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Glossário de Termos
Utilizados na Logística
Este dicionário de termos técnicos logísticos
é o resultado de uma ampla pesquisa que utilizou
como fontes publicações técnicas
em logística como a Revista Tecnologística,
a Revista LOG & MAM, Revista Fluxo, Dicionário
da APICS, e pesquisas diversas em sites voltados para
a logística como o Guia de Logística e
sites de provedores de serviços logísticos.
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A
A-FRAME – É
um sistema de alta produtividade capaz de separar centenas
de pedidos em um curto espaço de tempo, com grande
precisão e com reduzido quadro de pessoal. É
um sistema modular, integrado por uma esteira transportadora,
sobre a qual existe uma estrutura composta de uma série
de canais que cobre ambos os lados da esteira. Cada
canal trabalha com um determinado SKU, tendo capacidade
de armazenar diversas unidades. No final da linha os
produtos são automaticamente transferidos para
caixas e transportados para as áreas de embarque.
Esses sistemas são chamados de A-frames porque
sua estrutura tem o formato da letra “A”.
ABASTECIMENTO DIRETO
– Canal de distribuição com a ausência
de intermediários entre o produtor e o consumidor
final. O produtor assume as responsabilidades que normalmente
são repassadas a um intermediário.
ABASTECIMENTO INDUSTRIAL
– Atividade dedica a prover à empresa todas
as suas necessidades de serviços, ativos fixos,
materiais, utilidades e cuidar da recuperação,
venda e descarte de seus resíduos de equipamentos,
materiais, efluentes e energia.
ABC – ACTIVITY BASED
COSTING – Este sistema considera que os
recursos de que a empresa dispõe servem para
realizar as atividades que são demandadas pelos
clientes, sendo que os custos e despesas indiretas constituem
recursos para se prestar serviços segundo atividades
identificadas nos serviços.
ABC ANALYSIS –
Exame e conclusões da classificação
ABC.
ABC CLASSIFICATIONS
– Classificação de dados por ordem
decrescente de montante acumulando-se os porcentuais
realizados em relação ao total. O grupo
de 10% ou 20% que representam 50% ou 70% do total é
denominado A. O grupo C representa 50% a 70% dos itens
que perfazem apenas 10% a 30% do montante.
ABC – INVENTORY CONTROL
– Trata-se de um sistema de controle das existências,
baseado nos conceitos da distribuição
ABC.
ABM - Activity Based
Management.
ABSENTEÍSMO –
Falta ao trabalho de um operário que foi escalado
para aquela ocasião.
AÇÃO
- Etapa que ocorre dentro de uma operação;
ato de transformação ou criação.
AÇÃO CONTENTORA
- Ação que faz cessar de maneira imediata,
os sintomas de anomalias sentidos pelos clientes.
AÇÃO CORRETIVA
(1) - Ação implementada para eliminar
as causas de uma não-conformidade, de um defeito
ou de outra situação indesejável
existente, a fim de prevenir a sua repetição.
AÇÃO CORRETIVA
(2) - Ação que elimina permanentemente
e pela raiz a causa de um determinado problema.
AÇÃO PREVENTIVA
– Ação implementada para eliminar
as causas de uma possível não-conformidade
ou outra situação indesejável,
a fim de prevenir a sua ocorrência.
ACCURACY – Grau
de conformidade em relação a um padrão.
ACEITE – Documento
assinado pelo Cliente que formaliza a aprovação
de uma cotação para que o fornecedor entregue
um produto ou serviço.
AÇÕES CORRETIVAS
(1) – Mudanças realizadas para ajustar
às performances futuras da implantação
do projeto às linhas planejadas anteriormente.
AÇÕES CORRETIVAS
(2) - Uma mudança no Projeto ou no Processo
de Fabricação/Montagem para prevenir ou
reduzir a ocorrência de uma causa, de um modo
de falha ou atenuar os efeitos de um modo de falha.
Uma ação implementada para eliminar uma
deficiência de projeto ou processo. As ações
recomendadas reduzem pelo menos um dos índices:
Severidade, Ocorrência, Detecção.
ACOLCHOAMENTO –
Resultado da aplicação de elementos protetores
contra choques e vibrações.
ACONDICIONAMENTO (1) –
Dados relativos à apresentação
coletiva de um item, constituídos do tipo de
recipiente de acondicionamento de conteúdo (quantidade
e unidade de embalagem). Exemplo: Caixa com 50 latas.
ACONDICIONAMENTO (2) -
Recipiente destinado a proteger, acomodar e preservar
materiais destinado a expedição, embarque,
transporte e armazenagem. São: sacos, barris,
barricas, tambores, tonéis, baldes, caixas, engradados,
pacotes, amarrados, cilindros, botijões, caixotes,
camburões, fardos e que tais.
ACONDICIONAMENTO (3)
- Recipiente ou invólucro destinado a proteger
e acomodar materiais e equipamentos embalados, ou para
os quais não se utiliza embalagem por ser desnecessário
ou inaplicável.
ACONDICIONAMENTO DE TRANSPORTE
- Meios de transporte, tais como cofres de carga, carrocerias
e tanques de caminhões, vagões e tanques
ferroviários e tanques portáteis.
ACTIVITY-BASED-COSTING -
ABC – Sistema de custeio que acumula custas
nas atividades desenvolvidas e utiliza Cost Drives para
absorver estes custos nos produtos, clientes, mercados
ou projetos.
AD VALOREM - Taxa
de seguro cobrada sobre certas tarifas de frete ou alfandegárias
proporcionais ao valor total dos produtos da operação
(Nota Fiscal).
ADMINISTRAÇÃO
LOGÍSTICA – Processo de planejamento,
implementação e controle do fluxo eficiente
e eficaz de matérias-primas, estoque de produtos
semi-acabados, acabados e do fluxo de informações
a eles relativos, desde a origem até o consumo,
com o propósito de atender aos requisitos dos
clientes.
ADUANA (CUSTOM) –
Impostos ou taxas, definidos pelo Governo, sobre produtos
importados ou exportados de um país.
AEROPORTO HUB –
Aeroporto que serve como ponto para início e
conclusão de vôos de longa distância;
vôos a áreas de custo maior são
levados ao aeroporto hub para vôos com conexão/redespacho.
AFRMM - Adicional
ao Frete para Renovação da Marinha Mercante.
AGENTE MARÍTIMO
– Empresa intermediária que, em nome e
por conta do armador ou da empresa de navegação
proprietária do navio, atua como depositária
das mercadorias enquanto estas se encontram no terminal
portuário, assumindo a sua recepção
e entrega e cobrando os respectivos fretes.
AGVS – AUTOMATED GUIDED
VEHICLE – Rede de movimentação
que automaticamente orienta um ou mais transrobots e
os posiciona em determinadas destinações
sem a intervenção de qualquer operador.
AGVS – Automated
guided vehicle system.
ALFANDEGADO –
Estocagem de produtos em custódia do governo
em armazéns alfandegados de onde os produtos
podem ser retirados apenas com o pagamento de taxas
ou impostos para as entidades governamentais apropriadas.
ALIANÇA ESTRATÉGICA
HORIZONTAL – Ligação com
outra empresa com o propósito de ampliação
de seu mercado e escopo geográfico. É
o que tem acontecido com empresas do setor de aviação,
no transporte de passageiros.
ALIANÇA ESTRATÉGICA
VERTICAL – Ligação com outra
empresa com o propósito de obter vantagens e
ampliar competências como acesso a capital, tecnologia,
habilidades ou atendimento de determinada região.
ALTO GIRO –
Característica atribuída a um item ou
material devido à sua alta freqüência
de uso ou elevada utilização em determinado
período.
ANCORADOURO –
Local para atracar embarcações em portos.
