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TRANSPORTE
RODOVIÁRIO
Por que as rodovias paulistas
tem números?
Nas estradas que partem da capital,
os números correspondem a seu ângulo de inclinação em
relação ao marco zero da cidade. A SP-70, Rodovia Ayrton
Senna, por exemplo, forma com a Praça da Sé exatos 70
graus.
De onde vem o nome das estradas
brasileiras?
Além de receberem nomes de figuras
ilustres da história ou mesmo da região onde estão localizadas,
as rodovias são batizadas com letras e números.
As estaduais são indicadas pela sigla
do Estado onde se localizam, seguida de números. Se
for par, ela é uma estrada radial -- passa pela capital.
Os números mostram a quantos graus ela está de uma linha
imaginária norte-sul traçada a partir da capital. Se
for ímpar, o número mostra quantos quilômetros a rodovia
dista da capital.
As rodovias federais usam a sigla
BR, de Brasil. De 010 a 080, indica que ela é radial,
partindo de Brasília em direção aos Estados. De 100
a 199, são as rodovias longitudinais, que cruzam o país
de norte a sul. De 200 a 299, as transversais, que cortam
o Brasil de leste a oeste. De 300 a 399, as diagonais,
que passam pelo interior ou pelo litoral. Acima de 400,
são rodovias de pequeno porte, que ligam uma estrada
a outra.
As 5 menores rodovias brasileiras...
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Prefixo da Rodovia
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Extensão
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Por onde passa
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BR-488 (Rod. Padroeira do Brasil)
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3 km
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Dutra x Santuário N. Sra. da
Aparecida
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BR-363
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8 km
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Fernando de Noronha
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BR-498
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15 km
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BR-101 x Monte Pascoal (BA)
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BR-499
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15 km
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BR-040 x Cabangu (BA)
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BR-485
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24 km
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BR-116 x Prq. Nac. de Itatiaia
(RJ)
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As 5 maiores rodovias brasileiras...
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Prefixo da Rodovia
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Extensão em km
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Por onde passa
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BR-116
(Régis Bittencourt, Dutra, Rio-Bahia)
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4489
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Fortaleza (CE), Feira de Santana
(BA), Vitória da Conquista (BA), Teófilo Otoni
(MG), Teresópolis (RJ), Rio de Janeiro (RJ), São
Paulo (SP), Curitiba (PR), Lages (SC), Porto Alegre
(RS), Pelotas (RS) e Jaguarão (SC)
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BR-101
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4125
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Touros (RN), Natal (RN), João
Pessoa (PB), Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju
(SE), Feira de Santana (BA), Vitória (ES), Campos
dos Goytacazes (RJ), Niterói (RJ), Rio de Janeiro
(RJ), Angra dos Reis (RJ), Caraguatatuba (SP),
Santos (SP), Iguape (SP), Joinville (SC), Florianópolis
(SC), Osório (RS) e Rio Grande (RS)
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BR-364
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4099
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Limeira (SP), Matão (SP), Frutal
(MG), São Simão (GO), Jataí (GO), Rondonópolis
(MT), Cuiabá (MT), Porto Velho (RO), Rio Branco
(AC), Sena Madureira (AC), Cruzeiro do Sul (AC)
até a divisa Brasil / Peru
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BR-153
(Transbrasiliana)
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3898
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Marabá (PA), Araguaína (TO),
Gurupi (TO), Ceres (GO), Goiânia (GO), Frutal
(MG), São José do Rio Preto (SP), Ourinhos (PR),
Irati (PR), Porto União (SC), Erechim (RS), Passo
Fundo (RS), Bagé (RS), Aceguá (RS)
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BR-230
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3203
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Cabedelo (PB), João Pessoa (PB),
Campina Grande (PB), Picos (PI), Balsas (MA),
Carolina (MA), Marabá (PA), Altamira (PA), Humaitá
(AM), Benjamin Constant (AM)
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Quando se estabeleceu um limite
máximo de velocidade em estradas brasileiras?
Foi em 28 de janeiro de 1941, quando
foi promulgado o primeiro Código Nacional de Trânsito.
Para os veículos de passeio, os limites eram: 40 km/h
na zona urbana, 60 km/h nas grandes avenidas e 80 km/h
nas estradas de rodagem. Velocidades superiores só eram
permitidas em estradas especiais, a critério da autoridade
competente.
Já em 25 de setembro de 1941, esses
limites foram alterados para 50 km/h nas áreas urbanas,
60 km/n nas grandes avenidas e 80 km/h nas estradas
de rodagem.
A Rodovia Dutra...
Inaugurada em 1951, a Via Dutra -
ligação entre São Paulo e Rio de Janeiro - tem exatos
407 quilômetros.
A Transpantaneira...
