Cockpit Logístico essencial para estar um passo à frente de seus concorrentes!

Cockpit logístico nada mais é do que uma sistemática de gestão amplamente baseada em indicadores de desempenho, metas e metodologias para a correção e prevenção de desvios.

O cockpit organiza as informações, transforma-as em diferentes tipos de indicadores de desempenho e gera outputs para a tomada de decisão, nos diversos níveis hierárquicos.

Empresas bem-sucedidas na utilização de cockpits logísticos conseguem avançar consistentemente em quatro frentes:

#1 transformar a estratégia de negócio da empresa em medidas de desempenho;

#2 produzir e monitorar indicadores de desempenho nos três diferentes níveis de tomada de decisão: operacional, tático e estratégico;

#3 fazer isso o mais próximo possível do tempo real, reduzindo o que chamamos de período de latência, que corresponde ao intervalo entre a ocorrência de uma não conformidade (ou a iminência de algo negativo ocorrer) e a tomada de decisão corretiva ou preventiva;

#4 envolver todos os níveis hierárquicos nesse processo, e orientar a equipe na melhoria contínua, buscando uma conjugação perfeita entre o fluxo top-down (de cima para baixo) e bottom-up (debaixo para cima).

Os indicadores de desempenho funcionam como “veículos de comunicação”, transformando a estratégia em tarefa de todos. Parece simples, mas é um grande desafio alinhar os indicadores aos temas estratégicos. Esse é o primeiro passo. Dessa forma, garantiremos que qualquer pessoa, ao desempenhar a sua rotina diária, esteja trabalhando para atingir as metas estratégicas estabelecidas pela empresa.

Ao definir as medidas de desempenho é importante distinguir a hierarquia existente entre métricas ordinárias, indicadores de desempenho chave e indicadores estratégicos.

Chamamos de métricas ordinárias, aqueles indicadores de cunho operacional, de alcance restrito, medidos e monitorados pelos próprios operadores. É o caso, por exemplo do consumo de GLP por empilhadeira ou o número de erros na conferência na entrada ou na saída.

Indicadores táticos, também conhecidos como KPIs – Key Performance Indicators são monitorados por Supervisores, Coordenadores e Gerentes. Normalmente são poucos indicadores por gestor, algo entre 4 a 6, abrangendo temas mais amplos e de maior impacto para a empresa e para seus Clientes. São exemplos de KPIs, indicadores como Índice de Atendimento dos Pedidos (Order Fill Rate), Custo da Logística Reversa em relação ao CMV, Produtividade da Mão de Obra do Armazém, Acurácia dos Estoques em R$, Ocorrência de Stockouts, etc.

Por fim temos indicadores estratégicos, que consolidam dados de custos e nível de serviço em 2 a 3 métricas apenas, servindo aos níveis mais altos, como Gerentes Sêniores, Diretores e Vice-Presidentes da área de logística ou supply chain. Itens como % de Representatividade do Custo Logístico em relação à ROL ou o % de Pedidos Perfeitos são exemplos de indicadores estratégicos.

O último desafio na implantação do cockpit logístico envolve a melhoria contínua. Como transformar isso em uma cultura dentro da empresa, motivando atitudes e comportamentos positivos, em todos os níveis hierárquicos, e de forma integrada? Como combinar a melhoria top-down com a melhoria bottom-up, de forma a extrair o que cada uma tem de melhor? Isso é possível obter com uma visão de médio a longo prazo, muita disciplina e persistência, lideranças expressivas, conhecimento técnico e meritocracia.

Equacionando os quatro desafios citados anteriormente você seguramente contará com um cockpit logístico eficaz, que produzirá resultados diferenciados, gerando vantagem competitiva na gestão da cadeia de abastecimento.

Afinal, você quer e precisa estar à frente de seus concorrentes, correto?

Bom trabalho!

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