ANSI X12 - Um conjunto
de normas promulgadas pelo American National Standards
Institute, para uso na formatação e manuseio
de documentos relacionados a compra transmitidos via
EDI.
AOD – Acknowledgement
of Delivery ou Conhecimento de Entrega.
APICS – American
Production and Inventory Control Society.
APS - Advanced Planning
Systems ou Planejamento da demanda do suprimento, programação,
execução avançada e otimização.
AQUISIÇÃO DE
MATERIAIS – Atividade responsável
pela procura de fornecedores e materiais e obtenção
pela compra, transformação, permuta e
doação.
ÁREA DE EXPEDIÇÃO
- É a área demarcada nos armazéns,
próxima das rampas/plataformas de carregamento,
onde os materiais que serão embarcados/carregados
são pré-separados e conferidos, a fim
de agilizar a operação de carregamento.
ÁREA DE QUEBRA
- É a área demarcada nos armazéns,
geralmente próxima da entrada, onde as embalagens,
produtos e materiais recebidos são desembalados,
separados, classificados e até re-embalados de
acordo com o sistema ou interesse de armazenamento do
armazém/empresa.
ARMAZÉM –
Área destinada à guarda de materiais.
Lugar coberto, onde os materiais/produtos são
recebidos, classificados, estocados e expedidos.
ARMAZÉM ALFANDEGADO
– Bonded Warehousing. Tipo de armazém no
qual as empresas colocam os produtos sem a necessidade
de pagar taxas ou tarifas aduaneiras. Necessita de aprovação
do governo e fica permanentemente sob leis e garantias
de funcionamento.
ARMAZÉNS INFLÁVEIS
- São chamados estruturas infláveis –
ou pneumáticas – aquelas sustentadas pela
diferença de pressão de ar entre as suas
partes interna e externa, criada com o auxílio
de ventiladores. Os ventiladores são acionados
mecanicamente por motores elétricos e a diesel
e são dimensionados de acordo como volume de
ar necessário à estrutura.
Em conjunto com as aberturas para saída de ar,
os ventiladores geram a renovação completa
do ar interno, em média, a cada 15 minutos. Esse
sistema permite vencer grandes vãos livres, sem
o uso de colunas internas, tesouras ou tirantes e, conseqüentemente,
possibilita o total aproveitamento do espaço.
Os galpões infláveis são produzidos
com tecidos de fibra de poliéster de alta tenacidade,
revestidos de PVC aditivado, formando um conjunto auto-extinguível.
Esses tecidos têm cores firmes e acabamento laqueado,
além de grande resistência a cargas de
tração.
ARMAZÉNS ESTRUTURAIS
- Os armazéns estruturais são recobertos
com lona, tecido sintético ou coberturas especiais
e têm a estrutura de aço ou alumínio.
Diferentemente dos armazéns infláveis,
os estruturais não se prendem a limitações
de comprimento ou largura, podendo-se conjugá-los
sem limites em diferentes dimensões desde que
se disponha da área necessária para operação.
ARMAZÉM PRIMÁRIO
- Local destinado ao armazenamento de UNIMOVS.
ARMAZÉM SECUNDÁRIO
- Local destinado ao armazenamento de UNICOMS, ou o
módulo mínimo de vendas.
ARMAZÉM TERCIÁRIO
- Local destinado ao armazenamento de UNIAPS, embalagens
de apresentação com as quais os usuários
têm contato direto.
ARMAZENAMENTO DE MATERIAIS
– Atividade que tem a responsabilidade da guarda,
preservação e segurança dos materiais.
Incluí o recebimento, conferência, fornecimento,
transferências e devoluções.
ARRANJO FÍSICO
- É a arte e a ciência de se converter
os elementos complexos e inter-relacionados da organização
da manufatura, e facilidades físicas em uma estrutura
capaz de atingir os objetivos da empresa pela otimização
entre a geração de custo e a geração
de lucros.
AS/RS – Automated storage/retrieval
system. Os sistemas de estocagem e coleta automáticos
(AS/RS) capazes de operar com unidades de movimentação
mais fracionadas são conhecidos como miniload.
No entanto, mesmo os miniload são capazes de
operar apenas com caixas, ou itens de grande volume.
O seu funcionamento é bastante parecido com o
do trans-elevador (unit load). Entre as principais vantagens
do miniload pode-se destacar a sua precisão e
velocidade, além da potencialidade de operar
com uma grande variedade de itens. Entre as desvantagens,
destacam-se o elevado custo de implementação
e manutenção, e a falta de flexibilidade
desses sistemas.
ASN – Advanced
Shipment Notification ou Aviso Prévio de Embarque.
Informe antecipado aos Clientes alertando quando os
produtos deverão chegar.
ASSEMBLE - TO - ORDER
– Ambiente industrial onde o produto ou o serviço
possa ser montado a partir de um pedido do cliente,
considerando que as componentes chaves estão
providenciados antecipadamente.
ASSISTÊNCIA AO FORNECEDOR
(Supplier Technical Assistance) - Grupo para o suporte
de fornecedores para garantir a qualidade dos produtos.
ATACADISTA –
Intermediário entre fabricantes e varejistas.
Compra e vende as mercadorias, trabalhando para diversos
fornecedores, inclusive empresas concorrentes.
ATENDIMENTO DO PEDIDO (ORDER
FULLFILMENT) – Processo que envolve o recebimento
dos pedidos, planejamento, programação
e entrega dos produtos.
ATO - Assemble To
Order, só é fabricado por encomenda.
ATP - Advanced Technology
Program.
ATP - Available To
Promise
AUDITORIA –
Uma comparação objetiva entre as ações
implementadas e as políticas e planos estabelecidos.
AUTOPORTANTES - Neste
sistema são as próprias colunas das estruturas
de armazenagem que suportam todos os esforços
próprios do edifício, seja nas laterais
ou na cobertura. Em função disso, a estrutura
tem que ser estudada especialmente para que possa receber
diretamente as paredes exteriores. É utilizado
para alturas acima de 20 m e há tolerância
tanto no projeto quanto na fabricação
das estruturas mínimas. Estas exigências
são necessárias, pois são utilizados
transelevadores neste nível de altura.
AVALIAÇÃO
– Parte do controle que consiste na comparação
da situação real com a planejada, identificação
de desvios e proposição de ações
corretivas.
AWB - Air Waybill
ou Conhecimento de Transporte Aéreo.
B
B2B – Comercio
eletrônico entre empresas.
B2C – Comércio
eletrônico entre empresas e consumidor.
BAM - Bottleneck Allocation
Methodology.
BACK SCHEDULING -
Programação Retrocedente.
BACK TO BACK - Consolidação
de uma única expedição em um MAWB
(Master Air Waybill - Conhecimento Principal de Transporte
Aéreo) abrangendo um HAWB (House Air Waybill
- Guia de Transporte Aéreo emitida por um expedidor).
BACKLOG – Carteira
de pedidos dos clientes, ainda não atendida.
Pedido Pendente.
BACKORDER –
Demanda de itens, que não pode ser atendida por
falta de estoque destes itens. Pedido em atraso.
BAIA – Área
designada dentro de um armazém definido por marcas
em colunas, postes ou piso.
BALANCE SCORE CARD
– Sistema de gestão baseado em indicadores
de desempenho e estratégias, que fornece uma
abordagem de alinhamento das atividades do negócio
e um monitoramento do desempenho das metas estratégicas
da organização.
BALANCEAMENTO –
Tarefa de distribuir os elementos de um trabalho de
maneira adequada entre as duas mãos de um operador.
BALANÇO DO CAMINHÃO
- Distância entre o plano vertical passando pelos
centros das rodas traseiras extremas, e o ponto mais
recuado do veículo considerando-se todos os elementos
rigidamente fixados ao mesmo.
BALSA - Embarcação
utilizada em rios e canais para o transporte de veículos
e pessoas.