A Transpantaneira (MT-060) foi projetada
para ser uma rota de ligação entre o Norte e o Sul.
Mas ficou com os 145 quilômetros de terra que ligam
as cidades Poconé e Porto Jofre, no Mato Grosso. Jacarés,
capivaras, veados e onças vivem cruzando a pista deserta.
A Transamazônica...
A construção da Transamazônica foi
iniciada em 9 de outubro de 1970 para "rasgar" o Brasil
de um extremo a outro, de João Pessoa, na Paraíba, até
chegar a Cruzeiro do Sul, no Acre, num total de 5.296
quilômetros. Uma obra para ser visível a olho nu de
uma espaçonave. O primeiro trecho, com 1 070 quilômetros,
ligando Itaituba a Humaitá (PA), foi aberto ao tráfego
em 31 de janeiro de 1974. O asfalto só cobriu pouco
mais de mil quilômetros de estrada, entre a capital
paraibana e Floriano, no Piauí. Outros 750 quilômetros
são cobertos apenas de cascalho e não chegam além de
Lábrea, no Amazonas. No total, pouco mais dos seus 1400
quilômetros são trafegáveis.
As
maiores frotas de veículos do Brasil e do mundo...
A
maior frota de veículos do mundo pertence ao Exército
dos EUA, com aproximadamente 246.000 veículos. O United
States Postal Service (USPS) opera a maior frota de
caminhões para entrega no mundo. Em Janeiro de 2003
eram 207.800 veículos, que percorrem em média, 1,15
bilhão de milhas com um custo aproximado de US$ 863
milhões. A Ryder, operador logístico norte-americano,
conta com uma frota de 110.000 veículos. No Brasil,
as maiores frotas de caminhões pertencem à Expresso
Mercúrio, com 2.140 veículos, Atacadista Martins e Transportadora
Binotto com cerca de 2.200 veículos.
Frota
mundial de veículos...
A
frota mundial de veículos é estimada em 750 milhões.
Os EUA lideram o ranking com ampla vantagem, possuindo
cerca de 222 milhões. Em segundo lugar está o Japão
com 73 milhões, e em terceiro, a Alemanha com 47 milhões.
O Brasil possui cerca de 19 milhões de veículos.
Frota
e idade média dos caminhões no Brasil....
Circulam
no Brasil cerca de 1.800.000 caminhões, sendo que cerca
de 1.300.000 têm mais de 11 anos de uso. A idade média
da frota é estimada em 13 anos.
No
Brasil são 8,8 habitantes por veículo...
Nos
EUA existem 1,2 habitantes por veículo; no Brasil são
8,8 habitantes por veículo.
Líderes
mundiais por modal de transporte....
A
Itália é o país onde o modal rodoviário tem a maior
participação entre os demais modais de transporte, respondendo
por cerca de 89 % do total transportado. No Japão, o
modal hidroviário responde por cerca de 45 % do total
transportado, e na Polônia o modal ferroviário cobre
aproximadamente 57 % do total transportado.
Participação
do modal rodoviário no Brasil...
O
modal rodoviário responde por cerca de 60 % do total
movimentado na economia brasileira. No Estado de São
Paulo a participação do modal rodoviário supera 90 %.
A
representatividade do transporte no custo total logístico...
No
Brasil, a atividade de transporte representa cerca de
60 % do total do custo logístico, em média 3,5 % do
faturamento da empresa, e em alguns casos, mais do que
o dobro do lucro da empresa.
A
importância do transporte na economia brasileira...
No
Brasil o setor de transportes fatura algo em torno de
R$ 30 bilhões, representando 3,5 % do PIB brasileiro.
Estima-se que cerca de 3,5 milhões de pessoas estejam
empregadas no setor.
Perfil
das empresas de transporte no Brasil...
Estima-se
que no Brasil existam 35.000 empresas de transporte.
70 % delas tem até 5 funcionários e apenas 1 % desse
total tem mais de 99 funcionários.
As
10 maiores no transporte no Brasil...
As
10 maiores empresas de transporte do Brasil, em faturamento,
são: 1ª Júlio Simões Transportes e Serviços Ltda, 2ª
Expresso Mercúrio S.A. , 3ª Transportadora Binotto S.A.
, 4ª Transportadora Cometa S.A. , 5ª Empresa de Transporte
Atlas Ltda. , 6ª Kwikasair Cargas Expressas S.A. , 7ª
Rodoviário Ramos Ltda, 8ª Ouro Verde Transporte e Locação
Ltda, 9ª Tora Transportes Industriais Ltda, 10ª Expresso
Araçatuba Ltda. Juntas somam quase R$ 2 bilhões em receitas!
Maiores
produtores mundiais de caminhões...
O
maior produtor mundial de caminhões é o Japão, que produz
cerca de 600 mil veículos por ano; o Brasil é o quinto
maior produtor, com 75.000 a 80.000 veículos por ano.
