol ou
Protocolo de Aplicação Sem Fio
WAREHOUSE – Armazém
WAREHOUSING – Movimentação
e Armazenagem
WARRANTY – Garantia
WASTAGE – Desperdício
WAVE PICKING – Separação
por Onda
WCM - World Class Manufacturing.
WCS - Warehouse Control Systems ou Sistemas de
Controle de Armazém.
WHARF – Cais
WHARFAGE – Taxa de Atracação
WHARFING – Desova
WHOLESALER - Atacadista
WIP - Work in Process (estoque em processo) ou
Work in Progress (material em progresso)
WIRELESS - Sistema de acesso sem fio.
WMS - Warehouse Management System ou Sistemas
de Gerenciamento de Armazém.
WORLD CLASS – Classe Mundial
Z
ZEB – Etiquetas pré impressas que
identificam individualmente as caixas de um pálete.
ZERO-DEFEITO - O mesmo que POKA -YOKE.
ZONA DE LIVRE COMÉRCIO OU ZONA FRANCA -
é uma zona (local ou região de um estado
ou país) onde os produtos ou materiais são
considerados isentos de taxas e tarifas de importação,
com anuência das autoridades fiscais governamentais.
ZONEAMENTO – Lógica de estocagem
para agrupamento de itens baseado na família
de produtos, por tamanho, peso, velocidade, área
de estocagem ou outro critério.

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