BANGUELA - Expressão
utilizada no transporte rodoviário, que significa
andar sem estar engrenado, ou seja, no ponto morto da
marcha.
BAR CODE - Código
de barras.
BARGE OU BARCAÇA
- Embarcação de baixo calado, utilizada
em rios e canais com ou sem propulsão com a finalidade
de transportar produtos.
BATCH PICK - Separação
em Lote.
BATCH PROCESSING -
Processamento por Lotes.
”BATENDO LATA”
- Expressão utilizada no transporte rodoviário,
quando o caminhão volta vazio (não tem
carga de retorno).
BAÚ - São
carrocerias fechadas com chapas de alumínio e
com cubagem padrão.
BENCHMARK - Padrão
para medidas ou avaliações. Melhor marca
alcançada no mercado. Ponto de referência
para observação.
BENCHMARK MEASURE
– Conjunto de avaliações ou métricas
derivadas de empresas “best in class” que
são utilizadas para o estabelecimento de objetivos
para melhoria dos processos, funções,
produtos, etc.
BENCHMARKING (1)-
A maioria das metodologias existentes, se limitam a
comparar a empresa com os líderes do setor. O
enfoque do Benchmarking compara o produto/processos
da empresa com os líderes mundiais, independente
do setor de atuação. O objetivo é
buscar o "melhor" absoluto e colocá-lo
como referência do objetivo de um plano detalhado
que permita, num tempo predeterminado eliminar a diferença
em relação aos líderes.
BENCHMARKING (2) –
Mensuração contínua da performance
dos produtos, serviços, custos, e práticas
em comparação com a concorrência
ou empresas que possuem a qualificação
de melhores nesta classe de atividade.
BENCHMARKING COMPETITIVO
– Atividade da busca das melhores práticas
junto aos concorrentes diretos da empresa
BENCHMARKING FUNCIONAL
– Atividade da busca das melhores práticas
junto a organizações reconhecidas como
líderes numa determinada função
em qualquer indústria/mercado
BENCHMARKING GENÉRICO
– Atividade da busca das melhores práticas
genéricas de empresas reconhecidas como sendo
de “classe mundial”
BENCHMARKING INTERNO
– Atividade da busca das melhores práticas
junto a outros departamentos, divisões ou unidades
de uma mesma empresa.
BERÇO – Local onde navio atraca.
BI-TREM OU REBOQUE
- É o conjunto monolítico formado pela
carroceria com o conjunto de dois eixos e pelo menos
quatro rodas. É engatado na carroceria do caminhão
para o transporte, formando um conjunto de duas carrocerias
puxadas por um só caminhão. É muito
utilizado no transporte de cana de açúcar.
BILL OF LANDING –
Contrato de frete e recibo, para transportar de um lugar
para outro e entrega para determinada pessoa ou empresa,
servindo para reclamações no caso de perdas,
demora ou danos na mercadoria.
BIN – Dispositivo
de armazenamento dedicado para acumular peças
pequenas e em grandes quantidades.
BIN STORAGE –
Estocagem em contenedores.
BLOCAGEM - Empilhamento
simples sem uso de estruturas de verticalização,
no qual os páletes são empilhados diretamente
no chão. Sistema de armazenagem onde o próprio
pálete é utilizado no solo formando grandes
blocos de materiais (geralmente para mercadorias com
grande giro e volume).
BLOCK SCHEDULING -
Programação por Blocos.
BLOCK STACKING - Empilhamento
dos páletes diretamente no chão.
BLUE TOOTH - Comunicação
sem fio entre aparelhos.
BM - Buffer Management.
BOM - Bill of Materials.
BOMBORDO - Lado esquerdo
do navio.
BONDED WAREHOUSING
- Armazém Alfandegado.
BOX - Área
de acumulação de cargas de um mesmo destino
ou para um determinado destino para descarregamento
e carregamento de veículos.
BREAK-BULK –
Transporte de carga em geral no setor marítimo.
BREAK-EVEN POINT -
É o nível de produção ou
nível de volume de vendas a partir do qual o
empreendimento ou negócio se torna rentável.
Qualquer valor abaixo do Ponto de Equilíbrio
significa prejuízo.
BREAKTROUGH - Atingir
um nível superior de competitividade através
de uma ruptura dos procedimentos atuais; concentração
das ações de melhoria nos processos.
BRIEFING – Resumo
do assunto que está sendo divulgado aos meios
de comunicação.
BROKER – Aquele
que compra ou vende produtos ou serviços mediante
uma comissão.
BROKERAGE HOUSE –
Empresas de intermediação de fretamento
marítimo.
BUDGET – Plano
que demonstra uma estimativa das receitas, despesas
e custos relacionados com uma atividade planejada. Fornece
a base para o controle da operação.
BUFFER – Pulmão
BUFFER INVENTORY –
Estoque-pulmão.
BULK CARGO - Carga
à granel, ou seja, sem embalagem.
BULK CARRIER - Navio
graneleiro, ou seja, próprio para o transporte
de cargas a granel.
BULK CONTAINER - Contêiner
graneleiro, ou seja, próprio para o transporte
de cargas a granel.
BULK STORAGE - Estocagem
a granel.
C
C.E.P – Aplicação de métodos
estatísticos para o monitoramento do processo,
como por exemplo os gráficos de controle para
determinar se um processo está sob flutuação
estatisticamente estável.
CABOTAGEM - Navegação doméstica
(pela costa do País).
CÁBREA - Equipamento usado em portos para
levantar grandes cargas pesadas ou materiais em obras,
e que consta de três pontaletes unidos no topo
onde recebem uma roldana por onde passa o cabo.
CACHE - Área de memória muita rápida,
para duplicar informação para ficar de
fácil acesso.
CAD - Computer-Aided Design.
CAE - Computer-Aided Engineering.
CAIV - Cost As (An) Independent Variable.
CAIXA - Recipiente com lado fundo e tampa para
fechamento, fabricado de materiais diversos. Quando
fabricado de madeira, passa a denominar-se caixote.
CAIXAS COM ABAS EXTERNAS SUPERPOSTAS - Caixas
em que as abas externas sobrepõem-se completamente.
CAIXAS COM ABAS INTERNAS ABERTAS - Caixas com
quatro abas de fechamento com mesma largura sendo que
as externas encontram-se no meio da largura.
CAIXAS COM ABAS INTERNAS FECHADAS - Caixas com
as abas internas se encontrando.
CAIXA TELESCÓPICA - Caixa em que a tampa
e o fundo encaixam-se entre si. Adequada para acondicionar
produtos de grande comprimento, largura e de pouca altura.
CALADO - Expressão do transporte marítimo,
que significa profundidade em que cada navio está
submerso na água. Tecnicamente é a distância
da lâmina d'água até a quilha do
navio.
CALENDÁRIO DE MANUFATURA – Calendário
utilizado no planejamento dos estoques e da produção,
que permite que a programação das ordens
de produção seja feita somente considerando
os dias disponíveis para o trabalho.
CALIBRAÇÃO – Comparação
de um instrumento de medida com aferição
desconhecida, com um instrumento com precisão
conhecida, para detectar toda variação
da performance requerida e especificada.
CALL CENTER – Atendimento rápido,
eficiente e completo do cliente, com os recursos da
administração, da informação,
do marketing e das tecnologias de comunicação.
CALLBACK – Processo pelo qual um servidor
de EDI verifica a fonte de acesso para o sistema para
garantir que quem esta chamando é um usuário
autorizado.
CALS - Continuous Acquisition and Life-Cycle
Support.
CAMINHÃO TRATOR - Veículo automotor
destinado a tracionar ou arrastar outro.
CAMPANHA DE CAMPO - Chamada de produtos, como
veículos, para retrabalho ou inspeção
de segurança.