O maior produtor de caminhões do mundo é a Toyota, seguida
pela Isuzu e pela Daimler Chrysler. No Brasil a Daimler
Chrysler é a maior fabricante, com aproximadamente 32
% do mercado, seguida de perto pela VW e Ford, respectivamente
com 24 % e 18 %.
Pesquisa
CNT 2.001 com perfil dos caminhoneiros autônomos...
Pesquisa
realizada pela CNT em 2.001 estima que existam cerca
de 900.000 caminhoneiros autônomos no Brasil. Destes,
99,5 % são do sexo masculino, 99,3 % são alfabetizados,
66,4 % estão com o caminhão quitado, e 17 % tem computador.
Estradas
brasileiras...
O
Brasil tem, segundo dados do Geipot de 2.000, 1.724.940
km de estradas, sendo que apenas 9,57 % estão pavimentadas.
Estatísticas
de roubo de carga...
O
roubo de carga trouxe em 2.002 um prejuízo estimado
de R$ 1 bilhão. São Paulo registra cerca de 6.000 ocorrências
de roubo de carga ao ano, praticamente o dobro do Rio
de Janeiro, com 3.500 ocorrências. A Via Anhanguera
em São Paulo é a estrada mais perigosa, com cerca de
9 a 10 ocorrências por mês. A Via Dutra é a segunda
mais perigosa, com 6 a 7 ocorrências por mês. As empresas
de transporte gastaram 15 % de seus custos operacionais
no gerenciamento de riscos.
Entraves
jurídicos para o combate ao roubo de carga...
No
Brasil, quando um motorista é assaltado, a ação não
pode ser qualificada de seqüestro uma vez que não há
extorsão, por que a carga não pertence a ele. O cárcere
privado não é classificado de crime hediondo, resultando,
uma pena que varia entre 2 e 4 anos de cadeia, podendo,
através dos benefícios da lei, ficar apenas 8 meses
preso. A Justiça ainda admite a figura do receptador
de "boa-fé", aquele que comprou algo desconhecendo a
procedência.
GPS...
O
GPS (Sistema de Posicionamento Global) ou Rastreador
Satelital possui precisão de 30 metros e opera através
de 24 satélites a 20.200 km de altura. Estima-se que
cerca de 50.000 caminhões no Brasil possuam rastreadores
via satélite.
Estatística
de acidente no Brasil...
O
trânsito no Brasil provoca uma morte a cada dez minutos.
92 % dos acidentes ocorrem por falha humana. A maior
parte é provocada por irresponsabilidade, excesso de
velocidade e álcool. Os traumas de trânsito representam
a maior despesa nos hospitais da rede do SUS. 65 % dos
leitos dos hospitais de emergência são ocupados por
vítimas do trânsito.
Comparativos
de estatísticas de acidente no trânsito entre o Brasil
e a Inglaterra, primeira colocada mundilamente no combate
aos acidentes de trânsito...
De
acordo com dados oficiais, o índice de mortes no trânsito
brasileiro é de 11,6 por grupo de 100.000 habitantes.
Na Inglaterra, são 6 mortes para cada grupo de 100.000
pessoas. A diferença real deve ser ainda maior pois
no Brasil só se contam os mortos no local do acidente
enquanto que na Inglaterra somam-se também as vítimas
que morrem até trinta dias depois em decorrência dos
ferimentos.
As
rígidas leis dos países líderes no combate dos acidentes
de trânsito...
Os
cinco países com as taxas mais baixas de mortalidade
no trânsito têm leis duras, fiscalização intensa e multas
pesadas para os infratores. Na primeira colocada, a
Inglaterra, o motorista que dirige bêbado pode pegar
seis meses de prisão e pagar multa equivalente a R$
25 mil. Na Noruega, segunda colocada, se a polícia pega
um motorista alcoolizado, sua carteira é apreendida
imediatamente. Na terceira colocada, a Suécia, o limite
de tolerância para o álcool é o mais baixo da Europa;
não ultrapassa um cálice de vinho tinto. Na quarta colocada,
o Canadá, a multa para cada passageiro sem cinto no
banco de trás é de R$ 200,00 e a fiscalização é intensa.
E na Austrália, quinta colocada, o motorista perde a
carteira se exceder em mais de 30 km/h a velocidade
máxima permitida.
Jipões,
grandes e inseguros...
Dados
do governo americano apontam uma média de 16,25 mortes
por ano para cada 100.000 ocupantes de utilitários.
Nos carros menores a proporção é de 15,7 mortes. Segundo
a pesquisa, os jipões são altos e pesados e tem o centro
de gravidade elevado. Essa combinação faz com percam
a estabilidade nas curvas e capotem com mais facilidade
que os carros de passeio.

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