CAMPANHA DOS SETE – Campanha de melhoramentos
implantada pela Nissan Motors.
CANAL DE DISTRIBUIÇÃO (1) - Conjunto
de instrumentos comerciais, mercadológicos e
logísticos, que propicia a movimentação
dos produtos que obedecem ao conceito do segmento de
mercado, colocando estes produtos ao alcance dos usuários
e, por intermédio do "Merchandising",
estimulando as transações comerciais com
o usuário conceitualmente ajustado.
CANAL DE DISTRIBUIÇÃO (2) –
Empresas ou indivíduos que participam na administração
dos fluxos de materiais e serviços, dos fornecedores
de matérias primas e componentes até o
usuário final dos bens.
CANTILEVER - Sistema que facilita a estocagem
de peças compridas ou volumosas e irregulares.
Caracteriza-se por não possuir colunas nas extremidades
dos conjuntos, tendo apenas uma coluna central onde
são fixados os braços que servirão
de apoio às peças ou aos planos.
CAPACIDADE – Capacidade de um sistema de
executar a função para o qual foi projetado.
CAPACIDADE DE CARGA - É o peso máximo
da carga que poderá ser movimentada por uma empilhadeira,
com um centro de carga específico.
CAPACIDADE LOGÍSTICA – Capacidade
de uma empresa em fornecer competitivamente alto nível
de serviço ao cliente e economia de custos na
logística e uma forte posição de
mercado devido a um sistema logístico estruturado.
Possui sete dimensões: serviço ao cliente,
qualidade da logística, canal de distribuição,
custo baixo, disponibilidade, tempo e comunicação.
CAPACIDADE MÁXIMA DE TRAÇÃO
- Máximo peso que a unidade de tração
é capaz de tracionar, indicado pelo fabricante,
baseado em condições sobre suas limitações
de geração e multiplicação
de momento de força, e resistência dos
elementos que compõem a transmissão.
CAPACIDADE NOMINAL – Capacidade demonstrada
por um sistema. Tradicionalmente é calculada
a partir de dados, por exemplo as horas planejadas,
a eficiência e a utilização. A capacidade
nominal é igual a horas disponíveis x
eficiência x utilização.
CAPACIDADE OCIOSA - Diremos genericamente que
uma empresa tem capacidade ociosa quando está
com condição de produzir o novo produto
a um custo inferior do que o de uma nova empresa que
vá se estabelecer especialmente com esta finalidade.
CAPACIDADE PRODUTIVA – Quantidade máxima
do atual mix de produtos, que comprovadamente pode ser
fabricado em condição de otimização
da utilização dos recursos, sempre limitado
pela restrição da utilização
plena de um determinado tipo de recurso.
CAPATAZIA - É o serviço utilizado
geralmente em portos e estações/terminais
ferroviários, onde profissionais autônomos,
ligados a sindicatos ou de empresas particulares, executam
o trabalho de carregamento/ descarregamento, movimentação
e armazenagem de cargas.
CARACTERÍSTICA DO PRODUTO – Características
quantificáveis/mensuráveis tais como dimensões,
tamanho, forma, localização, orientação,
textura, dureza, resistência à tração,
revestimento, refletividade, acabamento, cor e química.
CARACTERÍSTICA ESPECIAL DO PROCESSO -
Característica crítica, chave, maior e
significativa de processo que deverá ser controlada
em relação ao seu valor de referencia
para assegurar que a variação em uma característica
especial do produto seja mantida em seus valores de
referencia durante o processo de manufatura e montagem.
CARACTERÍSTICA ESPECIAL DO PRODUTO - Característica
crítica, chave, maior e significativa do produto
onde a variação no produto poderia afetar
significativamente a segurança ou o comprimento
dos padrões e normas governamentais, ou da mesma
forma afeta significativamente a satisfação
do cliente.
CARACTERÍSTICA MERCADOLÓGICA -
Características que diferenciam os produtos e
suas embalagens, como freqüência de compra,
tempo despendido na compra, tempo de consumo, margem
de comercialização, possibilidade de diferenciação
e tamanho do canal de distribuição.
CARACTERÍSTICA SIGNIFICATIVA - Aqueles
requisitos de produto, processo e teste que são
importantes para a satisfação do cliente
e para os quais as ações de Planejamento
de Qualidade devem ser resumidas em um Plano de Controle.
CARACTERÍSTICAS ESPECIAIS - Características
do produto e processo designadas pelo cliente, incluindo
regulamentações governamentais e segurança,
e/ou selecionadas pelo fornecedor através do
conhecimento do produto e processo.
CARACTERÍSTICOS FÍSICOS –
Os Característicos Físicos são
dados detalhados relativos à composição
de um item de suprimento, destinados a formar, em complemento
ao Nome Padronizado e à Identificação
Suplementar sua Descrição Padronizada.
CARACTERÍSTICOS FÍSICOS DE MATERIAL
– Os Característicos Físicos são
dados detalhados relativos à composição
de um item de suprimento, destinados a formar, em complemento
ao Nome Padronizado e à Identificação
Suplementar sua Descrição Padronizada.
A determinação dos Característicos
Físicos deve obedecer, preliminarmente, à
fixação de uma série de requisitos,
considerados comuns aos itens de suprimentos possuidores
do mesmo Nome Padronizado.
CARGA – Produtos a transportar ou transportados.
Também pode ser a quantidade de trabalho programada
em uma fábrica, usualmente expressa em termos
de horas de trabalho.
CARGA A GRANEL – Carga homogênea
não embalada.
CARGA COMBINADA – Dois embarques de diferentes
terminais combinados para envio como uma carga única.
CARGA COMPLETA DO CAMINHÃO (FULL TRUCK LOAD)
– equipamento de transporte com utilização
máxima ou próxima do limite da sua capacidade
de carga (em peso ou volume).
CARGA CONTEINERIZADA – Carga Geral acondicionada
(unitizada) em contêineres intermodais.
CARGA FRACIONADA – Carga geral solta.
CARGA-MÁQUINA – Estudo de capacidade
de um determinado equipamento, visualizado pelo histograma,
identificando ociosidade e sobrecarga.
CARGA PALETIZADA – Carga geral acondicionada
(unitizada) em páletes
CARGO-IMP – Mensagem aérea padrão
da IATA, referente a cargas.
CARRETA - Constituída por um baú
de maiores dimensões com trem traseiro próprio
sem força motriz própria, porém,
aclopável ao cavalo mecânico.
CARRETA ISOTÉRMICA - É uma carreta
fechada, com isolamento térmico em suas paredes,
que conserva a temperatura da carga.
CARRETEIRO - Profissional independente contratado
para realizar transporte de cargas.
CARRIER – Transportadora.
CARROSSEL - Os carrosséis são equipamentos
rotacionais, verticais ou horizontais, ‘que acondicionam
os produtos com a função de trazê-los
até o operador, eliminando os tempos associados
ao seu deslocamento e a procura de produtos. A principal
vantagem deste sistema é permitir uma operação
com uma grande variedade de itens. Além disso,
o carrossel vertical também permite um bom aproveitamento
de espaço por aproveitar o pé direito
do prédio. A sua principal desvantagem está
relacionada com a velocidade de coleta, relativamente
lenta, o que o torna muitas vezes não recomendável.
CARTÃO INTELIGENTE – Cartão
plástico, como um cartão de crédito,
que inclui um chip que armazena informações
de forma criptografada, para agilização
de processos de controle e pagamento.
CARTEIRA DE PEDIDOS – Total dos pedidos
pendentes.
CATALOGAÇÃO DE FORNECEDOR –
Consolidação dos dados de identificação
e codificação dos fornecedores de itens
de suprimento em publicações específicas.
CATALOGAÇÃO DE MATERIAL –
Consolidação dos dados de identificação
de material e dos respectivos códigos em publicações
específicas: catálogos ou banco de dados
para consulta ou disseminação da informação.
CAVALO MECÂNICO - Veículo com força
motriz para o tracionamento de carretas. É o
conjunto monolítico formado pela cabine, motor
e rodas de tração do caminhão.
Pode ser engatado em vários tipos de carretas
e semi-reboques, para o transporte.
CBU – Exportação de veículos
totalmente montados.
CE - CÓDIGOS DE ESTOQUE – Designação
de uma numeração para o item.
CEDAC - Diagrama de Causa e Efeito com Adição
de Cartões. Método criado por Ryuji Fukuda
para realizar ações de melhoria de maneira
eficaz. Permite concentrar-se sobre aspectos precisos
de um problema importante a resolver, ter "à
vista" as causas dos problemas e as ações
para inibi –las, gerenciar a melhoria "in
loco", de modo contínuo e informar a todos,
em tempo real, os objetivos de melhoria e os novos padrões
de processo encontrados.
CÉLULA DE FABRICAÇÃO –
Unidade de conformação e montagem, formada
por alguns centros de trabalho, mecanismos de deslocamento
e estoques em processo de materiais, que são
inter-relacionados entre si e dedicados para a produção
de família de produtos afins.
CENTRO DE CARGA - É a distancia entre
o centro de gravidade da carga e a parte traseira dos
garfos de uma empilhadeira.
CENTRO DE DESCONSOLIDAÇÃO –
Armazém em que a maioria dos fretes entram em
lotes de carga completa e saem em pequenas quantidades.
CENTRO DE CUSTO – O menor segmento de uma
organização onde os custos são
apurados e registrados no sistema de custeio, podendo
ser um departamento ou parte dele.
CENTRO DE DISTRIBUIÇÃO –
Armazém com produtos acabados e itens de serviços,
oriundos de mais de uma fábrica e dedicados a
atender mais de um mercado. Centro de distribuição
(CD) é um armazém que tem por missão
realizar a gestão dos estoques de mercadorias
na distribuição física.As atividades
englobam recepção, expedição,
manuseio e armazenagem de mercadorias, administração
de informações, emissão de notas
fiscais, conhecimentos de transporte e outros documentos
e, em alguns casos, agregação de valor
intrínseco (físico) como a colocação
de embalagens e rótulos e a preparação
de kits comerciais.
CENTRO DE SEPARAÇÃO DE CARGAS –
Centro de recebimento de cargas que são separadas
para serem expedidas para seus destinos.
CENTRO FLEXÍVEL DE MANUFATURA – FMC
– Sistema automático com máquinas
por CNC e com alimentação e descarga por
manipuladores, com facilidade de mudança rápida
de produtos.
CENTRO LOGÍSTICO – Centro de Distribuição
que inclui serviços operacionais agregando valor
aos produtos e materiais que processa.
CERTIFICAÇÃO - Ato formal de reconhecimento
que a empresa realizou uma série de atividades
planejadas e documentadas para garantir que os seus
produtos/serviços sejam fabricados segundo certos
padrões.
CERTIFICAÇÃO – Modo pelo
qual uma terceira parte dá garantia escrita de
que um produto, processo ou serviço está
em conformidade com os requisitos especificados.
CERTIFICAÇÃO DE FABRICAÇÃO
DO PRODUTO – Comprovação da
capacidade de se produzir produtos conforme as especificações,
verificadas no controle estatístico do processo
e comprovação dos requisitos funcionais
e operacionais estabelecidos no projeto.
CERTIFICAÇÃO DO PROJETO DO PRODUTO
– Verificação se o projeto cumpre
os objetivos iniciais de atender as especificações
técnicas e se todos os problemas encontrados,
foram resolvidos e corrigidos.
CFM - Continuous Flow Manufacturing.
CFR - Cost and Freight ou Custo e Frete.
CG - Consumer Goods.
CHAPA - É a denominação
dada ao profissional autônomo que é contratado
pelo motorista de caminhão para fazer o carregamento
ou descarregamento da carga, na origem ou destino.
CHATA - Barcaça larga e pouco funda.
CHICOTES - São os cabos que fazem a ligação
entre o cavalo mecânico e a carreta para a passagem
de fios elétricos (luz da lanterna, luz de freios/ré
e luz da placa do veículo) e para os fluídos
(óleo) de acionamento dos freios.
CI - Continuous Improvement
CICLO DA QUALIDADE (1) - Atividades interdependentes,
que influenciam a qualidade nas diferentes fases.
CICLO DA QUALIDADE (2) – Modelo conceitual
de atividades interdependentes que influenciam a qualidade,
nas diferentes fases, variando desde a identificação
das necessidades até a avaliação
do atendimento destas necessidades.
CICLO DE DEMING – Ciclo de interação
constante entre pesquisa, projeto, produção
e vendas, para se chegar a uma melhor qualidade para
os usuários.
CICLO DE FABRICAÇÃO – Tempo
transcorrido entre o recebimento da matéria-prima
e o envio do produto ao cliente final ou o recebimento
nos armazéns de produtos acabados.
CICLO DE PRODUÇÃO – Tempo
entre o término de duas unidades de uma determinada
produção.
CICLO DE SUPRIMENTO – Tempo decorrido entre
a colocação de uma ordem e outra.
CICLO DE VIDA - A seqüência pela qual
o produto, o maquinário e o equipamento passam
da concepção ao esgotamento do seu valor
residual.
CICLO DE VIDA – ANÁLISE –
Técnica de projeção quantitativa
baseada em modelos históricos de outros produtos
que passaram pela introdução, crescimento,
maturidade, saturação e declínio,
similares a nova família em desenvolvimento.
CICLO DE VIDA DE UM PRODUTO – Período
de tempo entre a data de introdução e
a data final de um produto no mercado. Fases: introdução,
crescimento, maturidade, saturação, declínio
e retirada.
CICLO PaFVA - (Padronizar, Fazer, Verificar,
Agir) - Aperfeiçoamento do ciclo PDCA, onde a
administração decide primeiro criar o
padrão, antes de desempenhar a função
regular de PDCA.
CICLO PDCA - (Padronizar, Fazer, Verificar, Agir)
- Adaptação do ciclo Deming, que afirma
que todas as ações administrativas melhoram
através da aplicação cuidadosa
da seqüência: planejar, fazer, verificar,
agir.
CIF – Cost, Insurance and Freight ou Custo,
Seguro e Frete. Neste caso, o material cotado já
tem tudo embutido no preço, ou seja, é
posto no destino. Condição em que o vendedor
é responsável pelos custos, seguro marítimo
e despesas de frete dos produtos.
CINTA COM DIVISÃO - Moldura com uma aba
de interligação para suportar o “teto”
da caixa de papelão ondulado.
CINTAMENTO - Aplicação de cintas
de segurança em embalamento ou acondicionamento.
CINTAS DE REFORÇO - Moldura colocada por
dentro junto às paredes da caixa de papelão
ondulado para aumentar a resistência de coluna.
CIP - Carriage and Insurance Paid To ou Transporte
e Seguro Pagos Até.
CÍRCULOS DE CQ - Grupo que desempenha
voluntariamente atividades de controle de qualidade
no local de trabalho, realizando estas tarefas continuamente,
como parte de um programa na empresa inteira, de controle
de qualidade, desenvolvimento próprio, ensino
mútuo, controle do fluxo e melhoramento no local
de trabalho.
CKD – Exportação de veículos
completos desmontados.
CKP – Área de produção
das unidades CKD.
CLASS - Capacity Loading and Operation Sequence
Scheduling.
CLASSE MUNDIAL (WORLD CLASS) – Prática
ou conjunto de práticas que diferencia uma empresa
das demais, tornando-a mais competitiva no mercado em
que atua.
CLASSIFICAÇÃO DE MATERIAIS –
Atividade responsável pela Identificação,
Codificação e Catalogação
de materiais e fornecedores.
CLIENTE (1) – Entidade compradora que se
caracteriza por ser uma entidade jurídica, como
por exemplo, uma outra empresa industrial ou estabelecimento
atacadista ou de varejo.
CLIENTE (2) – Pessoa ou organização
que recebe um produto, um serviço ou uma informação
mediante retorno.
CLIENTE DE PROJETO - Aquele que patrocine ou
ordene um estudo e remunere o consultor por este trabalho.
CLIENTE EM GERAL - Pessoa ou entidade que troca
recursos monetários por um produto ou serviço.
CLIENTE INTERNO (1) – Área que recebe
um produto ou serviço, como material, serviço
ou documento de qualquer outra área da organização.
CLIENTE INTERNO (2) - Qualquer pessoa, departamento
ou divisão que recebe um produto ou serviço
(geralmente peças ou suprimentos, mas também
relatórios e documentos, ou ainda assessoria
profissional) de outra pessoa ou departamento da mesma
organização (fornecedor interno).
CLIENTE INTERNO (3) – Recebedor do resultado
da atividade de uma outra pessoa ou departamento, que
pode abranger produto, serviço ou informação.
CLUSTER - São concentrações
geográficas de empresas interligadas entre si,
que atuam em um mesmo setor com fornecedores especializados,
provedores de serviços e instituições
associadas.
CM - CATÁLOGOS DE MATERIAIS - Têm
por finalidade consolidar e divulgar os dados de Identificação
e Codificação de Itens de Suprimento adquiridos
pela empresa.
CMRP - Capacitated Material Requirements Planning.
CO-OPETITION – Colaboração
entre empresas concorrentes para atender a uma necessidade
específica do cliente ou aproveitar uma janela
de oportunidade do mercado.
COACH – Facilitador da utilização
cada capacidade de cada elemento da cadeia de distribuição.
COBERTURA MÉDIA - É a indicação
de quantas vezes o estoque se renovou durante o período
(n). CM = 12/Cr ou sejam os 12 meses do ano divididos
pelo coeficiente de rotação.
COD – Collect on Delivery, ou Cobrança
na Entrega. Também pode ser Cash on Delivery,
ou Pagamento Contra Entrega.
CODE STICHING - Tecnologia que permite decifrar
e reconstruir os códigos de barras danificados
ou truncados.
CODIFICAÇÃO DE FORNECEDOR –
Representação dos dados de identificação
dos fornecedores de itens de suprimento por meio de
códigos numéricos de composição
uniforme.
CODIFICAÇÃO DE MATERIAL - Compreende
a apropriação de códigos numéricos
para itens de suprimento, agrupados ou individualizados
e sob as seguintes denominações: Código
de grupo, Código do Subgrupo, Código de
Identificação, Código de Estoque.
CODIFICAÇÃO DE MATERIAL –
Representação dos dados de identificação
dos itens de suprimento por meio de códigos numéricos
de composição estruturada.
CÓDIGO BIDIRECIONAL - Lido pelo scanner
em ambos os sentidos e depois decodificado no sentido
correto.
CÓDIGO CONTÍNUO - Os espaços
fazem parte da codificação.
CÓDIGO DE BARRAS – Série
alternativa de barras e espaços, representando
a informação em código que poderá
ser lida por leitores eletrônicos. O código
de barras destina-se a facilitar e aprimorar a entradas
de dados em um sistema de computação.
CÓDIGO DE REFERENCIA DO FORNECEDOR - O CR
- Código de Referencia do Fornecedor, comumente
denominado Nome da Peça, Número da Peça
ou “Part Number”, é um código
adotado pelo fornecedor para representar item de suprimento
de sua fabricação ou venda.
COEFICIENTE DE ROTAÇÃO - É
a relação entre as retiradas de um estoque
e o seu próprio estoque médio: Cr = saídas/estoque
médio.
COFC – Situação que se caracteriza
pela colocação de um contêiner sobre
um vagão ferroviário, sendo um doublestack,
quando são colocados dois contêineres.
COFRE DE CARGA - O mesmo que container.
COLETOR – ou Scanner, equipamento utilizado
para a leitura ótica de códigos de barras.
COLETORA - Leitora ótica (scanner em inglês)
de códigos de barras utilizada para o reconhecimento
de volumes em centros de distribuição.
Em conjunto com um Sistema de Rádio Freqüência
e um Sistema de Administração de Armazéns
constitui-se numa das principais ferramentas para operações
de alta velocidade em centros de distribuição.
COMAKERSHIP/PARTNERSHIP (1) - É a estratégia
dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores
no complexo empresarial do cliente. Realiza-se através
do "just in time" e "free pass"
podendo alcançar inclusive uma integração
estratégica.
COMAKERSHIP/PARTNERSHIP (2) – Estratégia
dirigida ao envolvimento solidário dos fornecedores
nas instalações da empresa. Obtém-se
o just in time e o free pass.
COMBOIO - Conjunto de veículos que seguem
juntos para um mesmo destino. Utilizado principalmente
por motivo de segurança; carros de munições
e mantimentos que acompanham forças militares;
composição ferroviária (em Portugal).
COMMODITY – Artigo ou mercadoria com especificação
comum no mercado, sem diferenciações e
de fácil obtenção.
COMMS – Customer-oriented manufacturing
management system.
COMPRA POR LOTE FIXO – Compra de lotes
fixos de materiais, determinados por técnica
econômica e que sempre é realizada em períodos
variáveis, devido a não constância
da demanda.
COMPRA POR PERÍODO FIXO – Abastecimento
de itens padrões realizados sempre num período
fixo, como semanal e mensal, aplicado em material de
escritório, informática, limpeza e manutenção,
sempre utilizando listagens padrões.
COMPRAR OU FABRICAR – Técnica de
análise para se decidir se a empresa deverá
produzir ou comprar um determinado item.
COMPUTADOR DE BORDO – Utilizado em veículos
para cálculo do consumo de combustível,
autonomia, distância percorrida, distância
até o destino final, velocidade média,
etc.
COMUNICAÇÃO DE DADOS VIA RÁDIOFREQUÊNCIA
– É um sistema no qual a comunicação
é feita através de uma conexão
entre o servidor e o recurso de coleta de dados, tais
como terminais.
CONCEITO DO MERCADO - Definição
concisa do conjunto de necessidades dos usuários
de um segmento de mercado e suas características,
como o perfil das pessoas que formam parte deste segmento
de mercado.
CONDOMÍNIO INDUSTRIAL – Instalação
de unidades avançadas das empresas fornecedoras
no mesmo terreno da empresa montadora.
CONFERÊNCIA DOCUMENTAL - Verificação
da conformidade dos documentos relativos aos materiais
e componentes recebidos, a saber: Notas fiscais, manuais,
certificados, entre outros.
CONFERÊNCIA FÍSICA - Verificação
da condição física dos materiais
e produtos recebidos quanto a integridade dos mesmos
e das embalagens e quanto a conformidade em termos de
qualidade e validade.
CONFERÊNCIA QUANTITATIVA - Verificação
da conformidade dos materiais no tocante a quantidade.
CONFIABILIDADE – propriedade de um sistema,
aparelho ou componente de funcionar adequadamente durante
um intervalo de tempo.
CONFIABILIDADE DAS MÁQUINAS - A probabilidade
que maquinário e equipamento podem funcionar
continuamente, sem falha, por um intervalo específico
de tempo quando operados em condição determinada.
CONFIABILIDADE DO ITEM - É a probabilidade
de que um item irá continuar a funcionar nos
níveis de expectativa do cliente e em um ponto
de medição, sob condições
ambientais e de ciclo de serviços especificados.
CONFIABILIDADE DO PRODUTO - É a capacidade
do produto de funcionar por um determinado tempo, sem
parada para reparos.
CONFORMIDADE - Atendimento a requisitos especificados.
O não atendimento é então, uma
não-conformidade.
CONHECIMENTO DE TRANSPORTE - Documento emitido
pelo transportador, que confirma o recebimento das mercadorias
a transportar e constitui o contrato de transporte entre
o embarcador e o transportador, para os diversos modais
de transporte.
CONSIGNAÇÃO – Materiais que
ficam de posse dos clientes, mas que permanecem de propriedade
do fabricante e somente deverão ser pagos quando
vendidos para terceiros.
CONSOLIDAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO
– Ordenação sistemática
de documentos pertinentes a uma determinada parte do
projeto, produto ou processo, sucessivamente agrupados,
até se ter todos os documentos do projeto, observada
a articulação entre os mesmos.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (1) –
Técnica de abastecimento onde um caminhão
visita todos os fornecedores todos os dias retirando
as mercadorias programadas para atender a compradora
naquele dia.
CONSOLIDAÇÃO DE CARGA (2)- Consiste
em criar grandes carregamentos a partir de vários
outros pequenos. Resulta em economia de escala no custo
dos fretes. É preciso um bom gerenciamento para
utilizar este método, pois é necessário
analisar quais cargas podem esperar um pouco mais e
serem consolidadas. Se mal executado, compromete a qualidade
do serviço de transportes, pois gerará
atrasos.
CONSÓRCIO – Forma de cooperação
entre duas ou mais empresas para operar em determinado
negócio.
CONSUMIDOR (1) – Trata-se de pessoa física
que adquire produtos para consumo rápido e renovação
periódica da compra.
CONSUMIDOR (2) – Tipo diferenciado de usuário,
que consome produtos em curtíssimo prazo.
CONTABILIDADE DOS ESTOQUES – Atividade
contábil que se preocupa na valoração
de todos os itens em estoque, utilizando um sistema
perpétuo ou periódico.
CONTAGEM CÍCLICA - Contagem realizada
rotineiramente em itens com divergência ou a confirmar
no estoque.
CONTAINER - Equipamento de metal no formato de
uma grande caixa, que serve para o transporte de diversos
materiais, fazendo assim uma unitização
de cargas, que ao estarem acondicionados no seu interior,
não sofrem danos durante o percurso e nem em
caso de transbordo para outros modais. São reutilizáveis
e possuem quatro tamanhos principais de 30, 25, 20 e
10 toneladas.
CONTENEIRIZAÇÃO - Consolidação
de produtos acabados ou semi acabados em contêineres,
para serem movimentados até o descarregamento
final, em geral no exterior.
CONTINUOUS IMPROVEMENT (MELHORIA CONTÍNUA)
- Componente essencial no just-in-Time e na Qualidade
Total que reflete uma determinação inabalável
para eliminar as causas dos problemas. É o oposto
da mentalidade de “apagar incêndios”.
CONTRACT LOGISTIC - Logística contratada.
Operação delegada ao operador logístico.
CONTROLE – Atividade que tem por objetivo
ajustar o realizado, durante a execução,
com o planejado e que se divide em partes como segue:
acompanhamento, avaliação, decisão
e retroalimentação.
CONTROLE CONTÍNUO DO PROCESSO –
Utilização de sensores para monitorar
um processo e realizar automaticamente as alterações
na operação através de alças
de retroalimentação.
CONTROLE DA CAPACIDADE (1) – Medição
do volume de produção e comparação
desta produção com a capacidade planejada,
determinar estas variações e determinar
ações corretivas para se retornar aos
limites das variações planejadas.
CONTROLE DA QUALIDADE (2) - Conjunto de atividades
planejadas e sistemáticas, implementadas no sistema
de qualidade e demonstradas como necessárias
para prover confiança adequada de que uma entidade
atenda os requisitos para a qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE (3) – Técnicas
e atividades operacionais, utilizadas para atingir os
requisitos da qualidade.
CONTROLE DA QUALIDADE DE PROJETOS – Monitoramento
dos resultados do projeto para determinar se atende
aos padrões relevantes de qualidade e se as causas
de um desempenho insatisfatório estão
afastadas.
CONTROLE DE CUSTO – Atividade para eliminar
desperdícios caracterizados pela utilização
de insumos em quantidade acima dos valores padrões
determinados pelo projeto.
CONTROLE DE DOCUMENTOS – Sistemática
de controle de documentos para garantir a utilização
sempre da versão atual.
CONTROLE DE ESTOQUES – Técnicas
e atividades para se manter um determinado nível
de estoque de itens como: matéria-prima, materiais
em processo e produtos acabados.
CONTROLE DE PROCESSO (1) - conjunto de atividades
a partir das quais se assegura que um dado processo
gere os resultados de acordo com o objetivo.
CONTROLE DE PROCESSO (2) – Função
exercida para manter um processo dentro de uma faixa
de capabilidade pela retroalimentação
e correção.
CONTROLE DE QUALIDADE - Técnicas e atividades
operacionais utilizadas para atingir os requisitos de
qualidade.
CONTROLE ESTATÍSTICO DO PROCESSO (CEP)
- O uso de técnicas estatísticas, tais
como gráficos de controle, para analisar um processo
ou seu resultado de maneira a tomar ações
apropriadas para atingir e manter um estado de controle
estatístico e melhorar a capacidade do processo.
CONVEYOR – Transportador contínuo.
CORE BUSINESS - Relativo ao próprio negócio
ou especialidade no negócio que faz.
CORREDOR – Área para tráfego
de pessoal, material ou equipamentos.
COST DRIVES – Fatores direcionadores de
custo.
CP - Um índice de capacidade, que é
a razão da tolerância especificada da peça
para a distribuição 6? do processo sem
levar em conta a localização dos dados.
É calculado depois da verificação
de que o processo está estatisticamente controlado.
CP / CPK - São indicadores da capabilidade
do processo. Cp relaciona a variação natural
do processo com a especificação
CPC - Commerce Planning Colaboration.
CPFR - Collaborative Planning, Forecasting and
Replenishment ou Planejamento Colaborativo de Previsão
e Reabastecimento.
CPIM - Certified in Production and Inventory
Management.
CPM - Certified Purchasing Manager.
CPK - Um índice de capacidade que considera
tanto a distribuição do processo quanto
a proximidade da distribuição em relação
aos limites de especificação. É
calculado depois da verificação de que
o processo está estatisticamente controlado.
CPM – CRITICAL PATH METHOD – Uma
técnica de planejamento por rede para a análise
dos tempos de execução de um projeto,
utilizada para o planejamento e controle das atividades
de um projeto, identificando os elementos que atualmente
funcionam como restrição na redução
do tempo total.
CPT - Carriage Paid To ou Transporte Pago Até.
CPV - O custo dos produtos vendidos é
maior quando a venda se eleva, já que o custo
unitário de um produto vendido é constante,
e dado de entrada da formação do preço.
CQ - Controle de qualidade que compreendendo
um sistema de meios para fazer, economicamente, produtos
ou serviços que satisfação as necessidades
do consumidor.
CR - Código de Referência do Fornecedor
CRM - Customer Relationship Management ou Gerenciamento
do Relacionamento com o Cliente ou Marketing One to
One.
CRONOGRAMA - É um plano que descreve as
tarefas, obrigações, acontecimentos e
tempos requeridos para oferecer um produto que atenda
aos requisitos e expectativas dos clientes.
CROSS DOCKING – Passagem das mercadorias
que chegam, rapidamente para a expedição
destas mesmas mercadorias para os clientes. O cross-docking
é um sistema no qual os bens entram e saem de
um centro de distribuição (CD), sem ali
serem armazenados. Permite aumentar o giro dos estoques.
Pode também ser definido como o movimento simultâneo
de materiais recebidos, das docas de recebimento para
as docas de expedição.
CRP - Capacity Requirements Planning.
CRP - CONTINUOUS REPLENISHMENT PROGRAM - Suprimento
contínuo entre parceiros comerciais, com informações
relativas às vendas reais dadas pelos scanners,
com suprimento ajustado ao necessário, com a
manutenção de estoques mínimos
e com informações comparadas com a previsão
de demanda previamente acordada entre os parceiros comerciais.
CTD - Combined Transport Document ou Documento
de Transporte Combinado.
CUBAGEM (1) – Método para a programação
de colocação de caixas com mercadorias
dentro de um baú ou container, para garantir
a melhor ocupação volumétrica e
colocar o centro de gravidade das cargas o mais próximo
possível do centro geométrico do contentor.
CUBAGEM (2) - Volume cúbico disponível
para estocar ou transportar. Calcula-se o metro cúbico
multiplicando-se o comprimento pela largura e pela altura.
CURVA DE APRENDIZADO – Função
que reflete o ritmo de elevação das habilidades
e capacidades a medida que são produzidas mais
unidades de um certo item, resultando num tempo de produção
menor com o decorrer do tempo.
CUSTEIO POR ABSORÇÃO – Sistema
de custeio para valoração do produto acabado,
semi-acabados e pré-montados onde uma parcela
dos custos fixos departamentais são assumidos
por cada unidade produzida. A absorção
do custo fixo é realizada pelo cálculo
da taxa horária do departamento ou da máquina,
multiplicado pelo tempo de conformação
ou montagem dos componentes intermediários ou
do produto.
CUSTO BÁSICO - São custos padrões
definidos numa certa ocasião, e nunca mais alterados
para que não se perca a referência histórica.
Poderemos então utilizar os números para
a montagem de séries históricas elucidativas.
CUSTO CORRENTE - Custo padrão que poderá
ser atingido, desde que haja um esforço generalizado
para se atingir este objetivo.
CUSTO DA QUALIDADE – Custos dos produtos
fabricados de maneira defeituosa, custos dos defeitos
ocorridos no cliente, custo da inadequação
com os requisitos do cliente e custo das atividades
de controle da qualidade.
CUSTO DE AQUISIÇÃO – Valor
que envolve os custos de cotação e do
produto ou serviços em si e custos decorrentes
da entrega.
CUSTO DE ARMAZENAGEM – Valor que envolve
gastos com espaço para armazenagem e pessoal
para movimentação do produto.
CUSTO DE ESTOQUE – Valor que envolve preço
do produto ou serviço, custo de cotação,
custo de pedido, custo de armazenagem e despesas de
venda.
CUSTO DE FALTA OU STOCKOUT COST - É o
custo considerado pela falta de um item, por falta de
estoque, quando se recebe um pedido. Este custo pode
ser variado, devido a se perder um pedido total ou parcial,
pelo custo de se repor de forma urgente ou pelo custo
de se alterar toda a programação de produção
para fabricá-lo.
CUSTO DE OBSOLESCÊNCIA - É o custo
de se manter em estoque itens obsoletos ou sucateados.
Geralmente os itens obsoletos são componentes
de equipamentos ou máquinas fora de linha de
fabricação.
CUSTO DE OPORTUNIDADE – Retorno do capital
que poderia acontecer, se não fosse utilizado
nos atuais investimentos realizados.
CUSTO DE PEDIDO – Valor que envolve todos
os gastos para se fazer um pedido, como gasto com pessoal,
telefone, papel, lápis e tudo mais que for necessário
para a confecção do pedido. Ou é
o custo considerado somando basicamente as operações
de fazer a solicitação a Compras, acompanhar
seu atendimento, fazer o recebimento, inspecionar quando
da chegada, movimentá-lo internamente e fazer
seu pagamento.
CUSTO DE VENDA – Valor que envolve gastos
com propaganda, emissão de nota fiscal e comissão
de vendedores.
CUSTO DO CICLO DE VIDA (LCC) - A soma de todos
os fatores de custo incorridos durante a expectativa
de vida do maquinário.
CUSTO FIXO – Dispêndios da empresa
que serão absorvidos no produto via custo departamental
e que não se alteram em curto prazo. com a variação
do volume da produção.
CUSTO GLOBAL - A avaliação a custo
global refere-se ao fato de se avaliar os fornecedores,
no que diz respeito aos aspectos econômicos, comparando-os
operacionalmente, não com base no preço,
mas com base no custo global que eles acarretam à
empresa cliente. O custo global envolve o custos da
qualidade, custos de confiabilidade, custos de tempo
de resposta, custos de lotes de reabastecimento, custos
de falta de aperfeiçoamento, custos de obsolescência
tecnológica e o preço.
CUSTO GLOBAL DO FORNECIMENTO – Custo que
o fornecimento de um item acarreta para a empresa, com
qualidade, confiabilidade, tempo de resposta, lotes
de reabastecimento, falta de aperfeiçoamento,
custos da obsolescência e preço.
CUSTO IDEAL - Custos padrões mínimos
sem folgas que constituem a meta mais ambiciosa da eficiência
da produção.
CUSTO LOGÍSTICO - É a somatória
do custo do transporte, do custo de armazenagem e do
custo de manutenção de estoque.
CUSTO MARGINAL – Custo adicionado, quando
a quantidade gerada numa operação ou processo,
é elevada de uma unidade.
CUSTO MÉDIO – Custo estimado total,
incluindo absorção dos custos departamentais,
para se produzir um lote de produtos, dividido pelo
número das unidades produzidas e de boa qualidade.
CUSTO TOTAL DA REVENDA - É a somatória
de todos os custos de um produto para revenda ou serviço,
considerando os custos de aquisição, custos
de pedido, estoque, armazenagem, custo de venda e despesas
de entrega.
CUSTO VARIÁVEL DO PRODUTO – Resultado
da divisão do custo fixo da empresa num determinado
período, pela quantidade de produtos produzidos
neste mesmo período.
CUSTOS – Dispêndios que são
absorvidos ao valor do produto e incorporados no valor
dos estoques de produtos acabados.
CVB – Completed Build Up.
CWQC: "Company-Wide Quality Control"-
Termo usado, de maneira genérica, com o mesmo
sentido de TQC ( "Total Quality Control ")
estratégia que consiste em projetar, produzir
e pôr à disposição dos clientes
novos produtos e serviços que proporcionem sua
plena satisfação a um nível de
preço aceitável, através do envolvimento
de todos da organização, dos fornecedores
e dos canais de distribuição. Outros aspectos
fundamentais desta abordagem são a cultura do
melhoramento contínuo e a cultura dos processos.
Através desta estratégia, a empresa busca
maior competitividade e a garantia de sua prosperidade
e sobrevivência.
D
DADOS DE BENCHMARK - São os resultados
de uma investigação para determinar como
os concorrentes ou as empresas líderes de classe
obtém seu nível de desempenho.
DAF - Delivered At Frontier ou Entregue na Fronteira.
DC - Distribution Center.
DDP ou DOOR TO DOOR - Delivered Duty Paid ou
Entregue com Taxas Pagas.
DDU - Delivered Duty Unpaid ou Entregue sem Taxas
Pagas.
DECLARAÇÃO DO FORNECEDOR –
Modo pelo qual um fornecedor dá garantia escrita
de que um produto, processo ou serviço está
em conformidade com os requisitos especificados.
DELAY – Espera.
DEMAND CHAIN MANAGEMENT - Gerenciamento da Cadeia
de Demanda.
DEMANDA - Chamamos então de demanda o
número de unidades de uma certa mercadoria ou
serviço que os consumidores estariam dispostos
a comprar, numa certa unidade de tempo, em condições
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